quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Muffins Salgado Light

Bateu vontade de comer um salgado? Abaixo uma receita de um salgado light pra você comer sem culpa!

Ingredientes:

·  170 Grama (s) de Iogurte desnatado
·  8 Colher (es) de sopa de Farelo de aveia
·  3 ovos
·  200 ML de água
·  Sal a gosto
·  temperinhos secos como salsa, orégano, alho, manjericão
·  100g de queijo branco sem sal
·  1 Colher (es) de sopa de fermento

Modo de fazer:

Misture todos os ingredientes deixando por ultimo o fermento. Distribua a massa com uma colher nas forminhas (empada ou muffins). Leve para assar em forno pre-aquecido em 180C. Asse por mais ou menos 35 minutos ou ate que os muffins estejam dourados.

Postado por: Bruna Rafaella Faria

terça-feira, 16 de setembro de 2014

A Dependência por Açucar




I




O açúcar refinado pode ser equiparado aos opiáceos e seu poder para se tornar viciado.
O Journal of Psychoative Drugs realizou um estudo publicado em 2010 que comprova que o açúcar libera endorfinas de euforia no cérebro de algumas pessoas de maneira muito semelhante ao de algumas outras drogas.
Os vícios no açúcar segue os mesmos caminhos no cérebro que qualquer outra droga faz. Felizmente, a vontade de consumir açúcar pode ser interrompida dentro de 1 semana.
Todo o escopo da toxicidade do açúcar tem sido observado em pessoas com dependência de açúcar: existe o desejo, uma grande escalada de níveis de dependência e sintomas dramáticos de abstinência associados ao vício de açúcar que pode se comparado a outras drogas lícitas e ilícitas.
Além disso, viciados em açúcar muitas vezes se tornam viciados em entorpecentes, e acordo com o referido estudo.
O estudo, realizado na CALIFÓRNIA STATE UNIVERSITY  descobriu que filhos de pais alcoólatras, muitas vezes têm um ponto fraco e são mais propensos a se tornarem alcoólatras, mesmo após adultos.
Há também marcadores genéticos da ligação do açúcar com o vício ao álcool, bulimia e obesidade.


Então, aqui vão 3 dicas para você eliminar o uso de açúcar em 1 semana:



1. Frutas e legumes crus

O primeiro passo para quebrar o vício do açúcar é certificar-se de consumir frutas, legumes e verduras 100% orgânicas.
Frutas e legumes orgânicos são cheio de açúcares naturais ou hidratos de carbono complexos. Os produtos orgânicos não têm apenas um sabor mais gostoso, mas também os carboidratos complexos demoram mais para serem digeridos do que os carboidratos simples.
Isso significa que seu corpo não vai enviar mensagens de fissura para o seu cérebro tão cedo.

2. Substitua os doces por pão integral e mel puro

Enquanto as pessoas em dieta podem se assustar com essa sugestão, uma pessoa que está começando a sua desintoxicação por açúcar pode reduzir drasticamente a ansiedade pelo açúcar comendo uma fatia de pão integral com mel puro.
Enquanto pessoas fora de uma dieta de desintoxicação podem comer um pote de sorvete, ou pacotes de biscoito em um lanche, o pão integral com mel é a escolha mais sábia e saudável.
Há cerca de 260 calorias em apenas 1 copo de sorvete de baunilha, mais 14 gramas de gordura e 28 gramas de açúcar refinado.
Em comparação, a fatia de 1,5 grama de pão integral contém 100 calorias, 15 grama de gordura e 18 gramas de carboidratos complexos. A colher de mel acrescenta 70 calorias ao prato e 15 gramas de açúcar.
Em vez de comer 28 gramas de açúcar refinado em uma porção de sorvete de baunilha, a ansiedade pelo açúcar é reduzida pela ingestão de 15 gramas de pão integral e mel.
Além disso, os produtos químicos destrutivos no açúcar refinado são substituídos pela cientificamente comprovada antimicrobiana, antioxidante e benefícios reguladores de apetite da combinação do pão com o mel.


