quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Jejum Intermitente: pra que serve e como fazer?

O jejum intermitente pode ajudar a melhorar a imunidade, potenciar a desintoxicação e também melhorar a disposição e agilidade mental. Este tipo de jejum consiste em não comer alimentos sólidos entre 16 e 32 horas algumas vezes por semana de forma programada, voltando a uma alimentação habitual, de preferência baseada em alimentos com baixo teor de açúcar e gorduras.

Para conseguir os benefícios, a estratégia mais comum para iniciar este jejum é ficar sem comer por 14 ou 16 horas, apenas ingerindo líquidos, como água, chá e café sem açúcar, mas este estilo de vida só é aconselhado para pessoas saudáveis e, ainda assim, é necessário o consentimento e apoio de um médico, enfermeiro ou profissional de saúde que tenha conhecimento deste tipo de jejum, para garantir que seja bem feito e faça bem para a saúde.

Principais tipos de jejum intermitente:

Há maneiras diferentes de conseguir fazer este tipo de privação, embora, em todas elas, se realizam um período de restrição de alimentos e um período em que se pode comer. As principais formas são:

·    Jejum de 16h, que consiste em ficar entre 14 e 16 horas sem comer, incluindo o período do sono, e comer nas 8 horas restantes do dia. Por exemplo, jantar às 9 da noite, e voltar a comer às 13h do dia seguinte. 

·       Jejum de 24h é feito por um dia inteiro, por 2 ou 3 vezes por semana.

·       Jejum de 36 horas, que consiste em ficar 1 dia inteiro e mais metade do outro dia sem comer. Por exemplo, comer às 9 da noite, passar o dia seguinte sem comer, e voltar a se alimentar às 9 da manhã do outro dia. Este tipo deve ser feito por pessoas mais habituadas a ficar de jejum, e sob orientação médica.

·  Comer 5 dias e restringir 2 dias, que significa comer por 5 dias da semana normalmente, e em 2 dias reduzir a quantidade de calorias para cerca de 500.

No período em jejum, estão liberados água, chás e café, sem a adição de açúcar ou adoçantes. É comum nos primeiros dias sentir muita fome e, nos dias seguintes, se habituar. Se a fome estiver muito forte, deve-se comer algum alimento leve, pois ninguém deve sofrer ou passar mal ao adotar este hábito. 

Quais são os benefícios

Os principais benefícios do jejum intermitente são:

1.   Acelera o metabolismo: Ao contrário da crença que se tem de que jejum pode diminuir o metabolismo só é verdade em casos de jejuns muito longos, como acima de 48h, mas, nos controlados e curtos, o metabolismo fica acelerado e favorece a queima de gordura. 

2.    Regula hormônios, como insulina, noradrenalina e hormônio do crescimento: ajuda a equilibrar hormônios do corpo que estão associados à perda ou ganho de peso, como, por exemplo, a diminuição da insulina e aumento da noradrenalina e hormônio do crescimento. 

3.    Não favorece a flacidez: Esta dieta não diminui a massa muscular como em outras dietas que fazem uma grande diminuição de calorias e, além disso, ajuda a aumentar o músculo devido à produção do hormônio do crescimento.

4.  Elimina células defeituosas do corpo: já que o corpo torna-se mais ativo para eliminar substâncias e células alteradas, que poderiam causar doenças, como o câncer, por exemplo.

5. Tem ação antienvelhecimento: porque estimula o organismo a viver mais tempo, evitando doenças e fazendo os órgãos e tecidos do corpo viverem mais tempo.

Além disto, ao realizar esta dieta, devido à regulação hormonal, as pessoas podem sentir seu cérebro e alerta e ativo, além de apresentarem sensação de bem estar.

 

O que comer depois do jejum 

Após um período sem se alimentar, é recomendado comer alimentos de fácil digestão e sem excesso de gorduras ou açúcares, para alcançar melhor os resultados.

 

Alimentos aconselhados

Após o jejum, é importante começar ingerindo alimentos como arroz, batata cozida, sopa, purês em geral, ovo cozido, carnes magras grelhadas ou cozidas, que são de fácil digestão. Além disto, quanto mais tempo sem comer, menor deve ser a quantidade de comida, especialmente na primeira refeição, para garantir uma boa capacidade digestiva e o bem estar. 

 

Alimentos desaconselhados

Devem ser evitados alimentos fritos ou preparados com muita gordura, como batata frita coxinhas, molho branco ou sorvetes, bolachas recheadas ou comida congelada, como lasanha.

Para conseguir emagrecer com jejum intermitente

É importante também praticar uma atividade física, como caminhada ou mesmo academia, nunca de estômago vazio, e de preferência, orientada por um profissional de educação física.

