sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Pão funcional de coalhada

Vamos aos ingredientes:
4 ovos
1 pote de coalhada LACFREE 
2 xícaras de farinha de coco
1 colher (sopa) de sementes de chia
1 colher (sopa) de semente de linhaça
1 colher (sopa) de gergelim branco
1 colher (sobremesa) de fermento químico

Modo de preparo:
- Em uma tigela, misture o ovo com a coalhada LACFREE e o azeite.
- Adicione o restante dos ingredientes e misture. Observe se a mistura ficara seca. Se sim, adicione 1 xícara de água.
- Transfira a massa para uma forma de pão de forma e polvilhe semente de linhaça por cima.
- Leve ao forno médio por 40 minutos ou até que o palito saia limpo da massa.
- Desenforme e corte de 10-12 fatias.

Atenção nas dicas!
- Para alguns tipos de farinha, a massa pode ficar seca. Corrijam adicionando 1 xícara de água ou de leite sem lactose até que fique com uma massa de aspecto de bolo




Por: Thayná Galvão





FONTE: http://www.cozinhafitefat.com.br

Exercício físico e repercussões hormonais

A prática regular de exercício físico constitui-se em hábito de promoção à saúde, bem como fator de prevenção e coadjuvante no tratamento de diversas doenças. Além disso, provoca respostas hormonais no organismo, modulando reações metabólicas.

O exercício físico auxilia na redução de gordura corporal e no controle glicêmico, do colesterol, na melhoria da frequência cardíaca, entre outros benefícios, porém sofre influência de intensidade, horário do treino e outros fatores como alimentação, descanso e recuperação.

Uma alimentação adequada e a prática regular de exercícios físicos são medidas efetivas ao tratamento da obesidade e diabetes melito, uma vez que auxiliam na melhora da sensibilidade insulínica, captação de glicose e mobilização de ácidos graxos.

A atividade contrátil estimula a captação de glicose, assim, promovendo maior quantidade de transportadores de glicose GLUT4 no sarcolema, pelo aumento de translocação, independentemente da presença de insulina. Além disso, novas evidências científicas mostram que o exercício físico pode promover melhora na resistência à insulina por diminuir a expressão e/ou atividade de proteínas inflamatórias de efeito negativo à ação da insulina.

O exercício físico também tem importante função na melhora do metabolismo de lipídeos, durante a atividade, devido ao aumento na oxidação dos ácidos graxos, e melhora da capacidade oxidativa da musculatura esquelética.

Igualmente, ocorre modulação na liberação de neurotransmissores, betaendorfina, noradrenalina e serotonina em resposta ao exercício físico, de forma a melhorar a função cognitiva e sensação de bem-estar, por isso, sendo apontado como importante aliado no alívio dos sintomas da depressão.

A maior parte dos estudos envolvendo atividades físicas   aeróbicas demonstra que a intensidade e  duração do exercício são os principais fatores que alteram o perfil de liberação do hormônio do crescimento (GH). Sabe-se que o GH favorece a mobilização de ácidos graxos livres do tecido adiposo para geração de energia, aumenta a capacidade de oxidação de gordura e o gasto energético.

O exercício agudo, não intenso, parece aumentar os níveis de calcitonina e vitamina D, o que resulta num balanço positivo de cálcio e previne a reabsorção óssea.

Exercício prolongado promove maior retenção de sódio e água para manter o volume plasmático adequado às reações endógenas, estimulando hormônios reguladores dos eletrólitos, como o hormônio antidiurético (ADH). Entretanto a elevação do ADH, durante o exercício, ocorre com o aumento da osmolaridade, assim, se o atleta mantém-se hidratado, a elevação do ADH é moderada.

Ao ter em vista que a prática regular de exercícios físicos exerce papel importante na regulação hormonal, necessária para o equilíbrio do organismo, além de promoção à saúde, fazem-se necessárias mais estratégias públicas a fim de estimular a prática na população, o que acarretará maior qualidade de vida e menos gastos com a saúde.