3. Substitua a necessidade dos biscoitos com as castanhas

Nozes e sementes cruas, junto com uma pequena mistura com frutas secas são perfeitas para a pessoa que está tentando se livrar com o vício em açúcar.
Nozes e sementes cruas oferecem proteína, energia e gorduras vegetais saudáveis. As misturas de frutas secas com sementes e castanhas contêm uma interessante combinação de carboidratos complexos, proteínas e gorduras boas que ajudam a saciar o apetite até a hora da refeição.
Livre-se do açúcar e tenha uma saúde melhor
O açúcar é uma droga em que praticamente todos nós temos vício. E, muitas vezes trocar o açúcar por outros açúcares – como adoçantes e etc. – não vai adiantar muito, porque pode causar câncer e outros problemas.
Todos sabemos da importância de se livrar da dependência, seja qual for. Portanto siga essas dicas e perceba uma vida melhor em poucos dias.

Fonte: Jornal do Empreendedor, com adaptação do original “Break a sugar addiction in a week using three simple steps” do NaturalNews / Imagens: Reprodução

Postado por: Flavio Faitarone


Considerações Sobre o Papel da Proteína Para o Exercício Resistido

                                     
O exercício resistido, ou musculação, é marcado pela realização de exercícios com sobrecarga, sendo utilizado para o tratamento de inúmeras doenças e por aqueles que visam manutenção da saúde, sendo o aumento de massa muscular proporcionado pela modalidade o efeito mais procurado. Este resultado tem como objetivo principal elevar a capacidade da musculatura em sustentar sobrecargas, servindo como um mecanismo de adaptação tecidual. Do ponto de vista celular, é identificada elevação da quantidade de miofibrilas (actina e miosina – proteínas contráteis) nos miócitos, causando assim aumento da sua área de secção transversa.
Para que este efeito seja produzido, o exercício físico resistido aumenta de forma expressiva a taxa de síntese proteica na musculatura esquelética, a qual passa a requerer aporte diferenciado de aminoácidos provenientes da dieta em comparação a sedentários. Sendo assim, o planejamento alimentar passa a apresentar alta relevância, principalmente no que diz respeito a oferta proteica, com os seguintes aspectos devendo ser considerados:
1. Quantidade de proteínas por dia;
2. Distribuição das proteínas ao longo do dia;
3. Fontes de obtenção das proteínas;
4. Timing da ingestão proteica.
Quantidade de proteínas por dia
O Colégio Americano de Medicina do Esporte (2009) preconiza 1,2 a 1,7 g/kg/dia, enquanto que a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e Esporte (2009) sugere de 1,6 a 1,7 g/kg/dia para os indivíduos que realizam exercício de força e almejam hipertrofia muscular. Essa quantidade é considerada suficiente para atender a demanda diária requerida pelo exercício físico em questão, a qual costuma ser inferior ao consumido pela população.
Distribuição das proteínas ao longo do dia
A taxa de síntese proteica muscular aumenta de maneira dose-dependente de acordo com a ingestão de aminoácidos essenciais, sendo que aproximadamente 10 gramas destes são capazes de promover síntese proteica máxima. Neste caso, 20 a 25 gramas de uma proteína de alto valor biológico são suficientes para se obter essa quantidade de aminoácidos, em indivíduos de aproximadamente 80 kg, que se traduz na razão de 0,25 a 0,31 g/kg. Portanto, uma vez conhecido o valor de proteínas total requerido por dia, é possível realizar a sua distribuição ao longo das 24 horas visando maior capacidade de assimilação do aminoácidos pela musculatura.
Fonte de obtenção da proteína
Em decorrência de a oferta dietética dos aminoácidos essenciais ser determinante para síntese proteica, o valor biológico da proteína influencia de sobremaneira a resposta hipertrófica da musculatura esquelética. Assim, o destaque se dá principalmente às proteínas do leite, carne, frango, peixe e ovos. Porém, além da qualidade, fatores como velocidade de digestão da proteína e da absorção dos aminoácidos são capazes de influenciar a retenção proteica muscular, com as proteínas de rápida absorção proporcionando maior resposta de síntese em comparação àquelas de lenta. A exemplo disso, a estimulação da síntese proteica mediada pela Whey Protein chega a ser cerca de 100% maior em comparação a Caseína, proteína do leite de lenta digestão, isso acontecendo tanto no repouso quanto no período pós-treino.
Timing da ingestão proteica

Muito mais importante do que só consumir a proteína, é o momento em que esta será inserida na rotina de treinamento. É muito bem demonstrado que o período pós-exercício físico desponta como crucial para ingestão deste nutriente, pois o mesmo é responsável por inverter a situação de degradação > síntese proteica para síntese > degradação proteica, ou seja, situação que culmina no acúmulo de proteínas (predominantemente miofibrilares) no interior dos miócitos. Além disso, já foi demonstrado que se a proteína for ingerida antes do exercício físico, não são encontradas diferenças na síntese proteica ao longo do período pós-treino, ampliando a possibilidades de incorporação do nutriente na dieta. Mas ressalta-se também que a ingestão proteica não deve ser realizada somente nestes dois momentos, e sim ao longo de todas as refeições, visando a manutenção do pool de aminoácidos celular ao longo das 24 horas do dia.
Postado por: Bruna Rafaella Faria
Referência: ABNE - Associação Brasileira de Nutrição Esportiva

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Suplementos ergogênicos, o que são?


