terça-feira, 6 de março de 2012

Conheça mais sobre o kiwi










Originário da China era utilizado como iguaria na corte. A partir de 1900 o fruto foi levado para Nova Zelândia, cujo nome foi dado “Kiwi”, em consideração ao pássaro nacional do país (devido sua casca marrom e aveludada). Logo depois espalhou-se para os outros países.

A parte externa possui cor marrom e interna verde ou amarelo, seu formato pode ser variado (redondo, alongado, etc). A polpa do kiwi tem uma consistência quase cremosa, com sabor revigorante. Devido ao interesse crescente do Kiwi, outras espécies tornam-se agora mais disponíveis.

O fruto é rico em vitamina C, E, potássio e fibras. Veja a seguir os benefícios do Kiwi:


Controlador da pressão arterial

Estudos mostram que o Kiwi é rico em luteína, uma substância antioxidante que mantém a pressão arterial próxima do normal, pois reduz a inflamação nos vasos sanguíneos.

A luteína é um carotenóide capaz de reduzir os radicais livres, os mesmos agem no organismo, podendo desencadear danos celulares e serem os responsáveis pelo desenvolvimento de câncer e certas doenças crônicas não transmissíveis.

Rico em Vitamina C

Esse fruto tem um alto teor de vitamina C, sendo maior até mesmo que teor encontrado na laranja.

A vitamina C, realiza diversos benefícios ao organismo, como: sistema imunológico e antioxidante que combate os radicais livres e desacelera o envelhecimento das células.

O kiwi, pode também auxiliar no combate e prevenção da anemia ferropriva por ser rico em vitamina C que favorece absorção do ferro, mas para essa função, deve ser consumido após as principais refeições, como suco ou sobremesa.

Fibras - Pectinas

O kiwi é fonte de pectina, uma fibra solúvel por formar géis ela favorece o controle dos níveis de colesterol, níveis glicêmicos e constipação. A pectina que contém na fruta pode aumentar os níveis de bactérias benéficas no intestino.

O kiwi pode ser consumido na forma in natura, em compotas, geléias, doces, sucos, entre outros. Lembrando que o fruto sozinho não é o suficiente para desempenhar o controle da hipertensão, níveis de colesterol, entre outros e sim deve ser conciliado com uma dieta saudável. 



Postado por: Débora de Oliveira e Juliana Leal




Referências Bibliográficas:

Disponível em: http://www.alimentacaosaudavel.org. Acesso em 06/03/2012

STRINGHETA, P. et al. Luteínas: Propriedades antioxidante e benefícios à saúde. Alim. Nutri. Araraquara. São Paulo, abr/jun, 2006.

