terça-feira, 12 de agosto de 2014

Ganhe definição com MUAY THAI!



O Muay Thai é uma arte marcial tailandesa que é derivada das táticas de guerra dos campos de batalha siameses. Nos combates de Muay Thai ou Thai Boxing, é permitida a utilização de socos, chutes, joelhadas e cotoveladas, sendo que o sucesso está associado ao desenvolvimento da inteligência tática, bem como da maior variedade de habilidades técnicas e da sua utilização por parte do lutador. Oficialmente, os combates são caracterizados por fases dinâmicas de três minutos por um de descanso, durante as quais os lutadores tentam nocautear seu oponente, bem como se defender dos golpes desferidos por eles. Durante as lutas, os atletas utilizam luvas de boxe e diversos equipamentos ofensivos e defensivos. Essa arte marcial difundiu-se com grande rapidez na segunda metade do século XX, e atualmente está presente em mais de 110 países e cinco continentes. Estima-se que o número de praticantes no mundo já superou um milhão. Geralmente, as aulas ou treinamentos de Muay Thai são iniciados com um aquecimento de 15 a 30 minutos, composto de alongamentos específicos e ginástica calistênica, seguidos de educativos de chutes, socos, joelhadas, cotoveladas, exercícios com sacos de pancada e com sparring. Já no que diz respeito aos combates, o Muay Thai é uma atividade física intermitente, cuja intensidade do esforço varia entre máxima e submáxima com pequenos intervalos de recuperação. O valor médio de consumo máximo de O2 em lutadores de Muay Thai é de 48,52 mL/Kg/min, a freqüência cardíaca média durante um combate é de 182,9 batimentos por minuto, e o gasto energético de uma luta é de aproximadamente 13,94 Kcal/min, ou seja, 1254,6 kcal em 90 minutos de aula. 
Abaixo 5 motivos para você praticar o Muay Thai
ü  Estimula todas as partes do corpo. Ajuda-o a dormir melhor e mais rapidamente, dando-lhe energia para o trabalho e o divertimento.
ü  Fortalece os músculos, tendões, ligamentos e articulações.
ü Queima as calorias dos alimentos, principalmente as gorduras armazenadas no organismo que é transformado em energia
ü  Vence a fadiga. A circulação ativa e dissipa os depósitos de ácido láctico e outros venenos do organismo.

Postado por: Bruna Rafaella Faria
Referência: revista da Faculdade de Educação Física da UNICAMP, Campinas, v. 11, n. 1, p. 218-234, jan./mar. 2013.
 

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Dieta e Acne


A ideia de que a relação entre acne e fatores dietéticos não apresenta nenhum fundamento científico, até pouco tempo atrás transmitida por muitos profissionais convencionais, vem caindo em desuso.
A discussão acerca dos alimentos que agravam o quadro acneico ainda é controversa. Os alimentos mais relacionados são chocolate, nozes, produtos lácteos, alimentos gordurosos e condimentados, carboidratos simples, algumas vitaminas e sais minerais.

A modificação dos hábitos alimentares, com a substituição do consumo de alimentos naturais pelos processados e industrializados, parece contribuir para o desencadeamento da acne. A prevalência de acne é baixa e muito menor em área rurais e sociedades não industrializadas que na população moderna ocidental. Observações e estudos de casos sugerem que a acne pode desenvolver-se em grupos que adotam principalmente altos índices de glicose. Por exemplo, a acne estava ausente na população de esquimós inuítes enquanto mantinham sua dieta tradicional. 
Contudo, após mudança dos hábitos alimentares para uma dieta de cunho industrializado, típica do Ocidente, houve desencadeamento do quadro acneico.
Evidências científicas visam consolidar o real efeito da alimentação e nutrição na prevenção e no desencadeamento da acne com ênfase na utilização de alimentos pró-inflamatórios, dieta hiperlipídica, hiperpermeabilidade intestinal, índice glicêmico (IG) da dieta,algumas vitaminas e sais minerais e a influência do leite na acne.     
Postado por Eliane Indena e Flávio Faitarone. Fonte: Nutrição Aplicada à estética\ Organizadora: Ana Paula Pujol. - Rio de Janeiro\RJ.



