sexta-feira, 9 de maio de 2014

Atividade física melhora o aprendizado de crianças.


HABILIDADES MOTORAS FUNDAMENTAIS E NÍVEIS DE ATIVIDADE FÍSICA 

A competência motora é fundamental para o envolvimento em atividades ativas. Crianças pouco competentes não se envolvem em atividades de alta intensidade, correndo maiores riscos de doenças associadas ao sedentarismo. A competência motora pode ser um importante meio para diminuir a obesidade, uma vez que ela está associada a altos níveis de atividade física que, por sua vez, estão
relacionados a maior dispêndio de energia e menor massa corporal. Diversos estudos investigaram a relação entre essas duas variáveis para crianças de diversas idades e a maioria dos estudos verificou que as crianças mais competentes realmente eram as mais ativas.
Alguns autores aprofundam estas investigações e analisam essas relações referentes ao sexo. 
Os autores encontraram associações significativas, fracas e positivas entre competência motora e níveis de atividade física ao longo do dia somente para meninos. Para as meninas, os autores não encontraram 
associações significativas. Esses resultados são contraditórios na literatura, embora em crianças mais velhas (9 a 12 anos) encontraram associações positivas, significativas e fracas para ambos os sexos.
Os resultados reportados pelos estudos evidenciam a importância do desenvolvimento das habilidades motoras para elevar os níveis de atividade física de crianças nas diferentes faixas-etárias. Tantos estudos que investigaram os níveis de atividade física na vida diária quanto os que investigaram em aulas de educação 
física reportam resultados semelhantes. Assim, ressalta-se a importância da competência motora para a manutenção de um estilo de vida ativo.

HABILIDADES MOTORAS FUNDAMENTAIS E ESTADO NUTRICIONAL 
 
Crianças obesas muitas vezes são excluídas de práticas ativas ou recebem papéis secundários nas tarefas, uma vez que o excesso de peso tem sido associado a menor habilidade motora. Crianças com excesso de peso são mais expostas a exclusões sociais de modo geral e também das práticas motoras, podendo 
resultar em diferenças de competência motora em relação a crianças de peso normal. Embora este seja um consenso entre pesquisadores, estudos que analisaram essas duas variáveis associadas divergem a respeito dessa relação. Ao analisarem crianças  de 9 a 11 anos verificaram que meninos e meninas com excesso de peso eram em geral menos competentes motoramente do que crianças com peso normal. Do mesmo modo,  ao investigarem criança na mesma faixa etária reportaram que crianças com sobrepeso eram menos competentes em habilidades de locomoção. No entanto, não verificaram diferenças em grupos com diferentes estados nutricionais na competência motora e em habilidades que envolvem o controle de objeto.
Outras pesquisas que analisaram as associações entre as duas variáveis também encontram resultados contraditórios, reportam associações fracas, significativas e positivas entre as habilidades motoras fundamentais e o índice de massa corporal  crianças de 9 a 12 anos. Entretanto, analisaram crianças de 6 a 8 anos e verificaram associação negativa e significativa entre o percentual de gordura corporal e a 
competência motora tanto para meninos quanto para meninas, não encontraram associações significativas entre o índice de massa corporal e as habilidades motoras de crianças de 3 a 5 anos, que também não encontraram diferenças na competência motora em relação ao índice de massa corporal para crianças de 4 a 7 anos. 

Postado por: Carolina Barsotti
Referencia Bibliográfica: http://revista.ulbrajp.edu.br/ojs/index.php/actabrasileira/article/viewFile/2187/657

quinta-feira, 8 de maio de 2014

O que é Vigorexia?

Vigorexia

Também conhecida como Dismorfia Muscular e Anorexia Nervosa Reversa, a Vigorexia foi recentemente descrita como uma variação da desordem dismórfica corporal e enquadra-se entre os transtornos dismórficos corporais.
A Dismorfia Muscular envolve uma preocupação de não ser suficientemente forte e musculoso em todas as partes do corpo, ao contrário dos TDC's típicos, que a principal preocupação é com áreas específicas.
Assim como a Ortorexia, quadro no qual o indivíduo se preocupa excessivamente com a pureza dos alimentos consumidos, a Vigorexia ainda não foi reconhecida como doença.
Os indivíduos acometidos pela Vigorexia frequentemente se descrevem como "fracos e pequenos", quando na verdade apresentam musculatura desenvolvida em níveis acima da média da população masculina, caracterizando uma distorção da imagem corporal. Estes se preocupam de maneira anormal com sua massa muscular, o que pode levar ao excesso de levantamento de peso, prática de dietas hiperprotéicas, hiperglicídicas e hipolipídicas, e uso indiscriminado de suplementos proteicos, além do consumo de esteroides anabolizantes.
Além disto, em relação aos exercícios físicos, observa-se que indivíduos com Vigorexia não praticam atividades aeróbicas, pois temem perder massa muscular. Estas pessoas evitam exposição de seus corpos em público, pois sentem vergonha, e utilizam diversas camadas de roupa, mesmo no calor, com intuito de evitar esta exposição.


Influência

A sociedade atual vem produzindo a manifestação do que é estético e, principalmente, do que deve ser almejado, exibindo um padrão extremamente rígido quanto ao corpo ideal e não se dá conta da produção de um sintoma coletivo que circula por todos os ambientes. Assuntos relacionados à dietas, aparência física, cirurgias plásticas e a prática de exercícios físicos estão em toda parte: no trabalho, na escola e em festas.
Na atualidade, observa-se que o indivíduo só é aceito em sociedade ao estar de acordo com os padrões do grupo. Logo, pessoas não atraentes são discriminadas e não recebem tanto suporte em seu desenvolvimento quanto os sujeitos reconhecidos como atraentes, chegando mesmo a ser rejeitada. Isto pode dificultar o desenvolvimento de habilidades sociais e da auto estima.