Meningite


Meningite é uma infecção que se instala principalmente quando uma bactéria ou vírus, por alguma razão, consegue vencer as defesas do organismo e ataca as meninges, três membranas que envolvem e protegem o encéfalo, a medula espinhal e outras partes do sistema nervoso central. A versão viral dessa infecção costuma ser branda, não deixando graves seqüelas na massa cinzenta. Já a bacteriana é bem mais perigosa. Uma de suas formas, a meningite meningocócica, chega a matar cerca de 10% dos doentes. Simples gotículas de saliva podem transportar pelo ar uma ameaça capaz de ser mortal.
O diagnóstico baseia-se na avaliação clínica do paciente e no exame do líquor, líquido que envolve o sistema nervoso, para identificar o tipo do agente infeccioso envolvido. Se houver suspeita de meningite bacteriana, é fundamental introduzir os medicamentos adequados, antes mesmo de saírem os resultados do exame laboratorial. O risco de sequelas graves cresce à medida que se retarda o diagnóstico e o início do tratamento. As lesões neurológicas que a doença provoca nesses casos podem ser irreversíveis.
A principal forma de prevenção é a detecção e o tratamento precoce dos casos, evitando-se que a doença seja transmitida a outras pessoas. Existem vacinas para prevenir alguns tipos de meningite.  A meningite bacteriana pode ser tratada com antibióticos eficientes. Porém, é importante que o tratamento comece cedo. Quando a meningite é viral, o tratamento é como o da maioria das viroses. Se a meningite for bacteriana o paciente precisa usar antibióticos, através de via endovenosa.
Esportistas: Grupo de risco
Sabe-se que o exercício físico pode aumentar ou diminuir o processo imunitário ou ainda aumentar as probabilidades de contrair infecções nas vias respiratórias superiores (IVRS) ou outras infecções em geral. Nos casos de atividades intensas abre-se a chamada “janela de oportunidades” que aumenta ainda mais o risco de infecções. A meningite já é conhecida e temida no meio esportivo, tendo tido até casos de morte. O atleta diagnosticado com meningite dificilmente interrompe seus treinamentos e competições, o que dificulta o tratamento. Como por exemplo nos esportes de contato como as lutas que são de grande exaustão, expõem os praticantes ao contagio, pelo contato com as pessoas que é muito grande e a higienização dos tatame nem sempre é feita de maneira e com frequência adequada, aumentando a proliferação de bactérias se tornando um fator de risco para o contagio de infecções como a meningite.
Um dos sintomas da meningite é a falta de apetite, que aumenta com o uso de antibióticos, deve-se tomar muito cuidado para que a ingestão de nutrientes necessários para a recuperação e manutenção do sistema imunológico não seja prejudicada, pois isso será um determinante na recuperação do esportista.
O uso de glutamina pode ajudar, não só, mas principalmente no caso de esportistas porque durante a prática esportiva os níveis desse aminoácido é depletado, e como a glutamina é a principal fonte combustível para as células do sistema imunológico a sua suplementação pode combater infecções que podem interferir no exercício, como a meningite. A dose recomendada para prevenção é de 5 a 15 mg/dia, já para tratamento é necessário consultar um médico para avaliar o quadro. Como a utilização de antibióticos é muito intensa durante o tratamento, deve-se dar atenção ao intestino, uma vez que os antibióticos acabam por prejudicar a microbiota intestinal, destruindo bactérias boas e prejudicando o equilíbrio, que pode resultar uma má absorção de nutrientes, causando uma dificuldade para a recuperação imunológica. Sendo assim é interessante além do uso da glutamina (que também ajuda na recuperação da parede intestinal) o uso de pró e pré-bióticos para a recuperação intestinal.
A meningite é muito grave, porém com os cuidados corretos como uma boa alimentação, higienização e cuidados com a imunidade ela pode ser evitada. Quando a meningite já foi diagnosticada seu tratamento deve ser levado a sério mesmo que isso implique na interrupção de dietas e treinos para o desempenho, lembrando que a saúde está em primeiro lugar e um bom tratamento evita futuras sequelas.
Referências
ELCHNER E.R. Moléstias infecto-contagiosas e Prática de Esportes. Sports Science Exchange. Gatorade Sports Science Institute , v. 8, n. 3, jan/fev/mar. 1995. Disponível em: http://www.gssi.com.br/. Acesso em xx.xx.200x.
Centro de Vigilância Epidemiológica, O que você precisa saber sobre Meningite, disponível em : ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/RESP/MENI_SOBRE.pdf, acesso em 06/03/2012
VARELLA,Drauzio, Meningite, disponível em: ftp://ftp.cve.saude.sp.gov.br/doc_tec/RESP/MENI_SOBRE.pdf, acesso em : 06/03/2012
OLIVEIRA, Fabio, Meningite: Novidades e prevenção, Revista Saúde, disponível em: http://saude.abril.com.br/edicoes/0284/medicina/conteudo_224961.shtml, acesso em : 06/03/2012
Kleiner, SM, Greenwood-Robinson, M., Nutrição para o Treinamento de Força, 3 ª Edição Editora Manole, 2009

Publicado por:  Amanda Curti e Fau Beydoun

segunda-feira, 5 de março de 2012

Aditivos Alimentares









Nas últimas décadas ocorreram mudanças nos hábitos alimentares da população brasileira, pois a substituição de alimentos in natura por alimentos processados vem contribuindo para o empobrecimento da dieta. Consequentemente contribui para o aparecimento de doenças crônicas não transmissíveis (diabetes, hipertensão, neoplasias, etc).

Apesar da dieta ter sofrido modificações ao longo do tempo, a indústria de alimentos vem aplicando uma tecnologia, com o intuito de aumentar o tempo de vida útil dos alimentos o que gera um questionamento quanto a segurança alimentar.

A avaliação dos aditivos alimentares no âmbito mundial é baseada no controle das IDAs (Ingestão Diária Aceitável), desenvolvida pelo Comitê de Expertos em Aditivos Alimentares da Organização Mundial da Saúde (OMS)/Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Aditivo alimentar é qualquer substância adicionada ao alimento, sendo que a legislação Portaria SVS/MS n. 540, de 27 de outubro de 1997, define aditivo alimentar como “qualquer ingrediente adicionado intencionalmente aos alimentos, sem propósitos de nutrir, com o objetivo de modificar as características físicas, químicas, biológicas ou sensoriais, durante a fabricação, processamento, preparação, tratamento, embalagem, acondicionamento, armazenagem, transporte ou manipulação de um alimento. Ao agregar-se poderá resultar que o próprio aditivo ou seus derivados se convertam em um componente de tal alimento”. Essa definição não inclui contaminantes ou substâncias nutritivas que sejam incorporadas aos alimentos para manter ou melhorar suas propriedades nutricionais.