Contra o sedentarismo na infância

                                            
Tire as crianças do sofá e coloque-as para se mexer. A medida garante, além de um corpo saudável, mais cinco anos na expectativa de vida delas. O alerta está em um grande estudo, feito com base em estatísticas, sobre o impacto da falta de exercícios físicos até os 10 anos de idade. O relatório Projetado para se Mover, assinado pela Nike e 70 profissionais de renomadas instituições de esporte e pediatria mundiais, traz dados alarmantes. No Brasil, estima-se que metade da garotada seja acomodada. E mais: os casos de obesidade infantil triplicaram nos últimos 20 anos.


Além do ganho de peso, a pesquisa relaciona outros aspectos fisiológicos, comportamentais e até econômicos para provar que essa geração preguiça corre um grande perigo. As consequências atingem inclusive a vida profissional dessa turmo no futuro. Funciona assim: quem se exercita desde cedo vai melhor nos estudos e desenvolve menos doenças. Por isso, falta menos ao trabalho e, consequentemente, ganha mais. Para Andrea Freudenheim, educadora física da Universidade de São Paulo (USP), passar os primeiros anos de vida paradão pode resultar numa espécie de analfabeto motor. "Quem não aprende a nadar quando criança terá mais dificuldade em fazer isso depois", exemplifica Andrea. "Com isso, a pessoa não usufrui de uma cultura corporal, seja para o lazer, seja para a prática esportiva", ela lamenta.
Já o médico Ricardo Barros, da Sociedade Brasileira de Pediatria, destaca os benefícios hormonais dos que colocam o corpo para suar quanto antes. "Na infância e na adolescência, o exercício ajuda no desenvolvimento e até a ganhar um pouco de altura", ele diz.
Na hora de agir para desencostar a molecada, a natureza joga a favor: a sede pelo movimento é latente e só precisa ser despertada. "Nessa fase, a ação é algo espontâneo e biológico", reforça Aylton Figueira Júnior, educador físico das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), na capital paulista. Mas vale considerar o alerta de Ademir De Marco, psicólogo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior de São Paulo: " A principal atividade dos pequenos é brincar, e precisamos respeitar esse direito".

O Ciclo virtuoso do esporte: Impacto no desenvolvimento físico e intelectual ao longo da vida!

Mais Leveza: O risco dos quilinhos a mais é 30% maior entre os pequenos inativos. " No estirão da adolescência, podem ganhar mais peso do que o aconselhável para a altura que alcançarão", explica o educador físico Pedro Hallal, da Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul.

Inteligência: O aproveitamento escolar é 40% maior entre a garotada que se mexe, graças ao aumento do fluxo de sangue no cérebro, que melhora a comunicação neuronal. " Eles também dormem bem, o que ajuda a memorizar o que aprendem", diz Aylton Figueira Junior, da FMU. 



Hábitos Saudáveis: Os esportistas mirins, segundo o estudo, apresentam menor possibilidade de fumar, usar substâncias ilícitas, adotar um comportamento sexual arriscado e até enfrentar uma gravidez na adolescência.

Renda Maior: Os adeptos dos exercícios físicos na infância se sairiam melhor no mercado de trabalho, com salários maiores. Isso porque faltariam menos no expediente por doenças. De quebra, teriam menos despesas médicas.

Menos Doenças: Quem se exercita tem menor probabilidade de desenvolver males cardiovasculares, diabete e até câncer.Na contramão, criança parada pode deixar de ganhar densidade óssea, que nãoé recuperada no futuro. " O exercício físico estimula a atividade dos osteoblastos, células que fabricam os osso", diz Ademir De Marco, da Unicamp.

Herança Esportiva: Pesquisas apontam que a criança que se movimenta tende a ser um adulto mais ativo, que praticará mais atividades com os filhos, mantendo o ciclo saudável.