Na hora que bate aquele cansaço, ou após um treino intenso nada é melhor um suplemento alimentar. As funções são as mais diversas possíveis: tem aqueles que repõem energia, proteínas e carboidratos, outros que auxiliam no ganho de massa muscular e na proteção de lesões. É importante salientar que estes suplementos também podem ser chamados de recursos ergogênicos, pois de acordo com o dicionário Aurélio “ergogênico é algo que aumenta a capacidade para o trabalho corporal ou mental...” Desta forma qualquer suplemento quando utilizado com a finalidade de maximizar a performance pode ser classificado como um recurso ergogenico.

Glutamina, albumina, proteína, BCAA, leucina, valina e arginina são apenas alguns dos ingredientes presentes nos suplementos e nos tradicionais ergogênicos que também são divididos por categorias como: suplemento hidroeletrolíticos, suplemento energético, suplemento para substituição parcial de refeições, suplemento proteico, suplemento de creatina e suplemento de cafeína.

Postado por: Bruna Rafaella Faria
Referência: Revista Endorfina, ano 3, ed. 15, 2011 

sábado, 13 de setembro de 2014

Dislipidemia - Colesterol - Triglicérides

O que é dislipidemia?

Dislipidemia significa que altos níveis de gorduras estão circulando no seu sangue. Essas gorduras incluem colesterol e triglicérides.
O colesterol é uma substância gordurosa encontrada na corrente sanguínea e em todas as células do seu corpo. É usado para formar membranas celulares, alguns hormônios e é necessário para outras importantes funções.
Seu organismo faz cerca de 1000 miligramas de colesterol por dia, principalmente pelo fígado. Outros 100 a 500 mg (ou mais) podem vir diretamente da alimentação.
O colesterol é parte de um corpo saudável, mas se está demais no seu sangue pode ser um problema. Não importa se você tem colesterol alto ou não, você precisa saber o que é colesterol e o que pode ser feito para controlá-lo. O colesterol alto é um fator de risco para doença coronariana e derrame.
Triglicérides são as gorduras mais comuns de seu organismo. Eles são também grande fonte de energia. Eles provêm da alimentação e seu corpo também produz. À medida que as pessoas vão envelhecendo, quando ganha peso ou ambos, seu colesterol e triglicérides tendem a subir.
Muitas pessoas que têm doença cardíaca, obesidade ou diabetes têm níveis elevados de triglicérides. Triglicérides elevado combinado com HDL baixo ou LDL alto favorece a aterosclerose. Diversos estudos têm mostrado que pessoas com triglicérides ≥ 150 mg/dl têm maior risco de ataque cardíaco ou derrame. Algumas dessas pessoas vão necessitar de tratamento.

O que causa dislipidemia?

A dislipidemia é causada quando se ingere uma dieta rica em colesterol e gorduras, quando o organismo produz colesterol e triglicérides demais ou ambas as situações.
Assim, você pode ter dislipidemia por estar com aumento de peso, ter dieta inadequada, ser sedentário, entretanto também pode ter mesmo não tendo nenhum destes fatores de risco mas por questões genéticas. Pode ainda ser causada por outras doenças que interfiram com o metabolismo como diabetes mellitus, hipotireoidismo, etc. ou pelo uso de alguns medicamentos como corticóides. Independente da causa, a dislipidemia pode causar doença cardíaca ou derrame.
Manter o colesterol sob controle é importante para todo indivíduo: homem ou mulher, jovem, meia-idade ou idoso e pessoas com ou sem doença cardíaca.

Quais são os fatores de risco para desenvolver doença cardíaca?