Por: Thayná Galvão




FONTES: 
COSTA, R. A.; SOARES, H. L. R.; TEIXEIRA, J. A. C. Benefícios da atividade física e do exercício físico na depressão. Rev. Dep. Psicol., Niterói, v. 19, n. 1, p. 269-276, 2007.

CRUZAT, V. F. et al. Hormônio do crescimento e exercício físico: considerações atuais. RBCF, São Paulo, v. 44, n. 4, p. 549-562, 2008.

GALVIN, E. A.; NAVARRO, F.; GREATTI, V. R. A importância da prática do exercício físico para portadores de Diabetes Mellitus: uma revisão crítica. SALUSVITA, Bauru, v. 33, n. 2, p. 209-222, 2014.
  
MEDIANO, F. F. et al. Efeito do exercício físico na sensibilidade à insulina em mulheres obesas submetidas a programa de perda de peso: um ensaio clínico. Arq Bras Endocrinol Metab., São Paulo, v. 51, n. 6, p. 993-999, 2007.

MELLO, M. T. et al. O exercício físico e os aspectos psicobiológicos. Rev Bras Med Esporte, São Paulo, v. 11, n. 3, p. 203-207, 2005.

PARDINI, D. P. Alterações hormonais da mulher atleta. Arq Bras Endocrinol Metab., São Paulo, v. 45, n. 4, p. 343-351, 2001.

PAULI, J. R. et al. Novos mecanismos pelos quais o exercício físico melhora a resistência à insulina no músculo esquelético. Arq Bras Endocrinol Metab., São Paulo, v. 53, n. 4, p. 399-408, 2009.

SOUZA JÚNIOR, T. P. Exercício físico e estresse oxidativo: efeitos do exercício físico intenso sobre a quimioluminescência urinária e malondialdeído plasmático. Rev Bras Med Esporte, São Paulo, v. 11, n. 1, p. 91-96, 2005.


Fatores nutricionais que interferem na queda de cabelo

O crescimento capilar é um processo complexo que envolve a atividade do folículo piloso e seu ciclo. Na fase anágena hiperproliferativa, esse folículo precisa de um equilíbrio fisiológico para que o ciclo capilar se mantenha normal e os fios cresçam saudáveis. Quando há algum problema no equilíbrio fisiológico, como o estresse, a presença de micose ou até uma alimentação inadequada, a queda de cabelo pode acontecer.

Uma alimentação inadequada, sem as quantidades necessárias de proteínas e o aporte de aminoácidos, como arginina, lisina, metionina, cisteina e taurina, causa comprometimento, podendo ocasionar a queda de cabelo, pois esses são alguns dos exemplos de aminoácidos utilizados pelo organismo para a formação da queratina.

Produtos resultantes da reação de aminoácidos com um íon metálico, como cálcio, ferro ou zinco, por exemplo, são os minerais quelatos,

Papel importante na formação da queratina e auxiliam o suporte nutricional do crescimento do cabelo. Não só os micronutrientes, mas, de igual modo, os polifenóis, como os taninos e flavonoides encontrados comumente em frutas como a uva, têm uma interação direta com a proteína, podem proteger o colágeno e a elastina contra a sua degradação. Além disso, algumas procianidinas mostraram ter um efeito notável na proliferação do folículo piloso, assim, alargando suas aplicações para o tratamento da queda de cabelo. 

Em um estudo realizado com 60 pacientes do sexo feminino, durante 180 dias, mostrou-se que a suplementação de nutrientes em doses alimentares adequadas obteve resultados positivos quanto à melhora na queda de fios, o que demonstra que a carência nutricional pode ser um fator a ser levado em conta quando se trata de queda de cabelo.

O produto Reinforce da Equaliv é um suplemento à base de vitaminas A, C e E e do complexo B, biotina, zinco, magnésio e ferro quelatos, ele é utilizado para a manutenção e melhora no crescimento dos fios e auxilia no tratamento antiqueda.  





Por: Thayná Galvão





FONTES:
ADDOR, F. et al. Influência da suplementação nutricional no tratamento do eflúvio telógeno: avaliação clínica e por fototricogramadigital em 60 pacientes. Sistema de Información Científica, Espanha, v. 2, n. 6, p.131-137, jun. 2016.
  