Postado por Eliane Indena. Fonte: Revista Saúde é Vital - Março 2013


Chocolate: Um vilão?



Um dos doces mais consumidos no mundo é o chocolate. Os Maias, Toltecas e Aztecas, povos que descobriram a guloseima 1.500 anos a.C, no Golfo do México, o consideravam o alimento dos deuses.
Isso ajuda a entender porque milhares de pessoas se autodenominam viciadas no doce, os chamados "chocólatras". O chocolate, além da sensação de bem-estar, ajuda a combater a depressão e a ansiedade. No entanto, é preciso estar atento: o chocolate possui alto teor de gordura e açúcar, substâncias danosas à saúde.
"A OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda o consumo de chocolate no limite de 50g por dia, ou seja, um tablete pequeno". Essa é a quantidade ideal para aproveitar os benefícios desse alimento e fugir dos exageros. Para não ter mais dúvidas sobre o consumo de chocolate, conheça quando pode fazer bem e quando deve ser evitado.
Entre os benefícios, o chocolate contém as vitaminas A, B, C, D e E e minerais como fósforo e ferro. Mas nunca exagere, pois além do alto teor de açúcar, o chocolate também apresenta uma quantidade significativa de gordura vegetal hidrogenada, que compõe a famosa gordura trans. Quando consumida em demasia, essa gordura pode contribuir para elevar os níveis de colesterol, aumentando o risco de doenças cardiovasculares.
Consuma com moderação!
Postado por: Bruna Rafaella Faria
Referência: http://www.einstein.br

sábado, 9 de agosto de 2014

Fique de olho no prato e reduza os riscos cardiovasculares

                                                   
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Doença Cardiovascular (DCV) é a principal causa de morte no mundo, perfazendo 30% das mortes globais, taxa praticamente idêntica à encontrada no Brasil. Mais de 80% das mortes por DCV no mundo ocorrem em países de média e de baixa rendas.A formação da placa de ateroma na parede dos vasos sanguíneos, bem como suas consequências clínicas (infarto do miocárdio e Acidente Vascular Encefálico [AVE]) associam-se intimamente com determinados fatores de risco cardiovascular,como hipercolesterolemia, hipertrigliceridemia, diminuição do HDL-c, hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus e obesidade. Além disso, a aterosclerose caracteriza-se por um processo inflamatório crônico da parede vascular, e a elevação de marcadores inflamatórios séricos, como a proteína C-reativa, tem se associado a maior risco de eventos cardiovasculares.A base para a prevenção de eventos cardiovasculares tem sido, nas últimas décadas, o controle rigoroso dos fatores de risco cardiovascular. O controle da pressão arterial efetivamente diminui a chance de eventos cardiovasculares, sobretudo de AVE. No que diz respeito à dislipidemia, diversos estudos epidemiológicos e de intervenção, sobretudo com estatinas, demonstram inequivocamente que a redução dos níveis plasmáticos de LDL-c diminui a chance de eventos cardiovasculares, seja no caso de quem já apresentou um evento (prevenção secundária), seja no de quem nunca o apresentou (prevenção primária). De fato, a primeira meta lipídica para prevenção cardiovascular é o LDL-c.
Hoje está claro que diferentes padrões dietéticos modulam diferentes aspectos do processo aterosclerótico e fatores de risco cardiovasculares, como níveis lipídicos no plasma, resistência a insulina e metabolismo glicídico, pressão arterial, fenômenos oxidativos, função endotelial e inflamação vascular. 


Consequentemente, o padrão alimentar interfere na chance de eventos ateroscleróticos. O consumo de gordura saturada e trans é classicamente relacionado com elevação do LDL-c plasmático e aumento de risco cardiovascular. A substituição de gordura saturada da dieta por mono e poli-insaturada é considerada uma estratégia para o melhor controle da hipercolesterolemia e consequente redução da chance de eventos clínicos. As repercussões da ingestão de gordura, no entanto, não se restringem ao metabolismo lipídico; o tipo de gordura ingerida pode influenciar também outros fatores de risco, como a resistência a insulina e a pressão arterial.