Grupos de Risco

A prevalência da Vigorexia afeta com maior frequência homens entre 18 e 35 anos, mas pode também ser observada em mulheres, sendo expressa por fatores socioeconômicos, emocionais, fisiológicos, cognitivos e comportamentais. O nível sócio econômico destes pacientes é variado, mas geralmente é mais frequente na classe média baixa.
A prática de atividade física contínua característica desta desordem pode ser comparada a um fanatismo religioso, colocando à prova constantemente a forma física do indivíduo, que não se importa com as consequências que podem ocorrer em seu organismo.
Falhas nos corpos destes indivíduos que, normalmente, passariam despercebidas para outros, são reais para estes pacientes, conduzindo os mesmos à depressão ou ansiedade, problemas no trabalho e relações sociais. Como resultado, correm o risco de perder o emprego e apresentar problemas de relacionamento.
Fatores cognitivos, comportamentais, o ambiente que o indivíduo se encontra, o estado emocional e psicológico, podem determinar o surgimento do quadro de Vigorexia, frequentadores assíduos de academia que realizam exercício físico em excesso na busca de um corpo perfeito, fazem parte do grupo de pessoas que sofrem de Vigorexia. Essas pessoas se tornam perfeccionistas consigo mesmas e obsessivas pelo exercício, passando horas dentro das academias. Estes complexos podem ser agravados pela busca inconstante da beleza física, acompanhadas de ansiedade, depressão, fobias, atitudes compulsivas e repetitivas - como olhadas seguidas no espelho.
Alguns estudos mostrou que indivíduos que utilizam esteroides anabolizantes diferem pouco dos que não utilizam em relação à auto estima, imagem corporal e comportamentos alimentares, porém apresentam mais sintomas relacionados à Dismorfia Muscular, também constataram que os que usam anabolizantes há um longo período apresentam significativas diferenças em relação aos não usuários em se tratando de sintomas da Vigorexia.
Os treinadores normalmente expressam preocupações sobre alguns de seus atletas, principalmente em relação àqueles que necessitam de baixo peso corporal como corredoras, ginastas, lutadores e atletas do peso leve.
No fisiculturismo as categorias são divididas por peso corporal, levando estes atletas a utilizar diversos recursos para a manutenção ou redução de seu peso. Além disto, participantes desta modalidade esportiva são julgados por sua aparência e não por sua performance.
Com o objetivo de atingir a forma física adequada ao esporte, fisiculturistas manipulam a ingestão calórica, a quantidade de sal da dieta e em alguns casos, utilizam medicamentos diuréticos ou até mesmo suspendem a ingestão hídrica pré-competição. O uso de suplementos alimentares e agentes ergogênicos, incluindo esteroides anabolizantes, é comum no treinamento tanto de fisiculturistas quanto de levantadores de peso. Porém, é importante salientar que tais recursos devem ser utilizados com cautela e recomendados por um profissional especializado, já que podem acarretar diversos danos à saúde do atleta.

Vigorexia e uso de esteroides anabolizantes

O primeiro registro do uso de esteroides anabolizantes foi durante a Segunda Guerra Mundial, por tropas alemãs, para aumentar sua agressividade e força. Em 1954, iniciou-se a utilização destas substâncias em atletas russos de ambos os sexos. O risco de abuso de esteroides anabolizantes, utilizados na tentativa de melhorar o rendimento físico e incrementar o volume dos músculos, por indivíduos portadores de Vigorexia é alto.
Esteroides anabolizantes são derivados sintéticos do hormônio masculino testosterona que podem exercer forte influência sobre o corpo humano e melhorar a performance de atletas. Seu uso está associado a uma série de problemas tanto físicos quanto psiquiátricos. 
A ingestão abusiva de anabolizantes pode trazer prejuízos à massa muscular em longo prazo e os estimulantes utilizados incluem vários tipos de drogas que aumentam a atividade orgânica principalmente por seus efeitos no sistema nervoso central, músculo liso e esquelético. A liberação do hormônio endorfina pode inibir a sensação de dor, cansaço extremo causado pelo exercício intenso e prolongado, podendo levar a uma dependência, pois quanto mais exercícios esses indivíduos realizam, maior a quantidade de endorfina liberada na corrente sanguínea aumentando a sensação de prazer. A consequência é que cada vez realizam mais exercício para busca do bem estar.
Além do uso de esteroides, outras consequências podem ser vistas neste transtorno. A utilização excessiva de pesos durante os exercícios sobrecarrega os ossos, tendões, músculos e articulações, principalmente dos membros inferiores.

Alterações no consumo alimentar

Desde os primeiros Jogos Olímpicos na Grécia Antiga, os quais representaram o berço da busca de relações entre nutrição e desempenho físico, os treinadores e atletas buscam estratégias alimentares capazes de melhorar o desempenho e aumentar o rendimento físico.
Apesar do crescente interesse na área nutrição esportiva, ainda existe um extremo grau de desinformação, tanto dos desportistas e atletas quanto de seus treinadores, que normalmente prescrevem e assumem responsabilidades dietéticas.
Devido ao desconhecimento em relação à dieta e às especificidades que a prática esportiva impõe, alguns atletas comprometem a própria saúde e esforçam-se para alcançar ou manter uma meta inadequada de peso corpóreo, com o mínimo de percentual de gordura corporal.
A dieta inadequada (rica em carboidratos e proteínas) e o consumo exacerbado de suplementos proteicos podem ocasionar muitos transtornos metabólicos aos indivíduos com Vigorexia, afetando especialmente os rins, a taxa de glicemia e o colesterol do indivíduo.

Tratamento

Não há descrição do tratamento para a Vigorexia, em sua maior parte, práticas são "emprestadas" do tratamento de quadro correlatos e não devem ser entendidas como definitivas. Os indivíduos com Vigorexia dificilmente procuram tratamento, pois através dos métodos propostos geralmente acarretarão perda da massa muscular. Caso o indivíduo faça uso de esteroides anabolizantes, sua interrupção deve ser sugerida imediatamente.
No tratamento psicológico incluem a identificação de padrões distorcidos de percepção da imagem corporal, identificação de aspectos positivos da aparência física, deve-se abordar e encorajar atitudes mais sadias, e enfrentar a aversão de expor o corpo.

Postado por: Carolina Barsotti
Referencias Bibliográficas: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1981-91452008000100003&script=sci_arttext


terça-feira, 6 de maio de 2014

Alimentação na adolescência.