RIVITTI, E.  Alopecia areata: revisão e atualização. Anais Brasileiros de Dermatologia, v. 80, n. 1, p.57-68, fev. 2005.

SAWAYA, M.E., et al  Alopecia: unapproved treatments of indication. Clinics in Dermatology, v. 18, n. 1, p. 177-186, 2010.


quinta-feira, 23 de novembro de 2017

10 Benefícios do Zinco para a Saúde


1. Aumenta a imunidade
O zinco é muito usado para no combate a resfriados e nos seus sintomas.
Quando ele é consumido por pelo menos 5 meses pode reduzir as chances de infecção pelo vírus da gripe.
E caso da infecção pelo vírus da gripe já estar estabelecida no organismo, a administração do zinco por um médico pode reduzir os seus sintomas .
O zinco pode interferir no processo de infecção da gripe, de acordo com pesquisas na área da saúde .

2- Poderoso Antioxidante
Ele é um agente anti-inflamatório e antioxidante eficaz.
O zinco ajuda a combater o estresse oxidativo e a diminuir as chances do desenvolvimento do câncer.
Testes feitos em paciente idosos se mostraram eficazes em evitar a mutação de células cancerígenas e o crescimento do tumor de desnutrição .

3. Equilibrio Hormonal
O zinco é considerado benéfico para a saúde e a fertilidade por desempenhar um papel importante na produção de hormônios, incluindo no aumento natural da testosterona.
Que é importante para homens e mulheres. Ele afeta os hormônios sexuais femininos e está envolvido na produção e  liberação dos óvulos.
O zinco é essencial para a produção de estrogênio e progesterona nas mulheres, hormônios indispensáveis para a saúde reprodutiva.
Níveis muito elevados ou muito baixos desses hormônios podem ser perigosos para a saúde.
O resultado pode ser o surgimento de problemas de saúde como: menstruação irregular, mudanças de humor, menopausa precoce, infertilidade e talvez o risco de certos tipos de câncer.
Esse faz parte de um dos benefícios do zinco para a saúde.

4. Combate a diabetes
O zinco essencial para equilibrar a maioria dos hormônios, assim como ocorre com a insulina, que é o principal hormônio envolvido na regulação do açúcar no sangue.
Esse metal se liga á insulina para que ela seja armazenada de forma correta no pâncreas e liberada quando a glicose entra na corrente sanguínea.
O zinco é responsável pelo processo de utilização adequada de enzimas digestivas.
No processo digestivo a insulina se liga ás células para que a glicose seja usada como combustível para o corpo, em vez de ser armazenada como gordura.

5. Saúde do coração
O zinco é necessário para manter a saúde cardiovascular.
Ele também é responsável por reduzir a inflamação e o estresse oxidativo.
O endotélio, a fina camada de células que revestem os vasos sanguíneos, depende parcialmente do zinco para manter as suas funções.
É necessária uma quantidade certa de zinco no organismo para auxiliar na manutenção do endotélio.
A circulação saudável do sangue também depende do zinco presente no corpo, já que ele auxilia de forma natural o controle da pressão arterial e a manter baixo os níveis de colesterol das artérias obstruídas ou danificadas.

6-Previne A Diarreia
A deficiência em zinco está relacionada a problemas digestivos crônicos e as doenças diarreias. Os usos de suplementos de zinco mostraram ser eficaz no combate a diarreia.

7-Saúde Do Fígado
O zinco pode auxiliar na limpeza do fígado, por diminuir a inflamação no fígado, reduzir os danos dos radicais livres, auxiliar na absorção de nutrientes e na eliminação de resíduos de forma adequada.
A produção de radicais livres pelo nosso organismo é natural,  o corpo produz como subproduto de reações celulares, metabolismo de alimentos, respiração e outras funções vitais.
Esses radicais livres são produzidos e usados pelo fígado para realizar a desintoxicação do organismo, enquanto os glóbulos brancos enviam radicais livres para destruir bactérias, vírus e células danificadas.
Manter a saúde do fígado para que ele continue exercendo as suas funções normalmente é de extrema importância.