Postado por Eliane Indena e Flávio Faitarone. Fonte: Revista da Sociedade Brasileira de Cardiologia Volume 100, N° 1, Suplemento 3, Janeiro 2013

Alimentação em prol da felicidade


"Encher o cardápio de frutas e vegetais seria capaz de promover o bom humor"
Depois de analisar os hábitos alimentares de 80 mil pessoas, pesquisadores da Universidade de Warwick, no Reino Unido, concluíram que, quanto maior o consumo de frutas e vegetais, melhor o estado de espírito das pessoas. Tem mais: na investigação, o pico de alegria ocorreu com a ingestão de sete porções diárias. "É difícil apontar o mecanismo de ação que levou ao resultado, mas sabe-se que esses alimentos são fontes de vitaminas e minerais e antioxidantes", raciocina a neurocientista Patrícia Brocardo, da Universidade de Victoria no Canadá.


                                                 

Uma substância que pode ter papel de destaque nesse contexto é o ácido fólico. Presente em muitas frutas e vegetais, a vitamina aparece em baixos níveis em pessoas deprimidas", aponta. Mais um grande motivo para colocar esses alimentos na rotina de uma vez por todas!
Postado por Eliane Indena e Flávio Faitarone. Fonte: Revista Saúde é Vital - Março 2013


sexta-feira, 8 de agosto de 2014

O papel do carboidrato na prática esportiva


O metabolismo de carboidratos tem papel crucial no suprimento de energia para  atividade física e para o exercício físico. 
No  exercício de alta intensidade a maioria da demanda energética é suprida pela energia da degradação dos carboidratos que  tornam-se disponíveis para o organismo através da dieta, são armazenados em forma de glicogênio, muscular e hepático e sua falta leva a fadiga.
A fadiga que ocorre em exercícios físicos prolongados e de alta intensidade está associada, em boa parte, com baixos estoques e depleção de glicogênio, hipoglicemia e desidratação. 
Como os estoques de carboidratos são limitados no organismo, a manipulação da dieta com alimentação rica em carboidratos é fundamental para a reposição muscular e hepática, bem como para a resposta imune. Entretanto, vários fatores como o estado nutricional e de treinamento; o tipo, a quantidade, o horário e a freqüência de ingestão de carboidratos afetam a restauração de glicogênio.
Desta maneira, uma disponibilidade adequada de carboidratos é imprescindível para o treinamento e o sucesso do desempenho atlético. Como o gasto energético durante o exercício aumenta em 2 a 3 vezes, a distribuição de macro nutrientes da dieta se modifica nos indivíduos ativos e nos atletas.
Para isso, é fundamental que o atleta amador conheça mais sobre o índice glicêmico (potencial que cada alimento contendo carboidratos tem em elevar a glicemia ou açúcar no sangue). Tudo para garantir uma dieta saudável e se sair ainda melhor nos treinamentos
Alimentos que digerem rápido, como os sem fibras, viram rapidamente açúcar. Eles aumentam a insulina (hormônio que faz o transporte da glicose sanguínea para dentro da célula) no corpo e isso faz com que se depositem na forma de gordura. Quanto mais rápida for a conversão do carboidrato em glicose, maior será o seu índice glicêmico. Isso gera um estímulo para o cérebro, que responde com a fome. O resultado é que você come mais.
O índice glicêmico varia de acordo com a forma de preparo e a combinação dos alimentos que são consumidos. Se a refeição possuir mais fibras, por exemplo, acarretará na diminuição deste índice.
Uma dieta de baixo índice glicêmico inclui alimentos como farinha de trigo integral, aveia, frutas, legumes, sojas e vegetais no lugar de açúcar refinado, arroz e farinhas brancas, refrigerantes, e batata. Isso leva a uma melhora nos níveis de colesterol e triglicerídios, diminuindo também a sensação de fome. 