• Pressão alta (tratada ou não tratada)
• Aumento de LDL (colesterol ruim)
• Baixo HDL (colesterol bom)
• Sedentarismo
• Sobrepeso e obesidade
• Diabetes mellitus
• Idade – homens ≥ 45 anos ou mulheres ≥ 55 anos
• Hereditariedade – história familiar de irmão e/ou pai com doença coronariana < 55 anos, ou mãe e/ou irmã < 65 anos

Postado por: Flávio Faitarone

Fonte: institutoprocardiaco.com.br 

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Os Benéficios das Oleaginosas

As frutas oleaginosas são parte de um grupo de alimentos muito saudáveis, rico em proteínas, vitaminas, minerais e gorduras insaturadas. O nome “oleaginosas” é justamente devido à quantidade de óleo que possuem, porém são responsáveis pela maior parte de gordura boa em nossa alimentação. Algumas dessas frutas são responsáveis por proteger de forma considerável o sistema cardiovascular. 
Apesar de tantos benefícios, é importante ter cautela ao ingerir esses alimentos, pois se utilizados em grande quantidade podem contribuir para o ganho de peso, justamente pelo alto teor calórico. 
Dentre as frutas oleaginosas estão as nozes, castanha do Pará, castanha de caju, pistache, avelã, amêndoas, amendoim e macadâmia Uma pesquisa feita na Pennsylvania State University, nos Estados Unidos mostra que entre as frutas oleaginosas as nozes são as mais indicadas para uma dieta saudável por conter um alto nível de antioxidantes, que estimulam a dilatação dos vasos sanguíneos, dificultando o entupimento das artérias. 
Elas também auxiliam para o controle do colesterol através da ingestão de avelã, que combate o colesterol ruim (LDL) e a castanha de caju que possui grande quantidade de gorduras insaturadas que aumentam os níveis de colesterol bom (HDL). Assim como a castanha do caju, as Amêndoas também podem diminuir o colesterol ruim do sangue, pois são ricas em vitaminas E e B1, cobre, zinco, magnésio, proteínas, fibras e gorduras insaturadas. 
Uma boa dica para os vegetarianos, é que as frutas oleaginosas são ricas em ácido fólico, indispensável para as pessoas que optaram por essa dieta.
Mesmo que esses alimentos sejam altamente calóricos, por outro lado funcionam como moderadores de apetite e ativam o metabolismo. Como as oleaginosas são ricas em gorduras insaturadas, o nível de açúcar no sangue fica estável contribuindo para a queima de gorduras e perda de peso. 
Além de uma alimentação enriquecida com essas frutas, existem produtos naturais que auxiliam no metabolismo e na queima de gordura e aumenta o nível de testosterona na corrente sanguínea, provocando uma queima maior de gordura no organismo. 

Publicado por: Flavio Faitarone


REFERÊNCIAS:
KLEINER, Susan M.; GREENWOOD-ROBINSON, Maggie. Nutrição para o treinamento de força. São Paulo. Editora Manole, 2002.