A adolescência é um período de varias mudanças que ocorre entre os 10 e 20 anos de idade, marcado por transformações físicas aceleradas e características da puberdade, diferentes do crescimento e desenvolvimento que ocorrem em ritmo constante na infância. Essas alterações são influenciadas por fatores hereditários, ambientais, nutricionais e psicológicos.
Além do aspecto físico, há também mudanças sociais, quando o adolescente começa a adquirir independência e responsabilidade, e mudanças psicológicas, como o aumento da capacidade cognitiva e adaptações de personalidade, constituindo uma parte da população, com características fisiológicas e psicológicas especificas. 
Todas as transformações da adolescência têm efeito sobre o comportamento alimentar, influenciado por fatores internos, auto-imagem, necessidades fisiológicas e saúde individual, valores, preferências e desenvolvimento psicossocial; e por fatores externos, hábitos familiares, amigos, valores e regras sociais e culturais, mídia, modismos, experiências e
conhecimentos do indivíduo.
A família é a primeira instituição que tem ação sobre os hábitos do indivíduo. É responsável pela compra e preparo dos alimentos em casa, transmitindo seus hábitos alimentares às crianças. Os adolescentes tendem a viver o momento atual, não dando importância às consequências de seus hábitos alimentares, que podem ser prejudiciais. Sabe-se que hábitos alimentares inadequados na infância e adolescência podem ser fatores de risco para

doenças crônicas e obesidade.
Os adolescentes passam, gradativamente, maior tempo fora de casa, na escola e com os amigos que, também, influenciam na escolha dos alimentos e estabelecem o que é socialmente aceito. É característica da alimentação desses jovens (e da vida moderna) o consumo de lanches e fast foods, entre as refeições. Esta atitude pode ser justificada pela falta de tempo disponível para dedicar a uma refeição, preferências individuais, modismo e por ser uma refeição que pode ser feita com os amigos.
O impacto nutricional dos lanches e fast foods pode ser influenciado por alguns fatores como, a frequência de consumo e valores nutricionais dos alimentos escolhidos. Tais preparações podem ser aceitáveis, quando parte de uma dieta adequada e balanceada mas, geralmente apresentam alta quantidade de energia e baixa quantidade de ferro, cálcio, vitamina A e fibras. Muitas vezes, os adolescentes consomem refeições de modo irregular e tendem a “pular”refeições, principalmente o desjejum. Isso é mais frequente entre as meninas como forma de perder peso. Em geral, apresentam dietas inadequadas em relação a vários
nutrientes, observou baixo consumo de fibras, ferro e cálcio e alto consumo de proteínas e
colesterol nos estudantes , bem como baixa ingestão de frutas e hortaliças cruas e cozidas. Encontra-se baixa ingestão de leite, frutas e hortaliças entre a população, de 15 a 64 anos, a raça e região são os fatores sócio-demográficos que mais afetam alimentação de adolescentes que, no geral, têm baixa ingestão de vitaminas e minerais.
Estudos de alimentação, indica ocorrência de inadequação alimentar com carência de ingestão de produtos lácteos, frutas, hortaliças e excesso de açúcar e gordura, baixo consumo de alimentos fontes de vitamina C que poderiam aumentar a biodisponibilidade de ferro na dieta, uma vez que este mineral apresenta inadequado consumo entre a população.
Constatou-se que 45% dos adolescentes apresentaram desjejum segundo o padrão estabelecido sendo 44% meninos e 56% meninas, garantindo a ingestão de fontes de cálcio.
O almoço, estabelecido como padrão foi encontrado em 76% dos adolescentes, sendo 36% meninos e 64% meninas. O jantar padrão foi consumido por 53% dos estudantes, sendo 40% e 60% do sexo masculino e feminino, respectivamente.
A prática alimentar dos adolescentes estudados é inadequada já que há baixo consumo de hortaliças e frutas, principalmente no jantar, além de inadequado consumo de cálcio. Há, também, menor consumo de alimentos fonte de energia e proteína no jantar, em relação ao almoço. O almoço constituiu-se na refeição que a maior parte dos adolescentes ingeriu em
conformidade com o padrão estabelecido, ao contrário do desjejum que foi a mais negligenciada, seguida pelo jantar. É preciso conhecer o consumo alimentar entre
as três principais refeições e sua importância na dieta de adolescentes.

Postado por: Carolina Barsotti
Referência Bibliográfica: http://www.scielo.br/pdf/rn/v12n1/v12n1a05.pdf

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Lipídios de frutos secos e sementes.


A pratica de hábitos alimentares saudáveis desempenha uma ação preponderante  na prevenção e controle da morbilidade e mortalidade. O consumo excessivo de gordura poderá estar na origem de diversas doenças crônicas, sendo por este motivo fundamental uma escolha acertada do tipo e quantidade de gorduras consumida. Desde os tempos mais remotos que os frutos secos e a sementes oleaginosas são considerados alimentos saudáveis, com elevado valor energéticos e ricos em ácidos gordos insaturados (AG).
Foi comparado o teor de gordura total e perfil de AG de sete tipos de frutos secos (amendoim torrado, amendoim com sal, caju, pistache com sal, amêndoa sem casca crua, castanha do Brasil e nozes) e cinco tipos de sementes oleaginosas (abóbora, linhaça dourada, linhaça castanha, girassol e sésamo).
O ácido linoleico (W6) é o principal AG encontrado no girassol e nas nozes. As sementes de sésamo,de abóbora e o amendoim torrado apresentam quantidades similares de ácido oleico (W9) e de ácido linoleico (W6). Nas sementes de linhaça castanha e dourada, o AG majoritário foi o ácido alfa- linolênico (W3). O caju, amêndoa, amendoim com sal e o pistache, tem um perfil de ácido graxos (AG) muito semelhante, sendo o ácido oleico.
Em relação a quantidade de ácidos gordos saturados e monoinsaturados, o teor mais elevado foi observado pelos frutos secos.
 A conclusão que temos do seguinte estudo é que os frutos secos e as sementes oleaginosas analisadas são boas fontes de AG insaturados que estão relacionados com vários benefícios para a saúde. Em Portugal, as doenças do aparelho circulatório continuam a ser a principal causa de morte. Portanto, incluir estes alimentos num plano alimentar saudável e equilibrado pode contribuir para a prevenção de várias doenças crônicas.
Postado por: Carolina Barsotti
Referencias bibliográficas:  http://repositorio.insa.pt/bitstream/10400.18/2249/1/observacoes_8_2014_artigo4.pdf
  

sábado, 3 de maio de 2014

Receitas Light!!!