Postado por Eliane Indena e Flávio Faitarone. Fonte: Revista Brasileira de Nutrição Esportiva em: <http://www.rbne.com.br/index.php/rbne/article/viewFile/67/66>  Eu Atleta em:<http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/nutricao/guia/indice-glicemico-faca-alimentacao-correta-para-se-sair-bem-nos-treinos.html.
                                                                    

ZUMBA - O seu novo ritmo!


 

Zumba é uma atividade física tradicional aeróbica com movimentos de dança e coreografias que misturam uma série de ritmos latinos e internacionais. A mistura de hip hop, pop, rap, bhangra, flamenco, dança do ventre, dança africana, além da salsa, merengue, cumbia e reggaeton permite que os alunos tenham um alto gasto calórico sem sentir que estão se esforçando. Foi desenvolvido pela primeira vez na Colômbia em meados da década de 90 'por instrutor de fitness celebridade Alberto "Beto" Perez. Zumba foi realmente desenvolvido por "acidente", quando Beto se esqueceu de trazer sua tradicional música de aeróbica para a aula um dia. A única música que ele tinha era algumas fitas de músicas latinas em seu carro. Em sua classe, ele deixou a música motivá-lo, como se ele estivesse em um clube, e começou a dançar a Salsa, Rumba e Merengue. Seus participantes adoraram e Zumba nasceu.

Uma das razões que Zumba é tão popular é que seu criador afirma que "não há maneira certa ou errada de fazê-lo;" os participantes são incentivados a ir para a batida da música e a coreografia é menos formal do que em muitas outras aulas de ginástica de grupo. Zumba é realizado atualmente por mais de 12 milhões de pessoas, em 110 mil locais, em 125 países ao redor do mundo.

7 motivos para você aderir ao ritmo de Zumba
  •  Não precisa de equipamentos
  •  As coreografias são simples
  •  Queimam até 1.000 kcal em 45 minutos de aula
  •  Fortalece as pernas e o bumbum
  •  Levanta a auto estima
  •  Trabalha a sensualidade
  •  Melhora a agilidade e equilíbrio
Postado por: Bruna Rafaella Faria
      Referência: http://www.jssm.org/vol11/n2/21/v11n2-21text.php

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

OS BENEFÍCIOS DOS PROBIÓTICOS E PREBIÓTICOS PARA A SAÚDE

                                                
De acordo com a Legislação Brasileira, probiótico é definido como suplemento alimentar microbiano vivo que afeta de maneira benéfica a saúde pela melhora no seu balanço microbiano.
Os probióticos são microrganismos vivos definidos como alimentos funcionais, encontrados em alimentos lácteos que consumidos em quantidades adequadas podem trazer benefícios à nossa saúde. 

Quais são os efeitos?
Os probióticos estimulam a proliferação de bactérias benéficas, reforçando os mecanismos naturais de defesa do organismo.  
A microbiota saudável é definida como a microbiota normal que conserva e promove o bem estar e a ausência de doenças, especialmente do trato gastrintestinal.

Os prebióticos identificados atualmente são carboidratos não-digeríveis, incluindo a lactulose, a inulina e diversos oligossacarídeos que fornecem carboidratos que as bactérias benéficas do cólon são capazes de fermentar.
As fibras da dieta estão incluídas na ampla categoria dos carboidratos. Elas podem ser classificadas como solúveis, insolúveis ou mistas, podendo ser fermentáveis ou não-fermentáveis.

Quais são os efeitos?
Como os componentes da fibra da dieta não são absorvidos, eles penetram no intestino grosso e fornecem substrato para as bactérias intestinais. As fibras solúveis são normalmente fermentadas rapidamente, enquanto as insolúveis são lentamente ou apenas parcialmente fermentadas.
As fibras solúveis formam géis quando em contato com a água, tornam os alimentos mais viscosos e levam a uma menor absorção dos lipídeos, podendo auxiliar na diminuição do colesterol e triglicérides. Já as fibras insolúveis passam intactas por todo o processo digestivo, aumentam o bolo fecal e a motilidade intestinal, sendo muito úteis nos casos de constipação, aumentam a biodisponibilidade de certas vitaminas e minerais, como o cálcio, e têm um possível efeito hipocolesterolêmico e anticarcinogênico.
Para alcançarmos os benefícios é importante um consumo diário de alimentos como frutas, leguminosas e cereais integrais.

