segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Os efeitos dos nutrientes na função cerebral

O sistema nervoso (SN) é constituído por uma rede de comunicação  e controle que possibilita ao organismo interagir tanto com o meio externo quanto com o meio interno. As funções gerais do SN incluem a detecção sensorial, o processamento das informações (incluindo aprendizado e memória) e a expressão do comportamento. Esse sistema é dividido em sistema nervoso central e sistema nervoso periférico. Considerado ainda um alvo vulnerável, o sistema nervoso central sofre danos oxidativos causados pelas espécies reativas do oxigênio, principalmente, devido a algumas características próprias desse tecido, tais como o alto conteúdo de ácidos graxos, elevado acumulo de oxigênio e regiões com maior acumulo de ferro, conferindo maior produção de radicais livres. Diversos nutrientes que atuam na redução de processos neurodegenerativos, proteção antioxidante e estimulação da plasticidade neural tem sido estudados sobre a saúde cerebral, dentre eles destacam-se os ácidos graxos poli-insaturados, ômega 3, flavonoides, vitaminas e minerais.
Ômega 3: ácido graxo essencial exerce papel essencial no desenvolvimento e na integridade dos neurônios, nas funções cognitivas, desempenha ação protetora sobre as membranas celulares - mediante sua ação antioxidante-, melhora a ligação dos neurotransmissores aos seus receptores e contribui para a redução do risco de doenças neurodegenarativas.
Flavonoides: tem papel fundamental em processos cerebrais associados à memória, com propriedades neuroprotetoras, por meio de interações macro moléculas responsáveis por sinalizações neuronais, essenciais para a diferenciação celular.
Vitaminas do Complexo B: são fundamentais para o desenvolvimento e a manutenção das funções cerebrais, em que a deficiência de B12 e B6 é manifestada por déficit de memória, disfunções cognitivas, demência e transtorno depressivo.
Minerais: com relação aos minerais o selênio destaca-se entre os demais devido a sua potente ação antioxidantes, assim, atuando como cofator de diversas enzimas, como a glutationa peroxidase, que inibi a ação dos radicais livres, e, portanto, contribuiu para a integridade celular.
Ainda, existem outros componentes nutricionais que podem ser considerados importantes na saúde cerebral como, por exemplo, os probióticos em razão da sua ação na microbiota intestinal, na qual interagem, por meio do sistema imunológico endócrino e vias neurais, como o sistema nervoso central, podendo, ainda, ser considerado, neuroprotetores.



Por: Thayná Galvão




FONTES:
MORITZ, B.; MANOSSO, L. Nutrição Clínica Funcional - Neurologia. São Paulo: VP, 2013. 

PASCHOAL, V. Suplementação funcional magistral: dos nutrientes aos compostos bioativos. São Paulo: Valeria Paschoal, 2008. 

BARROS, M. P.; POPPE, S. C.; BONDAN, E. F. Neuroprotective properties of the marine carotenoid astaxanthin and omega-3 fatty acids, and perspectives for the natural combination of both in krill oil. Nutrients., Basel, v. 6, n. 3, p. 1293-1317, 2014.

BHULLAR, K. S.; RUPASINGHE, H. P. Polyphenols: multipotent therapeutic agents in neurodegenerative diseases. Oxid Med Cell Longev., Austin, v. 2013, p. 1-18, 2013.

BURCKHARDT, M. et al. Omega-3 fatty acids for the treatment of dementia. Cochrane Database Syst Rev., Oxford, n. 4, 2016.

GUEDES, R. C. A.; MELO, A. P. R.; TEODÓSIO, N. R. Nutrição adequada: a base do funcionamento cerebral. Cienc. Cult., São Paulo, v. 56, n. 1, p. 32-35, 2004.

KEUNEN, K. et al. Impact of nutrition on brain development and its neuroprotective implications following preterm birth. Pediatr Res., Basel, v. 77, n. 1-2, p. 148-155, 2015.