Lasanha de soja e queijo minas light:

Ingredientes:
-Massa de lasanha integral;
-300 grs. de queijo minas light fatiado;
Recheio, molho de soja;
- 2 xícaras de proteína de soja média já hidratada e temperada;
-500 ml. de molho de tomate;
- Pimenta calabresa a gosto;
-Orégano a gosto;
-Folhas de manjericão a gosto;
-Azeite de oliva;
-Sal a gosto
Modo de preparo:
Molho:
Misture a proteína de soja já cozida ao molho de tomate, que pode ser pronto ou preparado em casa.
Acrescente a gosto os demais ingredientes para temperar o molho.
Montagem:
Unte um refratário com o molho de tomate;
Em um refratário médio, coloque na ordem uma camada da massa para lasanha, uma camada do molho e uma camada do queijo;
Repita a sequencia até completar o refratário;
Ao final, cubra a lasanha com fatias de queijo minas;
Leve ao forno médio para gratinar.

Nhoque de Ricota 

Ingredientes:
-1 xícara de espinafre cozido e escorrido;
-300 grs. de ricota passada na peneira;
-60 grs. de queijo parmesão ralado;
-3 colheres de sopa de farinha de trigo integral;
-1 ovo;
- Sal a gosto;
-Pimenta do reino a gosto;
Modo de preparo:
Afervente por aproximadamente 5 minutos, o espinafre com pitadas de sal, escorra e pique o bem;
Junte ao espinafre picado a ricota já peneirada, o ovo, o queijo parmesão, a farinha de trigo, o sal e a pimenta do reino;
Misture tudo e amasse com as mãos, até obter uma massa uniforme e consistente;
Faça bolinhas médias e cozinhe-as em água fervente;
Retire-as quando elas subirem à superfície da água na panela;
Sirva com molho vermelho ou de sua preferência.

Hambúrguer de Brócolis

Ingredientes:
1 maço médio de brócolis japonês cozido e picado somente as flores;
1 cebola pequena picada;
1 clara;
2 colheres sopa de aveia em flocos finos;
3 colheres de sopa de farinha de rosca;
1/2 xícara de chá de maionese light;
1/2 colher de chá de sal;
7 fatias de queijo minas light;
Modo de preparo:
Pré aqueça o forno em 180 C;
Unte e polvilhe uma assadeira média;
Reserve;
Em uma tigela média, junte os brócolis, a cebola, a clara, a aveia, a farinha de rosca, a maionese e o sal;
Misture;
Faça os moldes de hambúrguer;
Coloque por 10 minutos no forno, vire e deixe por mais 10 minutes até dourarem;
Retire do forno, cubra cada um com 1 fatia de queijo minas coloque sobre ela outra fatia de hambúrguer e leve ao forno por mais 5 minutos;
Sirva em seguida.

Postado por: Carolina Barsotti
Referencias bibliográficas: tudogostoso.com.br/receitaslight

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Prós e contra do aeróbico no jejum.

Independente do fator motivacional para a execução da atividade física é fundamental a ingestão adequada de nutrientes para um melhor desempenho, levando-se em consideração os desgastes nutricionais e a necessidade de reposição. O carboidrato, por exemplo, quando administrado na quantia certa, melhora o desempenho físico no exercício de curta duração e o exercício de alta intensidade, como a corrida, pois retarda a fadiga devido à preservação do glicogênio.
Quando o treino é realizado na parte matutina, logo após um longo período de sono, propicia que os estoques de glicogênios hepático e muscular sejam bastante depletados, diminuições da glicemia e do estoque de glicogênio muscular são importantes fatores determinantes de uma maior ou menor proteólise na vigência de um exercício físico. Nesse sentido, uma ingestão adequada de nutrientes pela manhã, previne o indivíduo contra hipoglicemia e, consequentemente, melhora o desempenho em um treino aeróbio.
Observa-se, porém, que grande parte dos esportistas que treinam pela manhã opta por fazer em jejum por falta de apetite nesse horário, ou por questão de pouco tempo para o esvaziamento gástrico, podendo causar um refluxo no momento do treino, ou ainda por não terem tempo para esta refeição, sendo assim, esses esportistas podem estar com o desempenho e performance comprometidos, ou ainda em risco de hipoglicemia.
Os resultados mostram que apesar da média de glicemia no pós-treino com placebo estar inferior ao dia com carboidrato, o exercício no tempo e na intensidade executada não levou o grupo a reduzir sua
glicemia mesmo em jejum. Esse fato pode ser justificado pelas condições de jejum e de exercício proporcionarem estimulação das células alfa, que liberam glucagon e imediatamente depois, glicose pelo fígado na corrente sanguínea. Além disso, no estado de jejum e durante o exercício a glicemia também
pode ser elevada com a contribuição das catecolaminas e do cortisol, que são hormônios considerados hiperglicemiantes. Com isso, aumenta-se a disponibilidade de glicose para células, mantendo adequadas as
concentrações plasmáticas de glicose para satisfazer as demandas metabólicas aumentadas pelo exercício.
Sendo assim, pode-se ter havido uma preservação do glicogênio hepático e muscular com a bebida carboidratada, visto que os valores médios de glicemia foram maiores quando comparados com o placebo, mas não se pode inferir pelos resultados glicêmicos uma alteração no desempenho dos participantes com esta bebida, já que não houve redução da glicemia quando em jejum.
A disponibilidade aumentada de glicose no sangue por meio de ingestão de carboidrato está associada às taxas aumentadas de oxidação de carboidratos e retardo da fadiga, pois aumenta a oxidação desse nutriente e melhora do desempenho no endurance. Parte disso pode ocorrer devido a uma maior captação de
glicose no músculo  e ao aumento do equilíbrio energético muscular.
Estudos sugeriram que o principal mecanismo para retardar a instalação da fadiga estaria na manutenção da
glicemia e na velocidade de oxidação dos carboidratos, nos últimos estágios dos exercícios, quando a disponibilidade do glicogênio muscular estaria limitada. A ingestão de carboidratos economizaria o
glicogênio muscular, em alguns tipos de fibra, durante o ciclismo intermitente e em corridas.
A ingestão de carboidratos estimula a função cerebral e melhora a sensação de bem-estar durante os exercícios. A maioria das pessoas para de se exercitar ou apresenta baixo rendimento devido à percepção do esforço ser mais intensa. O aumento na percepção do esforço durante os exercícios prolongados, na maioria dos casos, precede a incapacidade do músculo em produzir a força e a potência adequadas. Por
outro lado, os benefícios da ingestão de carboidratos em retardar a fadiga incluem a redução na sensação de esforço, aumento da motivação, bom humor e diminuição da inibição do centro nervoso motor cerebral,
situado na região superior do cérebro. A ingestão de carboidratos durante o exercício ajude a manter a glicemia, reduza a concentração de EPI, glucagon, cortisol e GH no sangue e aumente a concentração da insulina. Portanto, a ingestão de carboidratos pode retardar a depleção de glicogênio muscular e hepático,
aumentando a captação de glicose e a oxidação nos músculos e cérebro. Assim, diminui a concentração de ácidos graxos livres e amônia, os quais contribuem para o início da fadiga central.
Conclui-se que a ingestão de carboidratos pré-treino proporcionou aumento do volume de oxigênio máximo dos participantes com melhora no desempenho e rendimento, pois permite a manutenção da glicemia e esta, por sua vez preserva o glicogênio muscular e hepático, reduz a sensação de esforço e diminui a fadiga do centro nervoso motor cerebral.