8-Auxílio No Crescimento Muscular
O zinco é responsável pela reparação muscular e o crescimento.
Isso ajuda o organismo a se restabelecer e a manter a força no sistema muscular e esquelético.
Ele também auxilia na liberação da testosterona, o hormônio do crescimento e na IGF-1 (Fator de Crescimento Insulina-1).
Eles são responsáveis pelo crescimento da massa muscular e por manter o metabolismo saudável. O zinco é benéfico para a massa muscular também por ajudar a aumentar a quantidade de testosterona que o corpo é capaz de produzir após os exercícios.

9-Absorção De Nutrientes E Digestão
O zinco está envolvido na degradação de carboidratos dos alimentos, que é uma das principais fontes de energia do organismo.O consumo adequado de zinco favorece o bom metabolismo e a energia necessária para o dia.
A falta de zinco pode causar baixos níveis de energia e contribuir para o surgimento da fadiga adrenal ou crônica.

10- Crescimento E Reparação Capilar
O zinco também é essencial para manter o crescimento capilar saudável e na reparação do tecido capilar.
Ele também é responsável por ajudar a manter o bom funcionamento do equilíbrio das glândulas de óleo em volta dos folículos capilares. A perda de cabelo é um sintoma comum associado a deficiência de zinco no organismo .
Mas o importante é manter o nível correto de zinco no organismo, pois o seu excesso também pode provocar a perde de cabelo. A alimentação balanceada com alimentos naturais e de verdade traz os benefícios do zinco para a saúde e para que o seu organismo funcione adequadamente.


Escrito por: Anna Katina

Fonte:Dr. Juliano Pimentel


Suplementação de BCAAs e Hipertrofia Muscular


Suplementos com fins de aumento de massa muscular estão entre os mais consumidos por frequentadores de academias esportivas. Neste particular, os aminoácidos de cadeia ramificada (conhecidos popularmente como BCAA, da sigla em inglês para: branched-chain amino acids) estão entre os mais vendidos. O interesse da utilização deste tipo de suplemento é devido o fato de os BCAA serem componentes-chave para aumentar a síntese proteica (Shimomura et al., 2004). Mas, se o seu consumo, quando realizado de forma crônica, de fato contribui para o aumento de massa muscular isso ainda é palco de discussão.
Alguns autores acreditam que a suplementação de BCAA pode ser útil em situações de estresse, quando o paciente está em estado altamente catabólico e, neste caso, sua utilização poderia ser útil para evitar a perda de massa muscular. No entanto, não parece ser relevante em indivíduos saudáveis que treinam musculação (Maughan et al., 2007).
Neste contexto, em um estudo publicado por Spillane et al. (2012), foi mostrado que suplementação de 9 gramas de BCAA, durante 8 semanas, consumido 30 min antes e após o treinamento resistido, não promoveu aumento da massa muscular em homens não-treinados.
A falta de evidências para suportar a efetividade da suplementação do BCAA para ganho de massa muscular nos mostra que, embora estes aminoácidos aumentem a maquinaria da síntese proteica, é necessário também o consumo de todos os outros aminoácidos que, de fato, são matéria-prima para construção de músculos em nosso corpo. Por isso, a utilização de proteínas completas, ricas em BCAA, acaba sendo a melhor opção.
Além disso, recentes trabalhos têm apontado que o consumo exacerbado de BCAA pode apresentar efeitos deletérios ao organismo. Outro trabalho, publicado na International Journal of Epidemiology, mostrou que o alto consumo de BCAA estava associado com o aumento de risco para diabetes do tipo II (Zheng et al., 2016).
Mas, afinal, por que o consumo de forma descontrolada pode ser prejudicial? Isso ocorre porque alguns aminoácidos, além da sua função na síntese proteica, apresentam também outras atividades. No caso dos BCAA, eles também têm função como sinalizadores intracelulares e, quando consumidos em excesso, promovem uma série de alterações moleculares que resultam nessas desordens!
Por último, é preciso lembrar que o consumo desequilibrado de BCAA pode até mesmo comprometer vias moleculares de síntese proteica, devido ao antagonismo entre os aminoácidos de cadeia. Dessa forma, a alta concentração plasmática de leucina, por exemplo, pode reduzir a concentração de isoleucina e valina – o que pode comprometer, inclusive, o crescimento. Isso foi mostrado em estudos antigos, em que ratos suplementados só com leucina, na sua forma isolada, tiveram comprometimento no crescimento e este efeito foi revertido pelo fornecimento de isoleucina e valina (Rogero & Tirapegui 2008).
Portanto, no que diz respeito ao aumento de massa muscular, acredita-se que a utilização de BCAA, de forma isolada, parece não ser efetiva – ao menos em sujeitos saudáveis que treinem musculação para hipertrofia. Nesse caso, a recomendação é que o paciente faça o consumo adequado de proteínas completas, que contenham todos os aminoácidos essenciais.
Escrito por: Anna Katina