Aspectos Nutricionais na Corrida de Aventura



Os esportes radicais vêm se desenvolvendo e conquistando novos adeptos em todo o mundo, especialmente a corrida de aventura. A origem da corrida de aventura remonta ao início da década de 80 na Nova Zelândia, com a criação da “Coast to Coast”, prova que reunia corrida em montanha, canoagem e montain bike em uma mesma competição. No Brasil, em 1997 o empresário Alexandre Freitas participou de uma prova na Nova Zelândia e no ano seguinte organizou a Expedição Mata Atlântica (EMA) primeiro evento no país que reuniu 30 equipes e durou cinco dias. Atualmente no Brasil, a prova mais forte para os amantes do esporte é o Ecomotion que passou a ser o sonho de um atleta de aventura participar desta competição. Os atletas são agrupados em equipes de ambos os sexos, normalmente de quatro integrantes sendo um membro obrigatoriamente do sexo oposto e cada membro com uma função (navegador, capitão, estrategista, preparador físico) com o intuito de percorrer uma dada distância em diferentes modalidades esportivas (trekking, montain bike, canoagem, natação, rafting, corrida e técnicas verticais) no menor tempo possível, passando obrigatoriamente pelos postos de controle (PC), local onde são anotados os horários de chegada e saída das equipes, exigindo o máximo de suas resistências física e mental além de raciocínio rápido, privação de sono, capacidade de trabalhar e permanecer em grupo, sendo realizada em sua maioria em condições adversas sob temperaturas extremas, terrenos desconhecidos, desgaste físico, racionamento de água e alimento. Nesta competição os atletas se orientam por bússola, altímetro e mapas topográficos que dependendo do percurso da prova pode durar horas ou dias em regiões pouco exploradas, sendo vedado o uso de GPS (global position system).
É um esporte de resistência, endurance, força mental e física. Portanto, a equipe vencedora é aquela de melhor dinâmica e com maior capacidade de atuar sob estresse emocional e fisiológico. O corredor de aventura deve ser disciplinado, ter cuidado consigo próprio, saber o que levar na mochila , deve estar preparado para as mudanças que podem ocorrer e ciente dos riscos que corre: sofrer insolação, sofrer hiportemia, ser picado por insetos e ser lesionado. Na atuação clínica, os motivos para a prática da modalidade relatados pelos atletas são: novos desafios, contato com a natureza, preferência por esportes radicais, busca por aventura e identificação com o esporte. Há relatos na literatura sobre a dependência do exercício sem estar necessariamente associada a um distúrbio de humor corroborando a provável hipótese do aspecto ambiental ser o fator primordial para a prática do esporte sempre expostos a novidades, com muita motivação e competição em equipe.
Cada atleta tem uma necessidade energética específica e cada tipo de prova requer estratégias de alimentação e suplementação diferenciadas e previamente programadas. A nutrição do atleta é determinante para o sucesso da equipe. O desgaste físico e a privação de sono não podem ser aumentados por uma estratégia nutricional inadequada. Os objetivos do acompanhamento nutricional individual constam: suprir a demanda energética (evitando um forte quadro catabólico); favorecer o desempenho; reduzir as manifestações de fadiga; adequar o equilíbrio hidro-eletrolítico; facilitar e acelerar a recuperação pós-competição (evitar infecções respiratórias e diminuir o risco de lesões musculares) através do consumo de antioxidantes. O gasto calórico estimado depende do ritmo da prova, das modalidades envolvidas, da duração da prova, temperatura ambiente, do tempo de repouso e da alimentação podendo variar de 4000Kcal/dia até 10000Kcal/dia. Estudos mostram que o consumo alimentar de macro e micronutrientes fica abaixo da real necessidade energética e de antioxidantes o que contribui para o desgaste físico e mental do atleta. Ainda não existem diretrizes específicas para atletas de aventura sendo fundamental para o Nutricionista trabalhar com as recomendações gerais vigentes para atletas de endurance segundo a American Dietetic Association (ADA), Dietitians of Canada e American College of Sports Medicine (2009) adaptadas às necessidades individuais dependendo da periodização do treinamento. Recentemente foi validado um questionário de freqüência alimentar para avaliar em curto prazo a ingestão de antioxidantes por atletas o que contribuirá não apenas com informações sobre a ingestão de vitaminas e minerais como também componentes fenólicos de suma importância para a completa fisiologia humana no esporte.
Postado por: Bruna Rafaella Faria

Referência: LIMA, F.A. Aspectos Nutricionais na Corrida de Aventura. Associação Brasileira de Nutrição Esportiva

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Hambúrguer de atum caseiro

                                               


INGREDIENTES
500g de atum moído
2 colheres de sopa de iogurte desnatado
1 unidade de clara de ovo
½ limão
Sal marinho
1 colher de chá de gengibre em pó
2 dentes de alho amassados
1 cebola ralada
4 colheres de sopa de farinha de trigo integral
2 colheres de sopa de azeite
60g de amêndoas fatiadas

MODO DE PREPARO

Misturar todos os ingredientes e deixar descansar por 2 horas na geladeira. Faça bolinhas e amasse levemente, em seguida, coloque em frigideira e deixe dourar. Sirva.