Postado por: Carolina Barsotti
Referência Bibliográfica: http://www.rbne.com.br/index.php/rbne/article/viewFile/233/231

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Uso de Maltodextrina em exercícios de intensidade.


O uso de manipulações dietéticas e o consumo de nutrientes com o proposito de aumento na performance por parte dos atletas são uma prática milenar. Esse é um fato compreensível quando se considera o ambiente altamente competitivo em que vivem os atletas, juntamente com o grau de motivação para vencer.
A prática da suplementação é um fenômeno que cresce a cada dia, devido a preocupação dos atletas quanto a melhora da saúde e performance física, tendo a relação entre dieta e desempenho físico fundamental para o desempenho desses competidores.
Existem fatores que podem influenciar a suplementação de carboidratos com tempo, frequência, conteúdo do suplemento e tipos de suplemento. Em exercícios de longa duração o substrato degradado e utilizado é o carboidrato, o qual é armazenado na forma de glicogênio.
A glicose exerce um papel importante, pelo fato de servir como combustível primário, para a performance do músculo, principalmente durante exercícios intensos.   Dessa forma recomenda-se a ingestão de carboidratos para atletas que realizam competições com duração igual ou superior a 1 hora, devido a ter uma rápida metabolização e por serem digeridos e absorvidos mais rápido que as proteínas e lipídios.
Como os carboidratos são considerados o principal combustível durante o exercício de alta intensidade, aqueles atletas que treinam intensivamente e competem dias seguidos e não consomem carboidratos da forma correta, apresentam diminuição diária do glicogênio muscular, acarretando a diminuição da performance física. Considerando uma  recomendação ideal as dietas com alto teor de carboidratos complexos e baixo teor de gordura, evidenciando que a ingestão alimentar dos atletas possuem necessidades nutricionais diferentes.

Quando é analisado esportes de longa duração, que exige uma demanda energética elevada devido a combinações de duas modalidades esportivas existe uma escassez sobre suplementação de carboidratos.
Acontecendo a dificuldade de atletas e treinadores escolherem o suplemento ideal, pois os esportes acabam sendo separados, tornando inviável escolher um tipo de carboidrato, tempo ingestão e frequência ideal para este esporte, solicitando grupos musculares diferentes, possuindo também necessidades especificas, de acordo com as modalidades.
Observa-se os esportistas que usaram maltodextrina teve um aumento nos níveis de glicemia no decorrer da competição. O que ocorre é a combinação de carboidrato antes e durante a competição.
Portanto a suplementação de carboidrato (Maltodextrina) pode beneficiar a performance durante as competições, por ter a elevação dos níveis glicêmicos e insulina e tendo também a diminuição do lactato e cortisol, melhorando assim o rendimento físico, pois diminui a depleção do glicogênio no músculo e no fígado, aumentando a captação de glicose no músculo e cérebro, evitando a fadiga. Evita a hipoglicemia, tem uma maior disponibilidade do substrato para a realização do trabalho muscular.

Postado por: Carolina Barsotti
Referencia Bibliográfica:http://www.scielo.gpeari.mctes.pt/pdf/rpcd/v6n1/v6n1a05.pdf

terça-feira, 29 de abril de 2014

As frutas, é um bom aliado para perder peso?

Quando trocamos alguns alimentos por frutas, nem sempre é a melhor escolha para perder peso. Algumas frutas são altamente calóricas podendo ter efeitos contrários e prejudicando a perda de peso. Por outro lado as frutas são ricas em nutrientes não podendo ficar de fora da alimentação do dia a dia.

Lista de algumas frutas mais calóricas que encontramos:

100 grs. de abacate equivalem a 160 Kcal;
100 grs. de açaí equivalem a 240 Kcal;
100 grs. de banana terra equivalem a 117 Kcal;
100 grs. de cereja equivalem a 97 Kcal;
350 grs. de manga equivalem a 230 Kcal;
130 grs. de maça equivalem a 85 Kcal.

Lista de algumas frutas menos calóricas que encontramos:

80 grs. de abacaxi equivalem a 50 Kcal;
12 grs. de acerola equivalem a 4 Kcal;
20 grs. de framboesa equivalem a 12 Kcal;
50 grs. de Limão equivalem a 12 Kcal;
70 grs. de melão equivalem a 19 Kcal;
100 grs. de melancia equivalem a 24 Kcal.