Referências: Artigo de ABNE

Shimomura Y, Murakami T and Nakai N, et al. (2004) Exercise promotes BCAA catabolism:Effects of BCAA supplementation on skeletal muscle during exercise.Journal of Nutrition134: S1583S–1587.
Maughan, Ronald J., Depiesse, Frederic and Geyer, Hans(2007) ‘The use of dietary supplements by athletes’, Journal of Sports Sciences, 25:1, S103 – S113
Spillane M,Emerson C, Willoughby DS (2012) The effects of 8 weeks of heavy resistance training and branched-chain amino acid supplementation on body composition and muscle performance.Nutr Health.;21(4):263-73..

Rogero M.M., Tirapegui J., 2008. Aspectos atuais sobre aminoácidos de cadeia ramificada e exercício físico. Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences vol. 44, n. 4, out./dez

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

BARRINHA DE CEREAIS CASEIRAS

BARRINHA DE CEREAIS CASEIRAS


Receita:

Ingredientes:
  • 1 ½ xícara (chá) de grão de aveia prensados
  • ½ xícara (chá) de amêndoas
  • ½ xícara (chá) de ameixas secas – caso estejam muito secas, hidrate-as por 10 minutos
  • ½ xícara (chá) de mix de sementes de girassol, de abóbora e de gergelim
  • ½ xícara (chá) de sementes de chia
  • ½ xícara  (chá) de uvas passas pretas
  • 5 colheres (sopa) de mel ou de melaço
  • Canela a gosto (opcional)

  • Como preparar:
    • Triture as ameixas até que obtenha uma pasta. À essa pasta, junte o mel ou melaço e reserve
    • Pique as amêndoas  em pedaços, junte as sementes de chia, o mix de sementes, as uvas passas, os grãos de aveia prensados e se quiser uma pitada de canela e reserve
    • Em um recipiente, misture a massa de mel ou melaço e ameixas com a mistura de amêndoas, sementes, uvas passas e aveia. Mexa bem para misturar todos os ingredientes
    • Forme uma forma de bolo com papel vegetal e em seguida coloque a mistura. Prense essa mistura com as costas de uma colher, até que ela fique lisa e uniforme na altura
    • Leve ao forno com uma temperatura de 160°, pelo tempo de 20 a 25 minutos, até que doure
    • Retire do forno e espere esfriar
    • Retire da forma e coloque no freezer por um tempo de 15 a 20 minutos e só então as corte, em forma de barrinhas
    É importante esfriar bem para que seja cortada em barrinhas, sob risco de esfarelar se não estiver na temperatura adequada (fria).
    *Rende de 4 a 6 barras, têm a validade de 1 semana e devem ser guardadas em recipientes fechados.


  • Por : Grazielli Perez

    AVEIA - ALIMENTO FUNCIONAL



    AVEIA
    A demanda por alimentos nutritivos e seguros está crescendo mundialmente, e a ingestão de alimentos balanceados é a maneira correta de evitar ou mesmo corrigir problemas de saúde, como: obesidade, diabetes, desnutrição, cardiopatias, entre outros que têm origem, em grande parte, nos erros alimentares. 