Postado por: Bruna Rafaella Faria

Azeite, um aliado do coração



Conhecido há mais de cinco mil anos, o azeite era considerado por Hipócrates, o Pai da Medicina, não só alimento, mas um poderoso remédio. Na época, ele utilizava o óleo para tratar ferimentos e aliviar dores – o que sinalizava uma propriedade anti-inflamatória. Mas, nas últimas décadas, a substância oleosa extraída das azeitonas ganhou o status de aliada do coração.
Os alimentos ricos em gorduras saturadas e trans são altamente prejudiciais porque aumentam as chances do desenvolvimento da aterosclerose: acúmulo de placas de gordura nas artérias do coração e do cérebro, podendo levar a infarto e derrame.
O azeite também é rico em antioxidantes, como os polifenois, capazes de combater os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento das células. O benefício? Efeito protetor contra uma série de doenças degenerativas, entre as quais a cardíaca.
O consumo de azeite está associado a baixos níveis de colesterol ruim (LDL), aquele que prejudica o coração
Outra vantagem é a grande concentração de gordura monoinsaturada – a mais benéfica para o coração – por capturar o excesso de colesterol ruim em circulação no sangue. Se comparado a outros óleos, o azeite ganha disparado na quantidade dessa gordura: ela é responsável por 77% de sua composição contra 24% presentes no óleo de soja, um dos mais utilizados no Brasil.
Tipo extravirgem: o melhor
O campeão nas vantagens para a saúde é o azeite extravirgem. Pesquisas recentes identificaram mais uma qualidade sua: a possibilidade de aumentar o colesterol bom (HDL).
As pesquisas mostram que o consumo usual ajuda a equilibrar os níveis de colesterol no sangue, ou seja, enquanto diminui o ruim, aumenta o bom.
Um atributo importante para determinar a qualidade do azeite é o grau de acidez, considerado um índice de qualidade em legislações como a da Anvisa. A relação é simples: quanto menor a acidez, maior a pureza e, por consequência, os benefícios à saúde.
O extravirgem é o mais puro dos azeites, com grau de acidez não superior a 1% para cada 100g. O tipo virgem chega a 2% de acidez por 100g e os que apresentam grau de acidez superior a 2% passaram por mais etapas durante a elaboração e, em geral, são misturados a outros óleos, como o de soja, o que diminuiu sua qualidade.
Consumo diário
Nos países do sul europeu, na região do Mediterrâneo, o azeite é a base da cozinha. Lá, esse ingrediente é utilizado no preparo de toda refeição – que contempla verduras, legumes, frutas e peixes – e não só para temperar as saladas, como acontece no Brasil.
Nesses países o consumo de azeite equivale a duas colheres de sopa por dia por habitante – que é a recomendação do Food and Drug Administration (FDA), órgão regulamentador americano, do setor alimentício e de medicamentos.
Um dos fatores que colabora para o consumo é a produção local. Boa parte do azeite consumido em todo o mundo vem de países como Espanha, Portugal e Itália. 
Como utilizar

Mas como utilizar o azeite na alimentação? "Uma boa dica é colocá-lo nas preparações frias e nas que têm aquecimento brando, como refogados e ensopados". O ingrediente não deve nunca ficar muito tempo no fogo. "Ao utilizar o azeite para cozinhar, alguns componentes importantes como os antioxidantes podem ser alterados, o que diminui seus benefícios".
Postado por: Bruna Rafaella Faria
Referência: http://www.einstein.br

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Alimentos Funcionais no Esporte



Atualmente tem se disseminado muito a idéia de se utilizar “o alimento como medicamento”, contemplando dessa forma as lições de Hipócrates – o pai da medicina – proferida há 2.500 anos.
Todo aquele alimento ou ingrediente que, além das funções nutricionais básicas, produz efeitos benéficos à saúde, são denominados alimentos funcionais, os quais têm sido amplamente divulgados, na atualidade, como promotores de saúde para pessoas em geral, inclusive esportistas.
Alimentos com propriedades funcionais de importância significativa, são aqueles que possuem ação antioxidante, ou seja, diminuem a produção de radicais livres decorrentes da prática esportiva, especialmente nas atividades de longa duração.
Durante a prática esportiva ocorre um aumento de 10 a 20 vezes no consumo total de oxigênio do organismo e um aumento de 100 a 200 vezes na captação de oxigênio pelo tecido muscular, favorecendo a produção de radicais livres de oxigênio, o que contribui para a ocorrência de danos celulares, o que pode prejudicar o desempenho do atleta e ocasionar problemas à saúde.

De maneira geral, recomenda-se atender todas as necessidades de nutrientes essenciais, além de enriquecer a alimentação com fontes de alimentos funcionais. Isto pode ser obtido através de uma alimentação amplamente variada, e com a inserção de alguns dos alimentos descritos nas tabelas abaixo.