 

Quem não pode fazer jejum intermitente

Este hábito deve ser contraindicado em qualquer situação de doença, especialmente em casos de anemia, hipertensão, pressão baixa ou insuficiência renal, ou que precisam usar remédios controlados diariamente:

·         Pessoas com histórico de anorexia ou bulimia;
·         Portadores de diabetes;
·         Mulheres grávidas ou que estão amamentando;

No entanto, mesmo pessoas aparentemente saudáveis, devem se consultar com o médico clínico geral para avaliar como estão as condições do corpo e realizar exames, como os para avaliar a glicemia, antes de iniciar este tipo de dieta. 



Por: Thayná Galvão



FONTE:
https://www.tuasaude.com


Bolo funcional de chocolate com banana

Imagine aquela vontade de comer um bolo de chocolate… todo mundo tem! Agora imagine matar a vontade de comer um bolo de chocolate, só que de maneira saudável… todo mundo precisa! Rico em fibras e proteína, esse bolo contém muitos nutrientes e é saudabilissimo!


Vamos aos ingredientes:
5 ovos
5 bananas bem maduras (+2 cortadas em rodelas)
3 colheres (sopa) de cacau em pó
½ xícara de açúcar mascavo
4 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 xícara de farinha de aveia
1 colher (sopa) de fermento químico
1 colher (sopa) de café preto coado (ou de essência de baunilha)

Modo de preparo:
- Em um liquidificador ou processador de alimentos, junte os ovos, as bananas, o cacau, o azeite e o açúcar. - Bata até resultar em uma mistura liquida e homogênea.
- Adicione a farinha de aveia, o fermento e o café preto coado. Misture.
- Despeje a massa do bolo em uma forma de fundo removível e cubra com as bananas em rodelas.
- Leve para assar em forno médio, pré-aquecido a 180C, por 40 minutos ou faça o teste do palito.

Atenção nas dicas!
- A calda é opcional (mas com calda é super mais gostoso!)
- Você pode substituir o achocolatado diet por uma mistura de cacau em pó com açúcar mascavo
- Ingredientes para a calda: 100ml de leite de aveia, 2 colheres de sopa de achocolatado diet, 1 colher de sopa de mel.
- Como fazer a calda: Em uma tigela, misture todos os ingredientes. Leve para o micro-ondas por 3 minutos, misturando a cada 30 segundos. Fique atento para que não derrame. Reserve na geladeira, por 1 hora ou até que esfrie e engrosse. Ou no congelador, por 25 minutos (cuidado para não congelar).






Por: Thayná Galvão






FONTE:
http://www.cozinhafitefat.com.br/

Os benefícios do potássio à saúde

O potássio é o cátion intracelular mais abundante no organismo (100 a 150mmol/L) e desempenha importantes funções fisiológicas. Sua absorção ocorre a partir do trato gastrointestinal, de forma rápida e normalmente completa, ocorrendo no intestino delgado. Em indivíduos saudáveis, 60% a 80% do potássio filtrado no glomérulo renal são reabsorvidos por mecanismos ativos e passivos no túbulo proximal, 30% são reabsorvidos no ramo ascendente da alça de Henle e, apenas, 10% chegam ao néfron distal para serem excretados.  

Sua homeostasia depende do equilíbrio entre ingestão, absorção e excreção deste eletrólito. Os principais responsáveis pela manutenção nas concentrações séricas normais de potássio são os rins, o TGI e o transporte transmembranar de potássio a partir do fluido extracelular para o intracelular e vice-versa. Esse processo é controlado por diversos hormônios e pela atividade do sistema nervoso simpático, entre os fatores que estimulam sua capacidade estão a insulina, os agonistas de receptores beta-adrenérgicos, aldosterona, bicarbonato, hipotermia e hematopoiese.   

Entre suas ações na promoção da saúde e no adequado funcionamento do organismo está a ação na saúde cardiovascular, principalmente, pelo seu efeito sobre a pressão arterial. A hipertensão é um dos fatores de risco mais modificáveis no desenvolvimento de doenças cardiovasculares, acidentes vasculares cerebrais e doença renal crônica, além da redução de sódio. Estudos mostram que dietas ricas em potássio – sendo frutas e vegetais as principais fontes – parecem exercer um efeito positivo no tônus vascular pela redução da pressão arterial. Observou-se, ainda, que uma dieta rica em potássio provocou maior redução da pressão arterial em relação à dieta com teor de sódio reduzido, uma meta-análise de 19 testes de suplemento de potássio revelou resultados significativos na redução da pressão arterial sistólica em 5,9 mm Hg e a pressão arterial diastólica em 3.4 mm Hg. 13. Dessa forma, sugere-se como estratégia importante em tratamentos de hipertensão o aumento das fontes de potássio em vez de apenas restringir o consumo de sódio na alimentação.