As frutas se consumidas de forma equilibrada são auxiliares do emagrecimento, pois elas oferecem o equilíbrio do organismo e por consequência acaba favorecendo a perda de peso, tendo o beneficio no combate as deficiências de vitaminas e sais minerais e na prevenção de doenças cardiovasculares, câncer e diabetes
As frutas que mais auxiliam na para a perda de peso é: Maracujá pois contém pectina que é uma fibra que quando ingerida junto com água forma um gel no estômago onde acaba estimulando a saciedade, o limão ajuda a acelerar o metabolismo, o melão auxilia no funcionamento intestinal onde também é rica em água e dá saciedade.
É importante variar nas cores das frutas ao longo do dia, pois assim acaba fornecendo vários tipos de nutrientes.

Postada por: Carolina Barsotti
Referencias bibliográficas: http://www.scielosp.org.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Aditivos alimentares o que são e o que pode causar?


O que é um aditivo?
Aditivo alimentar é qualquer ingrediente adicionado intencionalmente aos alimentos, sem propósito de nutrir, com o objetivo de modificar as características físicas, químicas, biológicas ou sensoriais, durante a fabricação, processamento, preparação, tratamento, embalagem, acondicionamento, armazenagem, transporte ou manipulação de um alimento. 
Os aditivos podem ser classificados em diretos, quando são adicionados ao alimento com um propósito 
específico. Muitos deles são identificados no rótulo dos produtos. Os aditivos indiretos, normalmente, 
convertem-se em parte do alimento, mesmo em quantidades insignificantes.
Além da preocupação com as características sensoriais do alimento produzido, a indústria alimentícia visa à produção de alimentos estáveis e seguros para o consumidor, que tenham uma longa vida de prateleira. Uma das técnicas utilizadas, como já citado, é a adição de conservantes em seu processo de beneficiamento.
São usados em vários produtos como frutas desidratadas, vinhos, sucos industrializados, bebidas carbonatadas, que contenham suco de fruta, biscoitos, geleias e mostarda, hortaliças desidratadas (com exceção da cebola e do alho), frutas e legumes frescos, licores, produtos cárneos como salsichas, peixes e linguiças.
Importante ressaltar que as reações causadas são caracterizadas como intolerâncias, e não como alergias. A intolerância alimentar pode ter sintomas semelhantes aos de uma alergia (incluindo diarreia, náusea e dor abdominal), mas o sistema imunológico não é envolvido nas reações que ocorrem da mesma maneira. A intolerância alimentar ocorre quando o organismo não consegue digerir adequadamente um alimento ou um dos seus componentes.
As reações adversas aos conservantes, corantes e aditivos alimentares são raras, mas não devem ser 
menosprezadas. O corante artificial tartrazina, sulfitos e glutamato monossódico são relatados como causadores de reações. Na espécie humana os sulfitos podem provocar anafilaxia, urticária, angioedema, hipotensão náusea, irritação gástrica local, dores de cabeça, distúrbio do comportamento, erupções cutâneas, diarreia e crise asmática em indivíduos asmáticos sensíveis a sulfitos. A maioria das reações de 
intolerância adota a forma de ataques asmáticos e urticária.
Os dados de intolerância a aditivos alimentares no Brasil são escassos e carecem de metodologia 
rigorosa. 

Postado por: Carolina Barsotti
Referencias bibliográficas: http://www.unicamp.br/nepa/arquivo_san/volume_13_6_2011/2-Favero-et-al-Sulfitos_13-06-2011.pdf

sábado, 26 de abril de 2014

Os benefícios da Natação.


A natação é um dos esportes mais completos e mais acessível a qualquer idade seja bebes, crianças, adolescentes, adultos, grávidas e idosos, podendo tirar vantagens desta modalidade reduzindo impacto para estrutura óssea, a natação pode ser encarada como um esporte para competição, modalidade associada a terapias ou alguma forma de aliviar tensões diárias.
A natação diminui os riscos de doenças cardiovasculares, com as braçadas acabam tornando o coração mais forte, ao mesmo tempo favorecendo a formação de músculos e eliminando a gordura em torno deste órgão vital, assim bombeando mais sangue para todo o corpo. Esta atividade reduz a frequência cardíaca e estimula a circulação sanguínea.
A natação também fortalece o músculo da parede torácica permitindo a elasticidade dos pulmões, absorvendo uma quantidade maior de oxigênio. 
As articulações são beneficiadas, aumentando o seu tamanho, os músculos resguardam com eficacia os tendões e ligamentos. A natação leva o exercício de todas as articulações onde acaba contribuindo para o alivio das dores resultantes de artroses. Também tem o aumento da autoestima, as pessoas acabam se sentindo mas seguras e independentes. 
Outro aspecto que interessa bastante é o retardo do envelhecimento, tanto físico quanto psicológico, a natação ajuda a queimar calorias e ajuda na definição de silhuetas, aperfeiçoando a coordenação motora e ativando a memória.
A natação acaba sendo um aliado ao estresse, pois existe a concentração de conciliar a respiração aos movimentos. 
Alguns especialistas alegam que a natação concorre para um desenvolvimento de um sistema respiratório mais resistente a doenças e alergias e da musculatura esquelética, por outro lado auxilia o desenvolvimento neuro-motor, psicossocial, cognitivo e cardio respiratório. Acaba tendo mais fome e um sono mais tranquilo. Portanto é fundamental uma boa alimentação:
Os carboidratos devem compor de 55 a 65% da dieta, pois o exercício prolongado reduz os níveis de glicogênio muscular. Atenção a hidratação durante o dia.    
Antes do treino: 
1 a 2 horas antes do treino devem ser prioridades a ingestão de água, carboidratos e evitar o consumo de gorduras, não praticar exercício em jejum, pois pode haver redução da performance. 
Durante o treino:

Atletas de esporte aquático podem ter menor percepção da sensação de sede, portanto devem deixar na borda da piscina uma garrafa com água ou bebida contendo água e carboidrato.
Em treinos ou provas acima de uma hora, deve ser ingerido de 30 a 60g de carboidrato a cada hora para evitar hipoglicemia, depleção de glicogênio e fadiga.
Deve ser utilizada bebida esportiva que contém carboidratos e sódio, por promover maior absorção de água e glicose, melhorar a palatabilidade e repor as perdas pelo suor.