    A aveia tem recebido grande atenção por parte de médicos, nutricionistas, consumidores e entidades reguladoras devido às suas características nutricionais, e principalmente devido ao seu teor e qualidade das fibras alimentares. A aveia reduz o colesterol sangüíneo, prevenindo doenças do coração e sendo considerada alimento funcionaL. A composição química e a qualidade nutricional da aveia são relativamente altas e superiores a dos demais cereais. Estes indicadores, no entanto, variam com o local de cultivo, clima e genótipo. Em função dos maiores teores de proteínas e lipídios, a aveia tem, comparativamente, menor concentração de carboidratos.Entre os carboidratos, o maior constituinte é o amido, com concentrações entre 43,7 e 61%35,32. A fibra alimentar total de aveia varia entre 7,1 e 12,1%. Esta variação é devido aos métodos de determinação utilizados e às diferenças entre cultivares. Os componentes mais importantes da fibra alimentar são as b-glucanas, localizadas nas paredes celulares dos grãos, com maior concentração na subcamada de aleurona, na camada de aleurona e no endosperma amiláceo adjacente ao embrião. 



    Fonte: GUTKOSKI.L.C, BONAMIGO.J.M.A,TEIXEIRA.D.M.F,PEDÓ.I . Desenvolvimento de barras de cereais à base de aveia com alto teor de fibra alimentar. Ciência. Tecnologia. Alimentos., Campinas, . 2007.

    Cálcio : Principais funções e sua importância no exercício


    Quando se ouve falar em C, logo pensamos em ossos, porém, esse mineral traz muito mais benefícios para nossa saúde.
    Muitos se enganam quando pensam que só no leite encontramos cálcio. Ele está presente em vários alimentos, como por exemplo: 
    tofu, sardinha, , semente de gergelim, , grão de bico,  e .



           Principais funções:
    •  Contração muscular
    •  Transmissão do impulso nervoso
    • Coagulação sanguínea
    • Regulação da secreção de hormônios
    • Formação do tecido ósseo
            Balanço negativo de Cálcio em atletas:
    • Ingestão inadequada e/ou excesso de fibras
    • Suplementação inadequada de ferro e zinco
    • Excesso de suplementos que contenham cafeína

    Em excesso, o cálcio pode trazer problemas à saúde, como , náusea e vômito. Alguns sinais indicam que você pode estar com excesso de cálcio, tais como excesso de urina, sede, fraqueza, nervosismo e insuficiência renal.
    A dose diária recomendada para um adulto é de 1.000 mg/dia. Pessoas acima de 50 anos requerem 1.200 mg/dia.


    Escrito por: Anna Katina







    Receita de patê de ricota light com ervas

    A ricota é ótima para substituir queijos calóricos e gordurosos. Devido ao seu sabor neutro, ela é bem versátil, podemos acrescentar sabores, combina muito com diversos temperos e sabores!!

    Uma sugestão para consumir uma receita leve e light com este queijo é o patê de ricota light. Você pode incorporar outros ingredientes frescos, ervas, transformando em um patê delicioso e que pode ser servido como entrada, acompanhado de torradas integrais, como base de sanduíches ou até mesmo na salada.

    Então vamos a receita!

    Ingredientes:

    • 1 ricota esfarelada;
    • 10 colheres de leite desnatado;
    • salsinha picada;
    • cebolinha picada;
    • manjericão a gosto;
    • orégano a gosto;
    • sal a gosto.

    Modo de preparo:

    Coloque a ricota cortada em pedaços no processador, adicione as ervas e o sal e bata tudo até virar uma espécie de farofa. Então incorpore o leite e misture até formar um patê. Leve para gelar até a hora de servir.