Na arritmia cárdica, o potássio, também, regula a atividade elétrica, para tanto, contribuindo para o controle dos batimentos cardíacos e atividade muscular das células nervosas. A sua deficiência pode levar a um quadro de arritmia e, em casos severos, o indivíduo pode apresentar risco de morte. Entretanto a arritmia não costuma ser decorrente de um quadro de hipocalemia. Já na insuficiência cardíaca congestiva (ICC), operam vários mecanismos compensatórios que podem influenciar o metabolismo dos eletrólitos. A ativação do sistema renina-angiotensina-aldosterona causa retenção de sódio, potássio e magnésio. O hiperaldosteronismo pode aumentar o sódio intracelular e diminuir o potássio intracelular, desde que o magnésio seja um íon necessário à função da bomba de Na/K. Em 297 pacientes tratados com diuréticos, foi verificado que 42% apresentaram hipocalemia; 37%, hipomagnesemia; e 12%, hiponatremia. Também, foi verificado que 57% tinham excesso de Na muscular; 52% tiveram depleção de K muscular; e 43%, baixo Mg no músculo. Foi igualmente demonstrando que baixo K muscular não foi corrigido pela suplementação de potássio quando havia deficiência concomitante de Mg, além disso, infusões de Mg podem alterar a relação normal de eletrólitos extra e intracelulares. 




Por: Thayná Galvão 




FONTES: 
PASCHOAL, V. Suplementação funcional magistral: dos nutrientes aos compostos bioativos. São Paulo: Valeria Paschoal, 2008. 

MITCHESON, J. S. H potassium channels and the structural basis of drug-induced arrhythmias. Chemical research in toxicology, v. 21, n. 5, p. 1005-1010, 2008.
  
COPETTI, C.; OLIVEIRA, V. R.; KIRINUS, P. Avaliação da redução de potássio em hortaliças submetidas a diferentes métodos de cocção para possível utilização na dietoterapia renal. Revista de Nutrição, v. 23, n. 5, p. 831-838, 2010. 

SCHIEFERDECKER, M. E. M.; THIEME, R. D.; HAUSCHILD, D. B. Vitaminas, Minerais e Eletrólitos: Aspectos Fisiológicos, Nutricionais e Dietéticos. Rubio, 2015.


WEAVER, C. M. Potássio e Saúde. Advances in Nutrition v. 4, n. 3, p. 368-377, 2013.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Açaí - seu valor nutritivo

Açaí - seu valor nutritivo



Na rica floresta Amazônica, o açaizeiro (Euterpe oleracea, Mart.) destaca-se por ser a palmeira mais produtiva desse Estuário, tanto em frutos como em gêneros derivados da planta. O fruto, matéria-prima para a obtenção do suco de açaí, bebida símbolo do estado do Pará, é o principal produto oriundo da palmeira. O Brasil se posiciona como o maior produtor, consumidor e exportador desse produto . Entre os estados produtores de açaí, Pará, Maranhão, Amapá, Acre e Rondônia são os mais valorizados pela obtenção do fruto, sendo o primeiro, responsável por 95% da produção de açaí, calculada em 100 a 180 mil litros/ dia em Belém . Hoje sua expansão econômica, já atinge novos mercados no sudeste do país e alguns países da Europa, Estados Unidos, Japão e China . A polpa desse fruto tem sido objeto de alguns estudos em função de seu valor nutritivo e sensorial, sendo inclusive considerada como um alimento nutracêutico face ao seu rico conteúdo de antocianinas, pigmentos hidrossolúveis responsáveis pela cor avermelhada do fruto . As antocianinas tornaram-se conhecidas por suas diversas propriedades farmacológicas e propriedades medicinais, incluindo anticarcinogênica, antiinflamatória e antimicrobiana, prevenindo a oxidação de proteínas de baixa densidade (LDL), enfermidades cardiovasculares e doenças neurológicas .

Composição nutricional do açaí
Valores referentes a 100 gramas.
Proteínas    0,7 g
Carboidratos    21,5 g
Fibras    1,7 g
Cálcio    22 g
Magnésio    13 mg
Manganês    3,29 mg
Fósforo    11 mg
Ferro    0,3 mg
Sódio    15 mg
Potássio    75 mg
Cobre    0,14 mg
Zinco    0,2 mg
Vitamina B3    0,03 mg
Vitamina C    10,3 m


Fonte : MENEZES . E.M.S , TORRES . A.T  , SRUR. A.U .Valor nutricional da polpa de açaí (Euterpe oleracea Mart) liofilizada .   Acta Amazonia , 2008 

Fonte: Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (Unicamp).