Após o treino:
Em treinos de alta intensidade e acima de uma hora, além de carboidratos, deve ser utilizada proteína para repor o glicogênio muscular e acelerar a recuperação.
Alimentação adequada, individualizada, boa hidratação e descanso são fundamentais para a melhora da performance.
Postado por: Carolina Barsotti
Referência Bibliográfica: ESPECIALIZAÇÃO PRECOCE NA NATAÇÃO E SEUS
EFEITOS

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Os benefícios do gengibre na saúde.

O gengibre é um vegetal nativo da Ásia, é uma raiz tuberosa usada tanto na culinária quanto na medicina, assumindo vários benefícios terapêuticos tendo ações bactericidas, desintoxicante e ainda ajudando no sistema digestivo, respiratório e circulatório. Também é reconhecido como um alimento termogênico, capaz de acelerar o metabolismo assim favorecendo a queima de gordura corporal.

O gengibre apresenta uma substância chamada gingerol onde essa tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias protegendo o organismo de bactérias e fungos. A raiz do gengibre é composta por vitamina B6, como os minerais, potássio, magnésio e cobre.
Os benefícios do gengibre:
O gengibre acaba sendo referencia quando se fala de problemas estomacais, combatendo enjoos, gases, indigestão, náuseas, auxiliando também na digestão de alimentos gordurosos.
A raiz também é utilizada para combater mau hálito, cólica menstruais e ressaca, pois ela ter o poder de anti-inflamatório, alivia também a dores decorrentes da artrite, dores musculares, infecções do trato respiratório como a tosse e a bronquite. 
Por que o gengibre acaba ajudando a emagrecer?
Todas as atividades que realizamos com o corpo consome energia, incluindo o sistema digestivo. Esse alimento acaba aumentando o gasto calórico do organismo durante a digestão e o processo metabólico. Quanto mais difícil for a digestão do alimento maior será seu poder termogênico. As substâncias contidas no gengibre acabam aumentando a temperatura corporal, com isso acelera o metabolismo e a queima de gordura. 
Como consumir?
Pode ser consumido cru, conserva, óleos e chás. 
Nos chás com infusão de pedaços frescos podendo ser utilizado para gripes, tosses e resfriados, também hidratando o corpo e ajudando a eliminar as toxinas. 
Nos sucos tem ação anti- inflamatória favorecendo a eliminação de toxinas no organismo, gerando mais disposição para o corpo.
Em pedaços ajuda a aliviar a rouquidão e irritações na garganta.
Contraindicações para o seu consumo:
Gestantes não podem fazer o uso deste alimento, podendo afetar alguns hormônios do feto e até levar a aborto, também não é indicado pra mães que estão amamentando.
Não se recomenda o uso do gengibre para quem tem hipertiroidismo, pois seu metabolismo já está muito elevado, podendo perder massa muscular. Além das pessoas cardiopatas, com enxaqueca,com ulceras e pessoas alérgicas não devem abusar deste alimento, elevando a pressão arterial, hipoglicemia, insônia, nervosismo e taquicardia. 
O risco de seu consumo:
O gengibre pode favorecer as hemorragias por isso deve ser evitado por pessoas com distúrbios hemorrágicos, tendo a piora também nos quadros de doenças cardíacas, diminui os níveis de glicose no sangue para pessoas que sofrem de diabetes. 

Postado por: Carolina Barsotti
Referencias bibliográficas: http://www.luzimarteixeira.com.br/wp-content/uploads/2009/09/livro-qualidade-de-vida-caitulo-terapia-manual-na-terceira-idade-e-disfuncao-atm.pdf#page=114

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Glúten, tirar ou não da alimentação?

Glúten é uma proteína que está presente no trigo, centeio e cevada. Alguns especialistas iniciaram movimentos para provar que a proteína faz mal e está ligada ao aumento de doenças graves, como as cardíacas e Alzheimer, mas a ciência ainda não comprovou que provoque o Alzheimer.
O glúten tem algumas particularidades que desfavorecem, está presente em vários alimentos ricos em carboidratos e com alto índice glicêmico, que acabam elevando a taxa de açúcar no sangue, podendo engordar e aumentar o risco de diabetes, porém essas consequências não são desencadeadas por conta do glúten em si, e sim pelo açúcar do carboidrato. Assim não adianta eliminar a proteína da dieta, e consumir arroz branco e batata.
É verdade o glúten pode ser prejudicial a dieta mas apenas por aqueles que sofrem de doença celíaca, o que acontece é que quando um celíaco acaba consumindo glúten, seu sistema imunológico acaba reconhecendo a proteína como um inimigo e acaba reagindo contra ela, atingindo o intestino delgado e prejudicando a absorção de nutrientes.
Também acontece daquelas pessoas que sofrem de intolerância ao glúten, passando mal quando consomem a proteína, mas acabam não tendo o intestino danificado e não sofrem de doenças crônicas, podendo aparecer em qualquer pessoa em qualquer idade.
Do ponto de vista nutricional, não há nenhum problema em tirar o glúten da dieta, tendo a possibilidade que este hábito melhore a qualidade da alimentação, quando é substituído por opções saudáveis como frutas e legumes.
 
Quem deve ficar longe do glúten?
A pessoa que tiver algum tipo de sensibilidade ao glúten tem que evitar a proteína.
Pessoas adultas podem sofrer intolerância ao glúten?
A doença celíaca é geneticamente determinada e se manifesta ainda criança,podendo aparecer quando adulto, pois a doença já existia, mas sem sintomas aparentes. Já a intolerância pode acontecer em qualquer momento, ainda não se sabe a causa deste fenômeno.
A dieta sem glúten pode ser benéfica a todas as pessoas? 
Para as pessoas com doença celíaca e intolerância é essencial para o seu bem estar, já para as que não sofrem de nenhuma doença acaba sendo desnecessárias, todas as pessoas que não sofrem da intolerância ao glúten consegue digerir pães, massas perfeitamente, o que acaba acontecendo com a retirada do glúten é uma alimentação mais saudável.
O glúten engorda?
O glúten em si não é calórico, mas como acaba fazendo parte de uma serie de alimentos calóricos, quando cortados a proteína da dieta a pessoa consiga emagrecer, mais lembrando que não irá fazer nenhuma diferença se for substituídos por alimentos calóricos.  
Os alimentos que contém glúten viciam?
Segundo especialistas o glúten não causa dependência.
Quando a pessoa pode saber que tem intolerância ao glúten?
Aparece quando as condições já atingiu o intestino e prejudicou a função digestiva, incluindo diarreia crônica, inchaço no abdome, anemia, vômitos, enxaqueca, perda de peso,unhas e cabelos quebradiços. O diagnostico pode ser feito através de exame de sangue que analisa anticorpos associados à condição.

