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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Dor Lombar e Atividade Física



Realizar atividade física é muito importante para o nosso corpo sendo uma forma de melhora do quadro álgico de articulações, músculos e outras estruturas que compõem o nosso corpo.

Atividade Física

Atividade física é definida como “qualquer movimento produzido pelos músculos esqueléticos que resulte em gasto energético maior que os níveis de repouso”.

Muitos se perguntam, mas qual tipo de atividade física é a mais adequada? Na verdade quando se escolhe uma atividade física para melhora de uma patologia ou como método de prevenção de lesões, seja ela realizada na água ou em solo, o importante é observar quais são os seus objetivos, além do que você julga como principal (ex: melhorar condromalacia do joelho), ver quais são os benefícios que essa atividade poderá lhe trazer e a importância em saber a identificação individual com a atividade escolhida.

Objetivos da Atividade Física na melhora de dor Lombar


Quando se fala em objetivos da atividade física na melhora ou prevenção de dor lombar eles se baseiam em:

– Ganhar mobilidade de coluna lombar.

– Promover flexibilidade dos músculos do tronco, lombar e posterior de membros inferiores.

– reforçar os músculos do abdome, lombar e membros inferiores.
Isso tudo trará uma maior estabilidade da coluna lombar o que resulta em menos casos álgicos.

Atualmente, muitas pessoas realizam atividade física sem acompanhamento Médico, de Fisioterapeuta, Educador Físico e Nutricionista. Mas essa interação multidisciplinar é muito importante para que seja realizada uma atividade física mais saudável e no caso da coluna lombar, é de extrema importância ser feita uma avaliação completa em quem realizará a atividade, pois a dor lombar nem sempre é uma dor provocada por uma simples alteração na coluna, mas sim uma alteração em outra região do corpo humano que resulta em sobrecarga da coluna lombar e degeneração do disco intervertebral. Portanto, antes de realizar qualquer atividade física procure um profissional seja ele um médico, fisioterapeuta, educador físico, nutricionista, entres outros, para que eles te orientem em todos os passos que se deve seguir para realizar uma atividade física mais segura.

Postado por Daniela Alvarenga e Elineides Silva


Referências:

Achour Jr. A (1995). Estilo de Vida e Desordem da Coluna Lombar: Uma Resposta dos Componentes da Aptidão Física Relacionada à Saúde. Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde 1 (1): 36-56.

Capozzo A, Felici F, Figura F, Gazzani F (1985). Lumbar spine loading during half-squat exercises. Med Sci Sports Exerc 17 (5): 613-20

Achour Jr. A (1995). Estilo de Vida e Desordem da Coluna Lombar: Uma Resposta dos Componentes da Aptidão Física Relacionada à Saúde. Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde 1 (1): 36-56

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Ergonomia na Atividade Física



A Ergonomia estuda o desempenho do homem em atividade, a fim de aplicá-lo a concepção de tarefas, instrumentos, máquinas e sistemas de produção, para que o homem possa desenvolver suas atividades com o máximo de  conforto, eficiência e segurança.

A atividade desportiva também vem sendo estudada do ponto de vista ergonômico. A participação da população em atividades  esportivas e recreacionais vem crescendo muito nas últimas décadas. Assim, tornou-se necessária a análise dos efeitos do esporte e da análise dos efeitos do esporte e do estresse sobre o organismo humano, visando prevenir lesões decorrentes desta prática, além de contribuir para a melhora da performance. 

Estabelece-se assim, uma interface entre Educação Física e Ergonomia, uma vez que os preceitos de eficiência e segurança são comuns a ambas. A Ergonomia, com sua metodologia de análise de atividades, desenvolvem um verdadeiro trabalho de detetive na busca de fatores que interferem na realização de qualquer atividade física, buscando soluções para o aperfeiçoamento desta em qualquer ocupação. No caso do atleta, um equipamento mal dimensionado vai se refletir na queda do desempenho e muitas vezes no aparecimento de lesões no sistema músculo-esquelético.

Nas academias, partes dos equipamentos não são adaptáveis para os diferentes tipos de estatura e peso de homens e mulheres. Para os praticantes da modalidade spinning (bike in door), por exemplo, pedalar intensivamente em uma aula animada pode ser a solução para queimar calorias e fortalecer os músculos em menos tempo. Porém, caso a bicicleta for ajustada de maneira incorreta, é provável que o atleta sofra lesões nos tendões e músculos.
Ajustes no selim, pedais e guidão fazem a diferença na postura e posicionamento do usuário, evitando acidentes e ocasionando conforto e praticidade nos treinos, principalmente para os atletas amadores.