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Pãozinho integral Vegano com açúcar de coco

Pãozinho integral com açúcar de coco
Tempo de preparo:
 45 minutos Rendimento: 8 unidades
Ingredientes
1 xícara de água
1 envelope (10 g) de fermento biológico
seco instantâneo
1/3 de xícara de açúcar de coco
1½ xícara de farinha de trigo integral
1 xícara de amaranto
uma pitada de sal
4 colheres (sopa) de óleo
Modo de preparo
Preaqueça o forno a 180 °C e aqueça ligeiramente a água (o suficiente para conseguir colocar o dedo sem queimá-lo) e transfira-a para uma tigela com o fermento e o açúcar de coco. Misture bem. Adicione os ingredientes restantes aos poucos, misturando sempre, e
continue trabalhando a massa até ficar homogênea e desgrudar das mãos. Em seguida, forme bolinhas e ponha-as espaçadamente em uma assadeira untada com um pouco de óleo. Reserve, dentro do forno aquecido, mas desligado, por 20 minutos ou até dobrar de tamanho. Passado esse tempo, ligue o forno de novo e asse por 30 minutos ou até dourar ligeiramente.
Por: Grazielli Perez

Tratamento para a obesidade: Genética, alimentação e exercícios.

Atualmente, a obesidade é um problema de saúde pública que gera preocupação não apenas no Brasil, mas no mundo inteiro. Tal estado nutricional está diretamente relacionado com o estilo de vida sedentário, poucas horas de sono, estresse crônico, más escolhas alimentares, fatores psicossociais, endócrinos e até mesmo fatores genéticos.

Alguns pesquisadores utilizam a genética para identificar as causas da obesidade e entender os caminhos que controlam a deposição de gordura, para que assim haja tratamentos personalizados e estratégias de prevenção da obesidade. Atualmente, foram descobertos mais de 120 genes associados com a obesidade.

Dentre os genes associados com obesidade que foram identificados, o FTO foi o que demonstrou resultados relacionados com massa gorda e aumento do índice de massa corporal. Outra associação importante do gene FTO é com a regulação do apetite. Pessoas sedentárias que ingerem alimentos ricos em gordura são mais suscetíveis à obesidade pela variante FTO. Os efeitos da combinação de polimorfismos em FTO são preditivos de obesidade e diabetes tipo 2, e pode ser influenciada por interações com os níveis de atividade física e gênero.

O objetivo da ciência é desenvolver a tecnologia necessária para identificar pessoas geneticamente suscetíveis à obesidade e qualificar as intervenções farmacêuticas e nutricionais. Além disso, sabe-se que nutrientes moduladores podem fornecer um grande potencial na alteração deste estado nutricional, tornando o tratamento da obesidade mais eficiente.

A obesidade não ocorre apenas na fase adulta, a prevalência de crianças obesas está gradativamente maior, o grande problema é a carga de doenças que esta criança obesa pode apresentar na fase adulta. A prática de atividade física pode atenuar os efeitos dos alelos de risco na predisposição genética para obesidade infantil, servindo como aliado no tratamento e prevenção. Em adultos, o exercício regular pode reduzir o risco de diabetes independente de mudanças na adiposidade.





Por: Thayná Galvão





FONTES:
Cauchi S, Stutzmann F, Cavalcanti-Proença C, Durand E, Pouta A, Hartikainen AL, Marre M, Vol S, Tammelin T, Laitinen J, Gonzalez-Izquierdo A, Blakemore AI, Elliott P, Meyre D, Balkau B, Järvelin MR, Froguel P. Combined effects of MC4R and FTO common genetic variants on obesity in European general populations. J Mol Med . 2009 May;87(5):537-46.

NAVES,ANDRÉIA. Nutrição clínica funcional: obesidade. 1ºed. São Paulo: Valéria Paschoal,   2009.


Sonestedt E,  Roos C, Gullberg B, Ericson U, Wirfält E, and Melander MO. Fat and carbohydrate intake modify the association between genetic variation in the FTO genotype and obesity. Am J Clin Nutr 2009;90:1418–25.

Bolo panetone

Chegou Dezembro!!! Um mês delicioso! Por isso, já começamos com o pé direito com esse Bolo Panetone Vegano. Um bolo com gosto de panetone, para os que querem manter a forma, mas não abrem mão dessa delicia natalina.