Os mesmos exercem algumas funções no alimento relacionadas com sua conservação, tecnologia de fabricação e modificação das características sensoriais.

Principais funções de aditivos em alimentos



Função
Principais classes funcionais
O que fazem
Exemplos de uso em alimentos
Conservação
Conservadores
Acidulantes
Reguladores de acidez
Prolongam a vida de prateleira, protegendo o alimento contra a deterioração, provocada por microorganismos ou retardam alterações indesejáveis na cor, aroma e textura.
Refrigerantes, salsichas, óleos vegetais, margarinas e gelatinas.
Tecnologia de Fabricação
Emulsificantes
Estabilizantes
Espessantes
Fermentos químicos
Proporcionam uma textura uniforme que auxiliam a mistura dos ingredientes.
Aumenta a viscosidade do alimento.
Produtos a bases de cereais, creme de chantillly, leite de coco, geléias, refresco em pó, molhos para salada, biscoitos.
Modificação das características sensoriais
Corantes
Realçadores de sabor
Aromatizantes
Edulcorante
Conferem ou restauram a cor perdida por exposição do alimento a luz, ar e a altas temperaturas conferem ou realçam aromas específicos; dão sabor doce.
Margarinas, pó para pudins, macarrão instantâneo, salgadinhos,  maioneses, refresco em pó e geléias.



Diversos estudos apontam reações adversas aos aditivos, quer seja aguda ou crônica, tais como reações tóxicas no metabolismo desencadeantes de alergias, de alterações no comportamento, em geral, e carcinogenicidade, esta última observada a longo prazo.

Ainda são poucos os estudos de consumo de aditivos alimentares, fato de grande importância para avaliação da ingestão e dos possíveis efeitos deletérios que essas substâncias possam causar.


Postado por: Débora de Oliveira e Juliana Leal



Referências Bibliográficas:



POLÔNIO, M. PERES, F. Consumo de aditivos alimentares e efeitos à saúde: desafios para a saúde pública brasileira. Cad. Saúde Publica. Rio de Janeiro/RJ, ago/2009.

Disponível em: http://www.anvisa.gov.br. Acesso em 05/03/2012.

TOLEDO, M. Aditivos Alimentares. vol. 6. Science & Nutrition. 2011.

Proteína e a perda de gordura




Estudos mostram que uma dieta rica em proteína e pobre em gordura, proporciona maior perda de peso comparada a uma dieta pobre em gordura, mas rica em carboidrato. Acredita-se que fontes de proteína pobre em gordura são capazes de acelerar o metabolismo promovendo a queima de gordura. Esse efeito termogênico pode chegar a 22% sendo que dos carboidratos o ponto máximo chega a 0,8%. Em outras palavras, ingerindo mais proteínas há um aumento do gasto calórico.

O efeito termogênico da proteína é acompanhado de uma sensação de saciedade mais acentuada, mulheres que consomem refeições ricas em proteínas e reduzidas em carboidratos manifestam maior sensação de saciedade durante as refeições, sensação essa que persiste por mais tempo quando comparadas com refeições com pouca proteína. Essa diferença é atribuída ao efeito térmico dos alimentos. Quando se tem maior sensação de saciedade, há um melhor controle sobre a qualidade e a quantidade da comida ingerida.

Para tirar proveito do efeito termogênico de dietas hiperprotéicas é aconselhável consumir proteínas nas refeições e lanches freqüentes durante o dia. Essa prática garante máxima absorção e utilização da proteína e ajuda a elevar a produção de energia em favor da perda de peso.