SPENCER, J. P. The impact of flavonoids on memory: physiological and molecular considerations. Chem Soc Rev., London, v. 38, n. 4, p. 1152-1161, 2009.

sábado, 21 de outubro de 2017

Benefícios de antioxidantes na alimentação




Os radicais livres são átomos ou moléculas produzidos continuamente durante os processos fisiológicos e atuam como mediadores para a transferência de elétrons em várias reações bioquímicas, desempenhando funções relevantes no metabolismo. As principais fontes de radical livre são as organelas citoplasmáticas que metabolizam o oxigênio, nitrogênio e o cloro, gerando grande quantidade de metabólitos. Os radicais livres são produzidos por modificações químicas de proteínas, lipídeos, carboidratos e DNA, resultando em uma variedade de consequências biológicas, incluindo lesão tecidual, mutação, carcinogênese, comprometimento do sistema imunológico, doenças e morte celular .

Existem vários  antioxidantes , segue alguns : Carotenoide , licopenao , betacaroteno , luteina , flavonoides ,   Resveratrol ,   tanino, entre outros. 

Consuma uma dieta variada e equilibrada , assim os antioxidante serão ingeridos e trarão benefícios a saúde .


Fonte : Costa.P.R.F ; Monteiro.A.R.G ; BENEFÍCIOS DOS ANTIOXIDANTES NA ALIMENTAÇÃO , Revista Saúde e Pesquisa, v. 2, n. 1, p. 87-90, jan./abr. 2009 

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Alimentação e Controle de doenças cardiovasculares



No Brasil, as doenças cardiovasculares são responsáveis por 34% dos óbitos, sendo 11,6% por doença cerebrovascular, 9,8% por doença isquêmica do coração, 2,3% por hipertensão arterial e 10,3% por outras causas cardiovasculares . As dislipidemias classificam-se entre os mais importantes fatores de risco para a doença cardiovascular aterosclerótica, juntamente com a hipertensão, a obesidade e o diabetes mellitus . No entanto, estudos nacionais e internacionais mostram redução nos eventos coronarianos quando se realiza intervenção em múltiplos fatores de risco , segue abaixo algumas fatores que podem intervir nesses riscos :


  • Ter uma alimentação saudável : é importante evitar ou diminuir o consumo de carnes vermelhas, queijos gordos ,Molhos, embutidos , frituras, doces , refrigerantes, temperos, margarina e por outro lado, deve-se aumentar o consumo de frutas, vegetais , soja, linhaça, abacate , peixes, como salmão ou cavala , nozes, azeitonas, azeite de oliva.
  • Fazer exercício físico regularmente
  • Beber álcool moderadamente
  • Manter o peso ideal 
  • Controlar a pressão arterial, o colesterol e a diabetes
  • Dormir bem e controlar o estresse

 

Fonte : Batista.M.C.R ; Franceschini .S.C.C .Impacto da Atenção Nutricional na Redução dos Níveis de Colesterol Sérico de Pacientes Atendidos em Serviços Públicos de Saúde . Viçosa, MG . 2003

Glicemia de rebote ou efeito rebote

Você vem treinando certinho nos últimos meses sente-se preparado psicológica e fisicamente para a tão sonhada prova, e toda a estratégia de alimentação/hidratação da corrida está mais do que fixada na sua mente. Passa o quilômetro 15, o 20 e, chegando nos 30 o corpo começa a doer; tudo o que quer nesse momento é uma inesperada injeção de energia. E ela pode vir na forma de uma batata assada salgada ou de uma latinha vermelha, gelada e sem gás, entregue por um parente ou amigo que se transformou em staff pessoal. É muito açúcar e alegria dentro de uma coisa só; Mas que de repente, tontura, ânsia de vômito, fraqueza. A culpa não foi das sessões de reforço muscular na academia que você faltou, nem do longão de domingo que você pulou para poder descansar. A culpa foi do rebote.

Quando realizamos um esforço físico intenso, o corpo necessita de energia para que o sistema muscular continue rendendo o que desejamos, sem desestabilizar as nossas funções vitais. Embora não seja a única, o carboidrato é a principal fonte de energia responsável por tudo isso. Mas é importante que a hidratação esteja balanceada para que as reações químicas continuem acontecendo dentro do corpo, possibilitando a liberação de energia sem interrupções abruptas ou "efeitos colaterais" desagradáveis, como a hipoglicemia ou a hipoglicemia de rebote causa completamente diferentes para uma mesma consequência.