 Postado por Eliane Indena e Flávio Faitarone. Fonte: Rev. Bras.de Ciências Farmacêuticas\Scielo    

Entenda mais sobre a doença Alzheimer


A doença de Alzheimer é uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada. Quase todas as suas vítimas são pessoas idosas. Talvez, por isso, a doença tenha ficado erroneamente conhecida como “esclerose” ou “caduquice”.
A doença se apresenta como demência, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.
Seu nome oficial refere-se ao médico Alois Alzheimer, o primeiro a descrever a doença, em 1906. Ele estudou e publicou o caso da sua paciente Auguste Deter, uma mulher saudável que, aos 51 anos, desenvolveu um quadro de perda progressiva de memória, desorientação, distúrbio de linguagem (com dificuldade para compreender e se expressar), tornando-se incapaz de cuidar de si. Após o falecimento de Auguste, aos 55 anos, o Dr. Alzheimer examinou seu cérebro e descreveu as alterações que hoje são conhecidas como características da doença.
Não se sabe por que a Doença de Alzheimer ocorre, mas são conhecidas algumas lesões cerebrais características dessa doença. As duas principais alterações que se apresentam são as placas senis decorrentes do depósito de proteína beta-amiloide, anormalmente produzida, e os emaranhados neurofibrilares, frutos da hiperfosforilação da proteína tau. Outra alteração observada é a redução do número das células nervosas (neurônios) e das ligações entre elas (sinapses), com redução progressiva do volume cerebral.
Estudos recentes demonstram que essas alterações cerebrais já estariam instaladas antes do aparecimento de sintomas demenciais. Por isso, quando aparecem as manifestações clínicas que permitem o estabelecimento do diagnóstico, diz-se que teve início a fase demencial da doença.
As perdas neuronais não acontecem de maneira homogênea. As áreas comumente mais atingidas são as de células nervosas (neurônios) responsáveis pela memória e pelas funções executivas que envolvem planejamento e execução de funções complexas. Outras áreas tendem a ser atingidas, posteriormente, ampliando as perdas.
Estima-se que existam no mundo cerca de 35,6 milhões de pessoas com a Doença de Alzheimer. No Brasil, há cerca de 1,2 milhão de casos, a maior parte deles ainda sem diagnóstico.

Postado por: Bruna Rafaella Faria
Referência:

http://abraz.org.br

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Brownie Proteico



INGREDIENTES:
100g de aveia em flocos finos
30g de farinha de trigo integral
1 col de cacau em pó sem açúcar
100g de castanha de caju moída
100g de nozes quebradas
1 maçã média
200ml de água
6 claras com 1 gema
1 colher de sopa de pasta de amendoim integral
5 scoop de caseína de chocolate

MODO DE PREPARO:

Colocar todos os ingredientes em uma vasilha menos a maçã, a parte bater a maçã com 200ml de água no liquidificador e em seguida colocar com o restante dos ingredientes na vasilha, mexer bem até formar uma massa densa. Cobrir a bandeja com folha de alumínio e levar ao forno elétrico a 100°C por 20min ou até dourar. Sirva.

Postado por: Bruna Rafaella Faria

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Você sabe decifrar as informações dos rótulos de alimentos?

No Brasil a rotulagem nutricional é obrigatória e é uma maneira de comunicar as características dos alimentos para os consumidores. Por isso, compreender as informações que estão no rótulo pode ajudar nas escolhas alimentares e, assim, a manter uma alimentação mais adequada. Porém, não são todos que conseguem ler e entender as informações descritas. Será pontuado abaixo alguns itens que devem conter em um rótulo e como interpretar tais informações.
ITENS OBRIGATÓRIOS:



Postado por: Bruna Rafaella Faria
Referência Bibliográfica
http://www.diabetes.org.br/nutricao/675-como-decifrar-as-informacoes-dos-rotulos-de-alimentos