Referências:
Kleiner, SM, Greenwood-Robinson, M., Nutrição para o Treinamento de Força, 3 ª Edição Editora Manole, 2009

Postado por: Amanda Curti e Fau Beydoun


sábado, 3 de março de 2012

Alterações Hormonais e Nutricionais na Jovem Atleta






Nos últimos 20 anos o número de mulheres atletas, em particular, tem aumentado consideravelmente. A participação feminina cresceu cerca de 600% abrangendo um total de mais de 1,9 milhões de mulheres atletas. Na busca de melhores resultados as mulheres atletas correm o risco de uma consequência devido à ênfase dada às competições e a pressão por parte dos treinadores, patrocinadores e familiares, pois podem acarretar estresse físico e mental.
A prática de atividade física intensa na fase de transição da infância para a vida adulta da mulher podem interferir na dinâmica dos  hormônios femininos e tireoidianos, hormônio do crescimento e nos corticosteróides endógenos. A perda excessiva de peso associada a comportamentos alimentares inadequados favorecem a desnutrição, desaceleração do crescimento e infantilismo hormonal, o que pode impedir o desenvolvimento da puberdade normal.

Comportamentos alimentares inadequados

Juntamente com as modelos as jovens atletas formam o grupo de maior risco de desenvolver comportamentos alimentares inadequados e transtornos alimentares, muitas delas passam a fazer dietas restritivas e jejuns prolongados, podendo até existir episódios de transtornos alimentares. As atletas precisam de um volume calórico maior para manter a atividade, sem comprometer seu estoque de glicogênio muscular, o que pode predispor a dores musculares, contusões, hipoglicemias e alterações eletrolíticas, o que compromete o desempenho da atleta.


Complicações hormonais 
Durante a infância, o baixo peso corporal associado à desnutrição crônica, interfere na produção de hormônios sexuais, na função tireoideana e no hormônio do crescimento e pode ocorrer atraso na puberdade e desaceleração do crescimento em sua mais importante fase da vida.

As atletas que iniciaram os treinos, após o inicio da puberdade e apresentam baixo peso associada à desnutrição como consequência, podem apresentar ausência, irregularidade menstrual e até completa interrupção da mesma.

O chamado pico de formação óssea ocorre durante a adolescência e no início da vida adulta, onde ocorre reserva preciosa de cálcio que define a quantidade e qualidade da massa óssea durante a vida adulta, com isso o mineral propicia a proteção necessária para a fase da vida.

Peso corporal muito baixo, exercícios físicos extremos, alterações hormonais e desnutrição podem prejudicar o pico de formação óssea, podendo comprometer a mesma em uma fase precoce da vida.
Orientação Nutricional
Para evitar as complicações da jovem atleta (transtornos alimentares, interrupção das menstruações e complicações na formação óssea) é necessário primeiramente reduzir a pressão sobre estas jovens e implantar desde o primeiro treino um acompanhamento nutricional, para evitar a desnutrição crônica e o baixo peso.



Postado por: Juliana Leal e Débora de Oliveira



Referências Bibliográficas:

PARDINI, D. Alterações Hormonais da Mulher Atleta. Arq Bras Endocrinol Metab. São Paulo/2001

sexta-feira, 2 de março de 2012

Conheça as Variedades do Açúcar




Existem vários tipos de açúcar no mercado, com uma grande diferença entre o processo de fabricação de cada um deles - o que acaba afetando na quantidade de vitaminas e sais minerais, nas calorias e até no uso para preparar as deliciosas receitas.
A forma mais comum de açúcar consiste em sacarose no estado sólido e cristalino, o mesmo serve para adoçar o sabor das bebidas e alimentos. Em algumas populações o açúcar refinado é mais utilizado.
Entre os tipos de açúcar as principais diferenças aparecem no sabor, cor e valor nutricional, devido o processo de refinação.

Açúcar cristal
Para obter este tipo de açúcar, o caldo de cana passa por processos de purificação, evaporação, cristalização, centrifugação e secagem, são nesses processos que é perdido cerca de 90% de seus sais minerais. A partir do açúcar cristal é obtido outros tipos de açúcar, como o refinado e o confeiteiro, são obtidos. O açúcar cristal, portanto, passa por menos processos de refinamento comparado ao refinado e de confeiteiro.

Açúcar refinado
É o tipo de açúcar conquistado a partir da diluição do açúcar cristal. A calda obtida passa por diversos processos até chegar ao peneiramento. A porção mais fina é separada para a obtenção do açúcar de confeiteiro e, o restante, é o açúcar refinado.

Açúcar de confeiteiro          
O açúcar de confeiteiro é o açúcar refinado que recebe peneiramento e cerca de 3% de amido de arroz, fosfato de cálcio e milho para que pequenos cristais se agreguem novamente. Este açúcar possui uma textura bem fina e tem coloração branca e usada normalmente em preparo de receitas e também nas finalizações; Impalpável é o açúcar mais fino que existe.