O QUE É? Mas o que é e como acontece a de rebote? A hipoglicemia de rebote não acontece com todo mundo. De acordo com algumas estatísticas, uma em cada três pessoas pode sofrer esse efeito, causado pela ingestão de alimentos de alto índice glicêmico, antes ou durante o exercício físico. Não há como prever quem as três pessoas dessa estatística. Isso porque estamos passíveis de cometer deslizes, e também porque o rebote pode ser ameno, mas é bom estar preparado para isso caso venha a acontecer. "Muitas vezes os sintomas da hipoglicemia de rebote são muito fortes, e em caso de tonturas e vômitos o mais indicado é parar de correr. Porém, se os sintomas são amenos, a melhor forma para sair da hipoglicemia é ingerir carboidratos complexos, presentes em géis, pastilhas ou isotônicos", explica Karina Valentim, nutricionista esportiva da Patrícia Bertolucci Consultoria em Nutrição, de São Paulo.

O PROCESSO: O efeito rebote acontece quando é ingerida uma grande quantidade de açúcar antes ou durante uma atividade física intensa. Quando se ingere uma quantidade considerável de açúcar para tentar melhorar o rendimento, o pâncreas automaticamente libera uma quantidade muito grande de insulina para metabolizar aquele tanto de açúcar que apareceu de repente. Isso gera um processamento mais rápido e, consequentemente, uma queda drástica, novamente, dos níveis de glicose no sangue, que o fez ficar hipoglicêmico novamente, só que, dessa vez, com a indesejada instabilidade das funções vitais.

COMO EVITAR. Para evitar um quadro de hipoglicemia de rebote, recomenda-se que ingira na refeição pré-prova uma fonte de carboidratos com médio a baixo índice glicêmico, de acordo com a tolerância do atleta, associada à macronutrientes como proteínas, que auxiliam na digestão mais lenta dos carboidratos, não elevando os níveis de glicose sanguínea. A atenção com a alimentação durante a prova também precisa ser grande, segundo a nutricionista Fúlvia Gomes Hazarabedian, da rede paulista de academias Bio Ritmo. "É preciso administrar a quantidade de carboidratos de forma proporcional à necessidade e gasto. Consumir com a diluição correta de água pode amenizar os sintomas, assim como usar produtos em gel ou em pó diluído em água, que tenham carboidratos de rápida, média e lenta absorção". Os alimentos de rápida digestão devem ser priorizados para que o desempenho não seja prejudicado.



Por: Thayná Galvão




FONTE: Revista Contra-relógio – edição 260; Maio 2015.

Alimentos saudáveis são menos calóricos?

Nem sempre os alimentos mais saudáveis ​​são os menos calóricos. Para provar isso, uma blogueira britânica comparou vários alimentos e bebidas em uma série de imagens.

Lucy Mountain usou a conhecida rede social para chamar a atenção dos seus seguidores sobre um conceito muito simples: os alimentos considerados "saudáveis" em alguns casos podem ter mais calorias do que suas variantes, às vezes não são recomendadas para aqueles que seguem uma alimentação equilibrada ou fazem dieta para perder peso. A jovem que possui dois sites, o The Fashion Fitness Foodie e o theFFFeed, decidiu mostrar as calorias de alguns alimentos e bebidas, desafiando as crenças comuns sobre o que se deve ou o que não se deve comer. Veja algumas imagens:


MORANGOS FRESCOS X MORAGOS SECOS 


BATATA FRITA COM SAL E VINAGRE X CHIPS DE VEGATAIS


CHOCOLATE AO LEITE X CACAU

CHOCOLATE AO LEITE X CHOCOLATE AMARGO















AMÊNDOAS X BALAS















Lucy demonstra que, embora os alimentos saudáveis tenham mais micronutrientes, nem sempre eles têm menos calorias. Ela diz que não se trata de evitar alguns alimentos, mas simplesmente de moderar o consumo de alguns deles mesmo sendo saudáveis.
Ela também fala da importância de ler os rótulos dos alimentos e não cair na publicidade e nas embalagens que promovem a venda dos produtos com anúncios, porque isso não significa necessariamente que eles sejam alimentos menos calóricos.

Contudo de interessante que seja a sua ideia, a blogueira faz um discurso que gira apenas em torno das calorias, um discurso seguramente muito restrito.
Não dá para comparar amêndoas com balas. Como sabemos, as amêndoas são ricas em nutrientes úteis para o nosso corpo, enquanto as balas são ricas em açúcares, corantes, substâncias químicas e nada mais. Elas aumentam o índice glicêmico e não dão nada de nutritivo ao corpo exceto as calorias. O mesmo para o chocolate, o mais escuro é mais calórico? O que isso importa se considerarmos todos os benefícios e as propriedades, cientificamente comprovadas, que o chocolate amargo - e só ele - tem?
Muito além das calorias, devemos pensar sobre os valores nutricionais dos alimentos. E se a tua questão for emagrecer cortando calorias, procure um nutricionista para que você possa emagrecer com saúde.