      
COMPONENTES
 ATIVOS
PROPRIEDADES
PARA A SAÚDE
ALIMENTOS
FONTES
Flavonóides
Antioxidantes que previnem o câncer, além de apresentarem atividade antiinflamatória.
Frutas cítricas, tomate, pimentão, alcachofra, cereja, salsa.
Ácidos graxos ômega-3
Redução do colesterol ruim (LDL); apresentam ação antiinflamatória.
Peixes marinhos como salmão, sardinha, atum, anchova, arenque.
Acido alfa-linolênico
Estimula o sistema imunológico e tem ação anti-inflamatória
Óleos de linhaça, soja; nozes e amêndoas.
Licopeno
Potente antioxidante que reduz o risco de certos tipos de câncer como de próstata
Alimentos vermelhos em geral: tomate e derivados, melancia, goiaba vermelha, pimentão vermelho.
Isoflavonas
Antioxidante diminui o colesterol e reduz sintomas menopausa em mulheres
Soja e derivados
Catequinas
Reduzem a incidência de certos tipos de câncer, reduzem o colesterol e estimulam o sistema imunológico.
Chá verde, cerejas, amoras, framboesas, mirtilo, uva roxa, vinho tinto.
Fibras solúveis e insolúveis
Melhora o funcionamento intestinal e com isso reduz o risco de câncer de cólon. As fibras solúveis podem ajudar no controle do colesterol e da glicemia.
Cereais integrais como aveia, centeio, cevada, farelo de trigo, etc, hortaliças e frutas.
Probióticos - Lactobacilos
Melhora o funcionamento intestinal e reduz o risco de constipação e câncer de cólon
Leites fermentados e iogurtes

Postado por: Bruna Rafaella Faria
Referência: ABNE: Associação Brasileira de Nutrição Esportiva

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Diet x Light



A maioria das pessoas não tem conhecimento sobre as diferenças entre os conceitos de produtos diet e  light, tampouco sabem a diferença dos mesmos com o produto que é considerado o normal.
Tanto os diet quanto os light podem apresentar diferenças em seus componentes
Refrigerantes, adoçantes, sucos, pães, sobremesas lácteas e biscoitos, entre outros alimentos, podem ser encontrados na linha dietética, que tem seu consumo em alta. Entretanto, pouca gente sabe quais são suas diferenças e para quais casos são recomendados.
Engana-se quem acredita que a opção diet é direcionada para quem gostaria de perder peso, ou ainda para os diabéticos. Prova disso é o chocolate diet que apresenta pouca diferença na quantidade de calorias que os produtos normais, ou seja, não vai ajudar a emagrecer ou evitar o ganho de peso, pois com a ausência de açúcar, aumenta a quantidade de gordura para manter o sabor agradável e, por consequência, o valor calórico.
Os primeiros produtos diet surgiram com foco específico dos portadores de diabetes. E, na época, o sabor desses alimentos deixava muito a desejar. A troca do tradicional açúcar por adoçantes era imediatamente percebida pelo paladar. Felizmente com o tempo, tornaram-se mais apetitosos. Segundo definição do Ministério da Saúde, os alimentos dietéticos são produzidos com uma composição que atenda às necessidades das pessoas com exigências físicas, metabólicas, fisiológicas ou com doenças específicas, como restrição ao açúcar.
No caso dos alimentos diet, há isenção total ou presença máxima de 0,5% de determinados nutrientes. Nos produtos light é encontrada a redução de, no mínimo 25% de alguma substância em relação ao produto de mesma marca, no tipo convencional. Portanto, a composição varia entre um fabricante e outro. Tanto diet quanto light podem apresentar diferença nas quantidades de gorduras, proteínas, sódio e açúcares, entre outros.
Faz-se necessário analisar, nos produtos, os ingredientes, bem como o rótulo nutricional para ter certeza de que o escolhido é indicado para seu plano alimentar. Deve-se pedir auxílio a um médico ou nutricionista para saber exatamente quais são os objetivos com relação à dieta.
Engana-se quem acredita que a opção diet é direcionada para quem quer perder peso...

"Por lei, no rótulo, constam os ingredientes que compõe o produto e também a quantidade de cada nutriente e seu valor calórico. Cabe ao consumidor, por meio do rótulo, avaliar qual produto atende sua atual necessidade", diz Rosana Cardoso, nutricionista do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).

Postado por: Bruna Rafaella Faria
Referência: http://www.einstein.br/

sábado, 6 de setembro de 2014

A Importância da Suplementação de Folato para a Gestação



O ácido fólico, também conhecido como folato e vitamina B9 (por ser uma vitamina do complexo B), possui grande importância nos processos cerebrais. Para as mulheres que pensam em engravidar, esta vitamina é essencial.

Segundo um estudo publicado em 2012 na biblioteca Cochrane, da Organização Mundial da Saúde (OMS ), o uso de ácido fólico e ferro durante a gravidez reduziu os casos de anemia e de bebês nascidos com baixo peso. A vitamina também é importante na formação do DNA e desenvolvimento fetal.