Açúcar light
Ele é obtido a partir do açúcar refinado combinado com o adoçante artificial, sendo menos calórico. Por conter sacarose (açúcar comum), não é indicado para diabéticos. Podem ser utilizado em preparações, como: mousses e gelatinas.

Açúcar mascavo
Suas características são de um açúcar escuro, aspecto mais úmido e sabor forte. Seu sabor é parecido com a rapadura e é extraído do cozimento e da cristalização do caldo da cana. Sua qualidade nutricional é melhor que o açúcar refinado, pois se conserva o ferro, os sais minerais e o cálcio.

Açúcar demerara
Possui um processo de extração parecido ao do açúcar mascavo, porém a sua limpeza e secagem fazem com que ele tenha uma coloração mais clara, ocorre perda de água e isso o torna ainda mais doce. Ele não possui aditivos químicos e apresenta altos valores nutricionais, porém é o mais caro entre os tipos de açucares e é usado principalmente para a exportação.

Açúcar orgânico

O que favorece esse tipo de açúcar é que a cana utilizada em sua fabricação é cultivada sem fertilizantes químicos. Além disso, o açúcar orgânico utiliza processos apoiados na sustentabilidade do meio ambiente, desde o plantio até a etapa final. Suas características nutricionais se assemelham com as do açúcar mascavo. Portanto, apresenta uma quantidade maior de vitaminas e minerais em relação ao açúcar refinado. 


Postado por: Débora de Oliveira e Juliana Leal

Referências Bibliográficas:

Disponível em: http://www.diabetes.org.br. Acesso 02-03-2012
Disponível em:  http://www.minhavida.com.br. Acesso 02-03-2012
Disponível em: http://www.saudecomciencia.com. Acesso 02-03-2012

Vitamina D, a Vitamina Solar



A vitamina D, a “vitamina solar”, chamada de calciferol mantém os níveis de cálcio e fósforo (promotora da absorção) para que as reações nas células possam se manter viáveis. O ressurgimento do raquitismo (problema decorrente da falta de vitamina D), assim como a deficiência dessa vitamina em adultos do mundo inteiro tem sido observada nos últimos anos. Citada recentemente como possível protetora contra o câncer, diabetes e artrite, estudos apontam que sua deficiência pode estar associada as causas do mal de Parkinson e ainda outro estudo associa o baixo índice de vitamina D com mortalidade (saiba mais no site www.clinicaesportiva.com.br). A vitamina D com certeza merece sua atenção.
Há duas formas de conseguir essa vitamina, a produção pelo organismo e a partir da ingestão de alimentos. A vitamina D pode ser produzida pelo nosso corpo pelo contato da pele com os raios solares, podemos também obtê-la ingerindo alguns produtos derivados de animais como óleo de fígado de peixe, peixes gordos e alimentos fortificados.
A carência de vitamina D provoca o retardo na formação e crescimento das cartilagens dos ossos. Nas crianças gera o raquitismo (retardo no crescimento e deformidades ósseas) e o equivalente no adulto se chama osteomalácea o que os tornam mais propensos à osteoporose. Os principais estoques de vitamina D são os tecidos adiposos isso é importante, pois no inverno quando a exposição solar é menos essa vitamina acumulada pode ser utilizada.

Necessidades de vitamina D variam de acordo com a faixa etária:

Homens e Mulheres
Quantidade
De 9 aos 49 anos
5 mcg/dia
De 50 a 70 anos
10 mcg/dia
Acima de 70 anos
15 mcg/dia
*Esses valores são recomendados para indivíduos que não se expõem adequadamente a luz solar.