Por: Thayná Galvão


Fonte: https://www.greenme.com.br









quarta-feira, 18 de outubro de 2017

ALHO E SEUS BENEFÍCIOS

ALHO



Alho é considerado como um super alimento porque tem imensas virtudes curativas, proporciona importantes benefícios para a saúde. O alho é um alimento saudável, rico em nutrientes (vitaminas, sais minerais e aminoácidos) que deve fazer parte de uma dieta alimentar equilibrada e saudável. Aqui estão alguns dos Benefícios do Alho para Saúde:

  • Um composto no alho chamado ajoene é um antioxidante natural que tem capacidades de anti-coagulação, ajudando assim na prevenção de doenças cardiovasculares e cerebrovasculares.
  • Cozinhar o alho com carne, reduz substâncias químicas cancerígenas em carne cozida que se acredita estar ligado ao câncer de mama em mulheres que comem carne.
  • A alicina no alho foi mostrado que ajuda a promover a perda de peso .
  • A alicina no alho foi mostrado para reduzir a Pressão Arterial.
  • O alho tem sido aprovado em reduzir o colesterol LDL (ruim)e aumentar o colesterol HDL(bom).
  • O alho pode reduzir os efeitos carcinogênicos da exposição ao amianto.
  • O Alho combate os radicais livres.
  • Reduzir a inflamação e dor no corpo, tornando-se benéfica para as pessoas com osteoartrite e artrite reumatóide.
  • Prevenção de gripes e resfriados: Devido às suas propriedades antivirais e antibacterianas, bem como o seu conteúdo de vitamina C, o alho é um poderoso agente contra o resfriado comum, bem como a gripe.
  • Alho é uma boa fonte de vitamina B6
Fonte : saudedica.com.br

Glutamina, quando suplementar ?




O que é glutamina?

A Glutamina se classifica na categoria dos aminoácidos não-essenciais, ou seja, aminoácidos que são produzidos pelo corpo a partir de determinado metabolismo.
É um dos aminoácidos mais abundantes no nosso corpo. Ela é sintetizada a partir do código genético sendo assim, é classificada como não essencial.

 A importância fisiológica da Glutamina:

Apesar da Glutamina ser classificada pela literatura científica como um aminoácido não essencial, não quer dizer que ela não seja essencial para nosso organismo, pelo contrário, ela realiza funções vitais para o bom funcionamento de diversos órgãos como pulmões, coração, rim, fígado e intestino. Representando 20% do total de aminoácidos livres no plasma.
Nosso organismo também utiliza a Glutamina para o transporte de amônia e nitrogênio pela corrente sanguínea, e é por esse motivo que é necessário manter sempre constante a quantidade de Glutamina no sangue.
Além de ser também uma fonte primária de energia para o nosso sistema imunológico, concluindo que sua escassez no organismo pode aumentar a incidência de doenças.
Ela também é necessária para a absorção e a proliferação de células intestinais, prevenindo a deterioração do intestino, além de normalizar a permeabilidade e integridade do mesmo.

Para atletas de atividades físicas de alta intensidade e principalmente praticantes de musculação, a Glutamina tem auxiliado muito na recuperação após os treinos, evitando o catabolismo e o overtraining, pois apesar da Glutamina ser produzida pelo corpo e representar praticamente 60% do tecido muscular esquelético, ainda a necessidade de seu consumo através da suplementação, já que a demanda de Glutamina nos músculos é muito maior do que o corpo é capaz de produzir nos casos desses atletas.

Mas preste atenção, em caso de pessoas que praticam atividades físicas regularmente, apenas 3 ou 4 vezes na semana, corridas leves, você deve se preocupar e focar apenas na sua dieta quando o assunto for nutrição.