O que mais preocupa os médicos e profissionais da área de saúde em relação ao consumo de ácido fólico é na prevenção de problemas neurológicos. “A vitamina ajuda a prevenir defeitos no fechamento do tubo neural, primórdio do sistema nervoso central do feto”, explica o site da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O uso é recomendado a partir de um mês até três meses antes de engravidar e dois meses a três meses depois da concepção. Consulte o seu ginecologista quando estiver pensando em ter um filho e siga as instruções com o uso do suplemento. No entanto, se o consumo começar após a descoberta da gestação, não há proteção do sistema nervoso central do bebê.

A quantidade a ser ingerida varia de 0,6 a 0,4 miligramas (ou 600 a 400 microgramas) ao dia, conforme orientações de estudos. Muitas mulheres desconhecem os benefícios do ácido fólico e como consumir, e a falta dele pode fazer com que seus bebês nasçam com alguma deficiência neurológica.

Estudos mais recentes associam o uso do ácido fólico com a redução de casos de autismo. Segundo o JAMA (The Journal of the American Medical Association), os riscos de desenvolvimento de distúrbios é 40% menor quando a gestante ingere diariamente a dose recomendada da vitamina.

Sabendo que o ácido fólico ajuda seu bebê a ser mais saudável, não deixe de iniciar o uso antes da gestação e continuar conforme as orientações do seu médico. A alimentação balanceada também beneficia o desenvolvimento do feto.
Na alimentação o ácido fólico pode ser encontrado em diversos alimentos:

 Vegetais de folhas verde-escuras.
 Tomate, aspargo, brócolis, lentilha e feijão.
 Fígado de boi e gema de ovo.
 Frutas cítricas, como laranja, lima, limão e tangerina.

Postado por: Flávio Faitarone

Fonte: site Fundação Oswaldo Cruz

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Dieta Preventiva Contra o Cancêr


Para levar uma vida saudável é preciso ter atitudes preventivas. Uma dieta balanceada, por exemplo, é fundamental já a partir da infância. Realizar check-ups regularmente, atentar para sinais do corpo, praticar atividades físicas evitar vícios como o cigarro e o álcool são cuidados que ajudam a proteger contra o surgimento de inúmeras doenças, como o câncer.

Alimentação deficiente em nutrientes e em substâncias protetoras oferece maior risco para o câncer se instalar no seu organismo, e os principais fatores que aumentam as possibilidades do aparecimento da doença são o baixo consumo de fibras e altos níveis de gorduras no organismo.

A dieta preventiva contra o câncer é feita à base de frutas, verduras, legumes e grãos com baixa quantidade de gorduras e calorias. É ideal também para quem sofre de hipertensão, colesterol alto ou diabetes.

Quer manter o câncer longe de você? Uma boa alimentação e hábitos saudáveis podem reduzir o risco de contrair muitos tipos de câncer.

Confira algumas dicas valiosas:
Os alimentos ricos em ferro (encontrado no leite materno, feijão, lentilha, folhas verde-escuras e carnes vermelhas) tornam o sangue mais forte e contribuem para prevenir a anemia. Devem ser ingeridos em associação com frutas ricas em vitamina C (laranja, limão, acerola, caju, por exemplo). Esta combinação - comer feijão e tomar uma limonada, por exemplo - é importante, porque a vitamina C fortalece o organismo e ajuda na absorção do ferro.
Cálcio + Cafeína: a cafeína (presente no café, mate e refrigerantes à base de cola) afeta a absorção do cálcio no organismo, assim como a xantina (substância contidas nos achocolatados), reduzindo o potencial desse nutriente. O mesmo não vale para leite e derivados: o cálcio que eles contêm impede que o organismo extraia o ferro dos alimentos. Assim, evite tomar leite e comer alimentos ricos em ferro na mesma refeição.

Exemplos a evitar
Bife à parmegiana (carne + queijo)
Rúcula com mussarela (hortaliça + queijo)
Pão de queijo com refrigerante de cola (cálcio + cafeína)
Café com leite (cafeína + cálcio)
Leite com achocolatado (cálcio + xantina)

Os alimentos ricos em vitamina A (os de cores verde, amarela e alaranjada) são ótimos para a visão e a pele, além de proteger contra a diarreia e alguns tipos de câncer.

Calcula-se que um em cada três casos de câncer pode ser prevenido adotando uma alimentação saudável, mantendo peso normal e fazendo atividade física ao longo da vida.

Postado por: Flávio Faitarone

Fonte: Revista Viva Saúde