Teoricamente quem se expõe aos raios solares, de forma adequada, não necessita ingerir vitamina D,não podemos considerar que a exposição casual a luz solar seja suficiente para suprir as necessidades de vitamina D, alguns autores recomendam que as pessoas tomem sol por 5 a 30 minutos diariamente, expondo as mãos, antebraços e face, no início da manhã ou no final da tarde. No intestino a vitamina D intensifica a absorção de Cálcio ingerido e no rim evita que o cálcio seja perdido pela urina.
Devemos lembrar que a exposição solar excessiva está associada ao surgimento de rugas e câncer de pele. No entanto essa mesma irradiação solar é responsável pela produção de vitamina D. A aplicação de filtro solar fator 8 pode reduzir em 95%  a produção de vitamina D pela pele. Dessa forma é preconizado que as pessoas que utilizam filtros solares diariamente se exponham inicialmente ao sol no inicio da manhã ou no final da tarde, por pouco tempo ( 5 minutos apenas antes de utilizar o filtro solar e que fujam do sol do meio dia.
Para indivíduos que não se expõem adequadamente ao sol ou não ingerem alimentos com vitamina D suficiente, pode ser utilizado suplemento da vitamina D.
A vitamina D2 (ergocalciferol) é a menos eficiente do que a D3 (colecalciferol) para a manutenção dos níveis adequados de vitamina D. O uso de vitamina D em idosos  pode diminuir o risco de fraturas e quedas em 20%.
Cuidado
Como a vitamina D é lipossolúvel (solúvel em gordura ), pode ser acumulada no organismo. Isso pode ser nocivo, caso o consumo seja excessivo. O limite máximo de ingestão diária recomendada de vitamina D é de 50 mcg (2000 UI).
Curiosidade: Vitamina D e o controle de peso
A vitamina D auxilia na absorção de cálcio, que por sua vez tem um efeito queimador de gordura. Para poder queimar a gordura, o organismo requer bastante vitamina D. Por outro lado, se a concentração de cálcio for muito baixa, um hormônio para tireóideo (paratormônio – PTH) e a vitamina D aumentam a resposta a essa queda e levam o organismo a pensar que está passando fome. Consequentemente, mais calorias vão para reserva na forma de gordura e a pessoa ganha peso.
Referências:
SLYWITCH, Eric, Alimentação sem carne ,2ª edição Editora Manole, 2010
Kleiner, SM, Greenwood-Robinson, M., Nutrição para o Treinamento de Força, 3 ª Edição Editora Manole, 2009

Postado por: Amanda Curti e Fau Beydoun

quinta-feira, 1 de março de 2012






Saúde dos rins: Sal, Anabolizantes e Dietas
Conheça o rim e saiba como evitar problemas




Os rins são responsáveis por funções vitais ao organismo. E quando os mesmos vêm a convalescer ocorre à doença renal crônica (DRC). DRC é um termo a que se refere a todas as doenças que afetam os rins por três meses ou mais, o que diminui a filtração e afeta algumas de suas atribuições.

Os rins exercem múltiplas funções como: filtração, reabsorção, homeostase (equilíbrio do corpo), funções endocrinológica e metabólica.

- A função primordial dos rins é a manutenção da homeostasia, regulando o meio interno. Os rins filtram o sangue eliminando as impurezas e equilibram a quantidade de sal e água no corpo;

- Produzem renina, que controla a pressão arterial, e a eritropoietina, importante na produção dos glóbulos vermelhos;

- Ativa a Vitamina D (primordial para os ossos, aumenta a absorção de cálcio).

Existem vários fatores que contribuem para elevar pressão sanguínea, que pode afetar os rins. Por isso o sal pode ser um vilão, causando alguns problemas ao nosso organismo. Deve-se ficar atento a quantidade consumida diariamente que deve ser no máximo de 6 gramas, o que equivalem a 1 colher de chá rasa, porém é importante não se esquecer dos alimentos ricos em sódio, como: alimentos industrializados, embutidos, etc.

Os anabolizantes são verdadeiras bombas para o organismo como um todo. E com os rins não é diferente. Eles podem elevar a quantidade de diversas substâncias no sangue, como frações de colesterol (LDL e HDL). Com mais substâncias para filtrar os rins acabam sobrecarregados, onde pode ocorrer também aumento da pressão arterial, trazendo várias consequências para a saúde cardiovascular e renal.

Em atletas de alta performance o que pode ser feito  para  repor os líquidos perdidos e sais é a ingestão de isotônicos. No entanto, pessoas que praticam atividade física leve e moderada, não são necessário ingerir esse tipo de bebida, mesmo por que a perda de líquidos e sais é menor.

A alimentação equilibrada é muito importante para a saúde dos rins. Evitar gorduras, bebidas alcoólicas (em excesso o álcool pode causar hipertensão e gerar problemas renais), ingerir alimentos ricos em vitaminas e fibras vai colaborar bastante para a manutenção das funções renais.
Manter-se no peso ideal também é importante, já que quando hábitos saudáveis são adquiridos, o risco de ocorrer um problema renal é menor.


Postado por: Juliana Leal e Débora de Oliveira 



Referências Bibliográficas:


SODRÉ, F. COSTA, J. LIMA, J. Avaliação da função e da lesão renal: um desafio laboratorial. Salvador, BA. 2007.

GOMES, M. Para cuidar dos rins. São Paulo: Rev. Saúde. 2012