    Escrito por: Anna Katina

    Receita de : mundo boa forma.

    terça-feira, 21 de novembro de 2017

    Frutas e vegetais no auxilio de controle da saciedade


    Frutas e vegetais 




    O aumento na ingestão de frutas e vegetais reduz a densidade energética e aumenta a quantidade de alimento que pode ser consumida para um determinado nível de calorias. A redução da densidade energética aumenta a saciedade, um efeito que se manifesta após o término da refeição, e a saciação, um efeito sobre a finalização da refeição. Esses efeitos podem ajudar no balanço energético e no controle do peso, mas os papéis desempenhados pela densidade energética e pelas quantidades de água, fibra, carboidrato e gordura de refeições constituídas de frutas e vegetais precisam ser melhor avaliados por estudos sistematizados com uma gama de frutas e vegetais, em diferentes quantidades e formas de preparo. Outro aspecto benéfico, potencialmente, no aumento da ingestão de frutas e vegetais é que sua prescrição  pode amenizar a sensação de fome, típica de dietas de emagrecimento e de manutenção de peso perdido. Além disso, a escolha de frutas e vegetais pela sua resposta glicêmica, isto é, o aumento glicêmico em duas horas provocado por um alimento que contenha 50g de carboidrato, também pode afetar a saciedade e a ingestão alimentar. De acordo com essa hipótese, alimentos com baixo índice glicêmico aumentariam a saciedade, mas esse efeito ainda não está comprovado de forma convincente. 

    O índice glicêmico é alto, por exemplo, para batata, mandioca e banana, e baixo para maçã, cenoura e feijão.



    Fonte : Barreto.M.S; Pinheiro.A.R.O; Sichieri.R; Monteiro.A.C;Filho.M.B; Schimidt.M.I;Lotufo.P;Assis.A.M; Guimarães.V;Recine.E.G.I.G; Victora.C.G; Coitinho.D; Passos.V.M.A . Análise da estratégia global para alimentação, atividade física e saúde, da Organização Mundial da Saúde.   Epidemiol. Serv. Saúde  Brasília , 2005

    L- Carnitina,para que serve?


    Pouco conhecida ainda, a L-carnitina é um ótimo suplemento para atletas, fisiculturistas e também para aquelas pessoas que desejam apenas complementar a alimentação com nutrientes saudáveis. Ela proporciona uma série de benefícios para o organismo. Conheça um pouco mais sobre este nutriente, fonte de energia.

    O que é L-carnitina
    A L-carnitina é uma substância natural, produzida pelo fígado e rins, e armazenada nos músculos. Sua principal função é ajudar o corpo a transformar gordura em energia. na prática, é ela quem realiza o transporte dos derivados da gordura para dentro das mitocôndria, onde eles serão oxidados e transformados em energia. Ela é sintetizada através de dois aminoácidos essenciais: a lisina e a metionina, com a ação conjunta da niacina, vitamina B6, vitamina C e ferro.


    Fontes naturais e suplementos
    A L-carnitina é encontrada em alimentos, como a proteína animal, e na forma de cápsulas ou composição líquida.
    A carne vermelha, principalmente a de carneiro (78mg a cada 100g de carne), é uma das principais fontes naturais desse nutriente. Alguns produtos à base de leite, determinadas espécies de peixes e vegetais, como aspargos, também apresentam a L-carnitina em sua composição.
    Quando o nutriente encontrado na alimentação não é suficiente, pode-se optar por suplementos específicos de L-carnitina. No mercado está disponível nas versões líquida, em cápsulas e em fórmulas compostas por uma mistura do nutriente com chá verde ou CLA – outros ingredientes ativos de emagrecimento que também contribuem para o aumento e acentuação da perda de gordura acumulada.

    Carência de L-carnitina
    Mesmo com o organismo produzindo este nutriente e dele ser obtido pela alimentação, em muitos casos há uma carência de L-carnitina. Por não comerem carne, os vegetarianos precisam de quantidades maiores da substância. Há também outros estados de deficiência como, por exemplo, o exercício físico extenuante, a obesidade, a gravidez, a infertilidade masculina, crianças em fase de crescimento.
    Algumas doenças também contribuem para diminuir os níveis de L-carnitina no organismo, como doenças cardiovasculares, gordura no sangue, cirrose, hipotireoidismo, entre outras.  