Lesões nos joelhos, mãos, braços, pescoço, pernas e coluna são os problemas mais comuns ocasionados pela falta de ajuste no aparelho e caso não sejam corrigidos, podem causar sérios danos à saúde.

Como fazer, onde fazer, quando fazer, o Educador Físico pode e deve intervir.

Postado por: Daniela Alvarenga e Elineides Silva

REFERÊNCIAS:

REILY, T. & SHELTON, T. Ergonomics end sport lesure. Ergonomics. 37(1): 1-3. 1994

CABRI, J; De WITTE,  B; CLARYS, J.P.  Circadian  variation in blood pressure responses to  muscular exercices. Ergonomics. 31(11): 1559-1565. 1988.

GROOT, G; WELBERG, G; CLYSEN, L;  CLARUS, J; CABRI, J; ANTONIS, J. Power, muscular work and external forces in  cycling. Ergonomics. 37(1): 31-42. 1994.

REILY, T. & SHELTON, T. Ergonomics end  sport lesure. Ergonomics. 37(1): 1-3. 1994

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

EXERCÍCIO FÍSICO INTENSO

A atividade física intensa aumenta a formação de espécies reativas de oxigênio que podem causar lesões musculares, fadiga e danos na membrana de eritrócitos, prejudicando o desempenho de atletas.

A fadiga pode ser inicialmente definida como o conjunto de manifestações produzidas por trabalho, ou exercício prolongado, tendo como conseqüência a diminuição da capacidade funcional de manter, ou continuar o rendimento esperado. O acúmulo de lactato durante o exercício intenso e prolongado ocasiona no músculo uma diminuição do pH, fato associado com à inibição da enzima PFK (fosfofrutoquinase), e redução na glicólise. Nesse mecanismo de inibição da glicólise, pelo decréscimo do pH, previne-se a acidez dentro da célula, que pode ser letal para a mesma ou contribuir com o processo de fadiga precoce.

A atividade física regular tem sido reconhecida por seus efeitos saudáveis nos praticantes. É possível relacioná-la a alterações positivas para combater ou prevenir o aparecimento de diversas doenças, tais como: doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, osteoporose, entre outras. Por esta razão, o sedentarismo aparece como fator de risco para estas doenças.

A carga de exercícios físicos regular é importante para promover ao organismo mecanismos de adaptação à intensidade e assim desenvolver os exercícios físicos com melhores resultados e trazendo benefícios a saúde dos praticantes de exercícios físicos.

O ideal é manter treinos moderados ou fortes (mas de forma adequada) e ter o acompanhamento de um bom profissional ou no caso de atletas que treinam pesado, verificar com o nutricionista se há a necessidade de uma suplementação.

Grandes benefícios à saúde são feitos quando praticamos uma atividade física regular e bem orientada.

Postado por: Daniela Alvarenga, Elineides Silva


REFERÊNCIAS

ACSM.  The recommended quantity and quality of exercise for developing and maintaining cardiorespiratory and muscular fitness, and flexibility in healthy adults. Medicine & Science in Sports & Exercise, v.30, n.6, p.975-91, 1998.

ADAMS-CAMPBELL, L.; ROSENBERG, L.; WASHBURN, R.; RAO, R.; KIM, K.; PALMER, J. Descritive epidemiology of physical activity in African-American women.  Preventive Medicine, v.30, p.43-50, 2000.

BENNETT, S. Cardiovascular risk factors in Australia: trends in socioeconomic inequalities.  Journal of Epidemiology and Community Health, v.49, p.363-72, 1995.

BERLIN, J.; COLDITZ, G. A meta-analysis of physical activity in the prevention of coronary heart disease. American Journal of Epidemiology, v.132, p.639- 46, 1990. BLAIR, S.  1993 C.H.

Lukaski HC. Magnesium, zinc, and chromium nutriture and physical activity. Am J Clin Nutr 2000; 72:585-93.        

ALMEKINDERS, L.C.; ALMEKINDERS, S.V. (1992): Immune  function in exercise-induced injuries. In: R. Watson e M. Eisinger (eds.), Exercise and disease, pp. 149-158. CRC Press. USA http://bibliotecadigital.ipb.pt/bitstream/10198/5156/1/Tese%20de%20Mestrado.pdf