Agora quando você frequenta a academia diariamente, e ainda combinado com outros exercícios físicos principalmente os aeróbicos como natação, corridas e as lutas marciais que ainda combinam aeróbicos e anaeróbicos,
você passa a exigir mais do seu corpo, ai sim a necessidade de um complemento e é ai que entram os suplementos como : Whey Protein, Albumina,Creatina, e claro a Glutamina tratada aqui nesse artigo.

Principais funções e benefícios da glutamina

A glutamina é tão importante para o bom funcionamento do corpo que diversos nutricionista não a consideram como não essencial. Ela participa de forma relevante na síntese de outros aminoácidos e ajuda a manter a homeostase dos tecidos durante o processo de catabolismo.

Outras funções importantes inerentes à glutamina é o fato dela conseguir liberar quantidades extras de hormônios na corrente sanguínea, como a testosterona, por exemplo.A glutamina também possui importante papel na produção de glicose.

Veja outras funções da glutamina:

·         manutenção do sistema imune;
·         regula a síntese e degradação das proteínas;
·         remove o excesso de amônia e nitrogênio do corpo;
·         controla os processos de catabolismo e anabolismo;

Glutamina e Síndrome do Overtraining (OTS)

O OTS ocorre quando há um grande período de treinamentos intensos com pouco descanso. Isso reduz a capacidade do sistema imune e o corpo está aberto a diversas infecções e doenças.
Analisando exames de laboratório de indivíduos que estavam passando pela síndrome foi detectado uma baixa nos níveis de glutamina. O que se observou foi que logo após exercícios intensos uma grande queda nas taxas de glutamina foi identificada. Sem a alimentação adequada e descanso suficiente, esse aminoácido fica em baixa constante causada pelo OTS.

Auxiliando no ganho de massa muscular:
A Glutamina além de auxiliar no funcionamento do organismo, também desempenha um papel muito importante na síntese de proteínas nos músculos, pois poupa o tecido muscular que é catabolizado para prover Glutamina para outras células do corpo, permitindo que o tecido muscular use Glutamina para sintetizar tecido muscular novo, contribuindo para o aumento de força e resistência e diminuindo o tempo de recuperação.
Estudos mostraram também que a Glutamina em pequena dose oral (2 gramas da suplementação), elevou o aumento do nível de hormônio do crescimento.

Quem deve consumir?
Atletas que treinam de maneira intensa devem consumir a glutamina em pó na forma de suplemento alimentar. Isso evita que o corpo entre em situações de overtraining e protege o sistema imune contra possíveis doenças que possam aparecer causadas por vírus e bactérias.
Essa suplementação deve ser, de preferência, indicada pelo nutricionista ou pelo nutrólogo. Através de algumas avaliações e exames, esses profissionais poderão determinar a quantidade e a frequência com a qual a glutamina deve ser ingerida.

Qual a melhor forma de consumo?
Para quem pratica esportes e treinos mais intensos, a glutamina em pó deve ser consumida no pós-treino e também antes de dormir. Ingerir o suplemento com frutas e carboidratos simples é uma boa opção, pois a elevação da glicose sanguínea faz com que o nutriente entre nas células de maneira mais rápida. A quantidade mínima de glutamina que deve ser ingerida por dia é de 10 a 15 gramas sendo que esse valor deve ser dividido para ser tomado 3 vezes durante o dia.

Como tomar a glutamina corretamente:
A Glutamina pode ser encontrada isolada em suplementos individuais onde a concentração é bem maior, ou em outros suplementos como Whey Protein e Hipercalóricos.

Efeitos Colaterais da Glutamina:
Na maioria das pesquisas feitas em indivíduos saudáveis que utilizaram essa substância pelo um certo período, demonstraram que seu uso é seguro e que não a risco de efeitos colaterais. Apenas em indivíduos diabéticos seu uso tem que ser controlado por um médico, já que estudos mostraram que diabéticos metabolizam a Glutamina de maneira anormal.


Escrito por: Anna Katina


Fonte: http://www.treinomestre.com.br/glutamina-o-que-e-efeitos-e-como-tomar/

Brownie glúten free

O brownie é a receita queridinha do momento, mas é possível deixá-la mais nutritiva substituindo alguns ingredientes e, assim, permitir-se ao seu consumo sem culpa. Experimente e indique essa receita deliciosa de brownie na versão glúten free
.