Postado por: Carolina Barsotti
Referencia Bibliográfica:   http://veja.abril.com.br/noticia/saude 

terça-feira, 22 de abril de 2014

Intolerância e Alergia ao Leite de Vaca!!


O que é alergia à proteína do leite?

Para começar devemos esclarecer que não existe alergia à lactose. Diversas proteínas podem ocorrer alergias incluindo a do leite, entretanto a proteína do leite é a que causa maiores problemas. 
O que ocorre na alergia é a produção de grandes quantidades de imunoglobulinas contra os sítios alergênicos, neste caso é muito difícil mudar os sítios ativos da proteína. A melhor forma é eliminando da alimentação a proteína que contenha os sítios alergênicos ativos.
 A alergia verdadeira é uma reação envolvendo o sistema imunológico do corpo, com formação de anticorpos nas células brancas do sangue. O sistema imunológico combate os invasores estranhos ao corpo usando os anticorpos. Quando esses invasores são bactérias e vírus perigosos, a resposta imunológica é necessária e desejável. No caso da alergia às proteínas do leite, por outro lado, a resposta imunológica seria desnecessária, além de causar diversos problemas.
A alergia é causada em crianças por proteínas que não existem normalmente no leite humano e que são introduzidas na nova alimentação do bebê. As proteínas do leite mais envolvidas na alergia são as caseínas, a beta-lactoglobulina e a alfa-lactoalbumina. A alergia verdadeira é causada pelas imunoglobulinas E (IgE), em resposta à presença destas proteínas consideradas como antigênicas pelo sistema imunológico das crianças. A IgE causa liberação de substâncias vasoativas por alguns tipos de células, que causam problemas.
Os sintomas da alergia podem surgir imediatamente ou até várias horas ou dias após a ingestão do alimento.
Tipo 1 – Os sintomas iniciam dentro de 45 minutos da ingestão de pequenas quantidades do alimento, causando principalmente problemas na pele, eczema e urticária. Pode também apresentar problemas respiratórios (nariz escorrendo, chiado etc.) ou gastrointestinais (vômito e diarreia). Estas crianças normalmente têm concentração de IgE elevada.
Tipo 2 – Os sintomas iniciam diversas horas após a ingestão, Apresentando, principalmente,sintomas de vômito e diarreia.
Tipo 3 – Os sintomas aparecem depois de 20 horas, ou até mesmo dias, após a ingestão,incluindo diarreia, com ou sem reações respiratórias ou na pele.
A alergia que se manifesta rapidamente tende a ser facilmente diagnosticada e é detectada no teste da pele. Por outro lado, a alergia que se manifesta muito depois da ingestão não é facilmente diagnosticada e tende a produzir doenças crônicas que. às vezes, não são relacionadas facilmente com sua causa.

O que é intolerância a lactose?

 intolerância à lactose ocorre devido à inabilidade para digerir quantidades significativas do açúcar do leite, a lactose. Esta inabilidade resulta da falta de quantidade suficiente de uma enzima "lactase" no interior das vilosidades do intestino. 
Nestes casos, as pessoas não podem consumir a lactose, pois ela não é hidrolisada pela enzima lactase chegando-se à glicose e à galactose. Em consequência não consegue atravessar a parede intestinal para ir para a corrente sanguínea.
A lactose, então, continua dentro do intestino e chega ao intestino grosso, onde é fermentada por bactérias, produzindo ácido lático e gases. A presença de lactose e destes compostos nas fezes no intestino grosso aumenta a pressão osmótica e drena água do corpo, causando a diarreia ácida e gasosa.
A intolerância à lactose não envolve o sistema imunológico e os problemas são causados pela inabilidade de digestão da lactose. A intolerância à lactose só apresenta os sintomas de dores abdominais, diarreia ácida e gases.
Existem dois tipos básicos de intolerância à lactose: a genética e a adquirida. A intolerância genética é maior em determinadas raças de seres humanos.  A intolerância genética, entretanto, só aparece após alguns anos de vida, dois a três anos por exemplo, apesar de haver raras exceções. Crianças de qualquer raça com menos de um ano, normalmente, são tolerantes à lactose.
A intolerância adquirida ocorre quando houver fatores que possam causar doenças digestivas que promovem inchaço das vilosidades do intestino, que escondem a lactase e não deixam que ela exerça a sua função de hidrolisar a lactose. Neste caso, os mesmos sintomas de diarreia abundante e gasosa também ocorrerão. O inchaço das vilosidades pode ocorrer devido, por exemplo, à ingestão de alimentos contaminados, diarreia infecciosa, doença célica e parasita, que poderão causar irritação do intestino. As crianças, cujos intestinos são ainda delicados, são especialmente vulneráveis à intolerância adquirida.
Entretanto, quando o problema inicial for resolvido, a pessoa deixa de ser intolerante à lactose, pois a enzima poderá continuar a exercer normalmente a sua função. Nos casos de intolerância adquirida, o leite e outros alimentos que tenham lactose devem ser removidos da alimentação até a normalização do intestino. 
A intolerância adquirida à lactose é, portanto, reversível, enquanto que a intolerância genética é irreversível.
Outro tipo de intolerância é aquele decorrente de cirurgias, quando, por exemplo, uma parte do intestino é removida. Neste caso, a quantidade de lactase no intestino pode se tornar insuficiente para hidrolisar a lactose, mesmo se, anteriormente à operação, a pessoa era tolerante à lactose.

Postado por: Carolina Barsotti
Referências Bibliográficas: http://www.dta.ufv.br/artigos/tolerancia.htm