    Para que serve
    Você irá encontrar a L-Carnitina presente em várias composições de suplementos termogênicos e emagrecedores. Isso se deve a sua forma de ação no organismo, que tem participação fundamental no metabolismo das gorduras, fazendo o transporte dos ácidos graxos para as mitocôndrias, essas que por sua vez, são as principais responsáveis por gerar energia. 

    Resumindo de forma clara essa parte, a L-Carnitina faz com que a gordura, além do carboidrato em excesso, acabem sendo utilizadas como fonte de energia, consequentemente, promovendo a perda de gordura e emagrecimento.

    Benefícios da L-carnitina

     

    Quando utilizada por atletas, contribui para o aumenta o rendimento físico, tem efeito estimulante, proporciona a queima de gordura, e ajuda no fortalecimento do sistema imunológico. Atua também no desenvolvimento das faculdades mentais e auxilia a baixar os níveis de colesterol e triglicerídeos.
    Se aliada a uma alimentação saudável e equilibrada, esse nutriente pode ajudar em diversos aspectos:
    ·         Ter mais energia, pelo fato da gordura ser mais energética que os carboidratos e proteínas;
    ·         Ganho de massa muscular;
    ·         Maior resistência cardiovascular devido à eficácia energética das gorduras. Quando o corpo aprende a queimar a gordura, ele terá uma fonte quase inesgotável para esforços de longa duração;
    ·         Ação antioxidante combatendo os radicais livre, prevenindo o envelhecimento precoce e fortalecendo o sistema imunológico;
    ·         Ossos mais fortes, pois ajuda a promover o aumento da osteocalcina, indicador positivo para a inibição da perda de massa óssea.
    ·         Grande aliada do cérebro, já que é capaz de estimular as funções cerebrais e ainda protegê-lo dos danos causados pelo envelhecimento.

    L-Carnitina emagrece mesmo?

    A carnitina consegue gerar maior quantidade de energia para os músculos e assim melhorar o desempenho nos treinos. Essa energia é retirada das células de gordura. Com a ajuda desse nutriente a células adiposas de cadeia longa são oxidadas e só assim conseguem atravessar a membrana e chegar na mitocôndria (organela vital para a produção de energia celular), onde finalmente, serão metabolizadas e transformadas em energia para ser consumida pelos músculos e pelo coração.
    Apesar de ser uma proteína não essencial, sem a suplementação não ocorre a queima de gordura já que é necessária muita carnitina para oxidar o tecido adiposo. Quando não há uma quantidade suficiente dessa substância, as células de gordura não conseguem entrar nas mitocôndrias e acabam retornando para o organismo na forma de triglicerídeos, aumentando a pressão sanguínea.
    Mas é preciso ficar atento. Segundo estudos realizados em 2003, a suplementação de carnitina não mostrou nenhum efeito relacionado à oxidação de gorduras durante o repouso. Praticamente, 70% dos ácidos graxos que foram liberad
    os voltaram na forma de triglicerídeos, ou seja, não foram oxidados.
    Assim, a carnitina só apresenta seus reais efeitos durante o processo de atividade física já que é nesse momento que o nosso corpo mais precisa de energia.
    Um estudos realizado por Pistone e cols. avaliou os efeitos da suplementação de 2 g de carnitina por dia atuando em conjunto com atividades físicas em idosos durante 30 dias. O resultado foi que a massa gorda declinou em 3,1 kg enquanto que a massa magra aumento em 2,1 kg.
    Em contrapartida, um outro estudo, usando suplementação de carnitina de 3 g por dia durante 4 semanas mostrou que o nutriente não teve efeito algum sobre a oxidação da gordura durante os exercícios físicos. 


    Fonte:        

    COELHO, Christianne de Faria et al . A suplementação de L-carnitina não promove alterações na taxa metabólica de repouso e na utilização dos substratos energéticos em indivíduos ativos. Arq Bras Endocrinol Metab, São Paulo , v. 54, n. 1, p. 37-44, Feb. 2010