Vamos aos ingredientes:
½ xícara de chá de cacau em pó
½ xicara de chá de fécula de batata
1 xicara de chá de farinha de arroz
1 xicara de chá de açúcar mascavo
½ xicara de chá de castanha triturada
½ colher de chá rasa de bicarbonato de sódio
½ colher de chá de óleo de coco
½ xicara de chá de água
½ xicara de chá de bebida vegetal de sua preferência


Modo de preparo:
- Peneire o cacau, as farinhas e o açúcar e reserve em uma vasilha.
- Adicione as castanhas, o bicarbonato, o óleo, a agua e a bebida vegetal.
- Misture até formar uma massa homogênea
- Unte uma forma e coloque a massa
- Leve ao forno médio, pré-aquecido.
- Asse por aproximadamente 25 minutos, ou até que tenha textura de brownie.


Atenção às dicas!
- Lembrando que, no teste do palito, se sair seco, pode ser que já tenha passado do ponto e virado um bolo.



Por: Thayná Galvão 

Brócolis e couve-flor: estimulam gene com função anticancerígena

A couve-flor e o brócolis são dois vegetais da família das couves (Cruciferae ou Brassicae) muito ricos em propriedades nutricionais e medicinais. Mas, essas duas flores de cabeça, uma verde outra branca, são potenciais amigos quando se trata de lutar contra processos cancerígenos no nosso organismo.  Tanto a couve-flor quanto o brócolis podem ser comidos cozidos, de preferência ao vapor, em saladas ou outros pratos de sua preferência. Algumas pessoas têm o costume de descartar os talos e folhas de ambos esses vegetais o que é uma perda de alimentos de ótima qualidade. O brócolis é um dos alimentos que aumentam a velocidade do nosso metabolismo

Couve-flor, boa fonte de vitaminas. 



A couve-flor é fonte de vitaminas (Vit. C, ácido fólico, Vit. K, Vit. B1, B2, B3 e Vit. E). Nos minerais, é ricas em cálcio, magnésio, fósforo, potássio, cloro, enxofre, ferro, sódio e manganês. Também é boa fonte proteica, gorduras insaturadas e ômega 3. Age como fortificante, mineralizante, neutralizante da acidez estomacal e é indicada em casos de fraqueza geral, prisão de ventre, problemas gástricos, indigestão, diabetes, colite, degeneração macular, obesidade e hipertensão. Porém, a couve-flor, aliada a uma dieta balanceada, ajuda no fortalecimento do sistema imunológico, reduz os riscos de acidentes vasculares, câncer, doenças neurodegenerativas e cardíacas. Seu consumo também tem ação na na manutenção dos ossos, cérebro e saúde celular, no equilíbrio eletrolítico do nosso organismo e na manutenção de níveis adequados de colesterol no sangue. Outros benefícios da couve-flor: seu potencial antioxidante retarda o envelhecimento, repara o DNA, protege de da perda de  memória e previne crises de epilepsia e até previne a alopecia.


Brócolis rico em ácido fólico



O brócolis é rico em ácido fólico, betacaroteno (provitamina A), cálcio, ferro, fibras, flavonoides, indol, isotiocianatos, proteína, vitamina do complexo B, C, E, zinco e tem reconhecidas propriedades medicinais como anticancerígeno, anti-inflamatório calcificante, calmante, diurético, emoliente, laxante e vitaminizante. As indicações mais comuns para o uso medicinal do brócolis são: anemia, ansiedade, bloqueio ou redução de danos celulares no caso de tumores e câncer, carência de vitaminas A, C e E, colite, deficiência de calcificação, inflamação, irritabilidade.

Brócolis e couve-flor estimulam gene com função anticancerígena



Segundo o médico nutrologista, Durval Rivas “Outro importante benefício dessa família é uma substância chamada sulforafane, um fitonutriente com capacidade de estimular o gene com função anticancerígena. Estudos apontam que o ácido indol-3-carbinol encontrado nesses vegetais têm a capacidade de neutralizar as células tumorais sensíveis ao hormônio estrógeno, como os do ovário, mama e próstata.” Uma outra informação interessante é que no caso do câncer de próstata, a ingestão de brócolis para cura atua na redução de metastases - segundo um estudo científico publicado no Oxford Journal: “A alta ingestão de vegetais crucíferos, incluindo brócolis e couve-flor, pode ser associado com um risco reduzido de câncer de próstata agressivo, particularmente doença extraprostática”.


Por: Thayná Galvão 


Fonte: https://www.greenme.com.br