Vamos aos ingredientes:
3 colheres (sopa) de linhaça dourada
6 colheres (sopa) de água
1 xícara de leite vegetal
½ xícara de adoçante culinário
½ xícara de azeite de oliva
1 xícara de farinha de amendoim
1 xícara de aveia em flocos
1 colher (sopa) de essência de panetone
1 colher (sopa) de fermento químico
1 xícara de mix de frutas cristalizadas, uva passa e tâmaras picadas
Para a calda:
100ml de leite de coco
3 colheres (sopa) de melado de cana

Modo de preparo:
- Em uma tigela, misture a linhaça e a água. Reserve por 20 minutos.
- Em outra tigela, transfira o gel de linhaça e adicione o leite, o azeite e o adoçante culinário. Misture.
- Adicione a farinha de amendoim, a aveia em flocos, a essência de panetone e o fermento. Misture.
- Incorpore o mix de frutinhas desidratadas.
- Transfira para uma forma untada e enfarinhada a gosto e leve ao forno médio por 35-40 min.
- Enquanto isso prepare a calda misturando os ingredientes e levando ao micro-ondas por 3 minutos.
- Reserve na geladeira para engrossar.
- Após amornar, desenforme o bolo e decore com a calda caramelada de melado.





Por: Thayná Galvão




FONTE:
http://www.cozinhafitefat.com.br

A importância do processo de destoxificação no organismo

Sabe-se que, após as festas de fim de ano, é crescente a busca de recursos que visem à eliminação de toxinas que se acumulam por fatores adversos e que, caso não sejam eliminadas eficientemente, podem ocasionar alterações importantes no organismo.

Nesse sentido, muito se tem discutido sobre a destoxificação, processo realizado no organismo que promove a eliminação ou redução de determinadas substâncias (xenobióticas ou endógenas). A destoxificação ocorre em todas as células, mas especialmente nas do fígado (contém cerca de 60% das enzimas) e nas do intestino (contém cerca de 20% das enzimas).

As reações de destoxificação acontecem por um processo dividido em três fases: também, denominada de biotransformação, a fase I é realizada por várias enzimas presentes nas células (hepáticas e extra-hepáticas), e, nesta fase, a substância (toxina) é biotransformada para a reação de conjugação (fase II) ou eliminada do corpo; na fase II, as toxinas da fase I são transformadas em moléculas passíveis de excreção; na fase III, a molécula é transportada para a circulação, fora da célula, para sua eliminação, seja nas vias biliares (na face biliar dos hepatócitos), seja no tecido renal (presente na luz das células dos túbulos proximais) ou, ainda, no intestino.

As toxinas endógenas podem ser oriundas de erros inatos do metabolismo, desequilíbrio metabólico, microbiota intestinal. As de origem exógena provêm de medicamentos, aditivos alimentares, agrotóxicos, álcool, poluentes do ar, etc.

A destoxificação é uma tarefa celular vital e a não realização ou ausência deste processo pode levar ao desenvolvimento de morbidades precoces. E, embora seja um mecanismo fisiológico, existem diversos alimentos que parecem demonstrar influência sobre os sistemas de desintoxicação. Dentre os quais, destacam-se os vegetais crucíferos (agrião e brócolis), vegetais allium (alhos e cebolas), uvas, óleo de peixe e os alimentos fontes de quercetina, licopeno e daidzeína.

Além da alimentação nutricionalmente equilibrada, uma boa hidratação é importante para a manutenção das funções básicas do tecido hepático e para o processo de desintoxicação. A ingestão de água é necessária para a adequada circulação sanguínea, dissolução dos nutrientes, além de facilitar a secreção biliar e excreção de metabólitos e toxinas maléficas ao fígado.
   
Em suma, apesar da relevância dos achados, ainda, muito pouco se sabe sobre a influência de fatores externos sobre o processo de destoxificação.





Por: Thayná Galvão






FONTES:
CARVALHO, G.; MARQUES, N. C. F. R. Destoxificação e biotransformação hepática. In: PASCHOAL, V. Nutrição clínica funcional: dos princípios à prática clínica. São Paulo: Valeria Paschoal, 2007. cap. 6, p. 170-209.

CLINE, J. C. Nutritional aspects of detoxification in clinical practice. Altern Ther Health Med., Aliso Viejo, v. 21, n. 3, p. 54-62, 2015.

KLEIN, A. V.; KIAT, H. Detox diets for toxin elimination and weight management: a critical review of the evidence. J Hum Nutr Diet., Oxford, v. 28, n. 6, p. 675-686, 2015.


sábado, 2 de dezembro de 2017

Bicarbonato de Sódio e fadiga

Bicarbonato de sódio

De acordo com estudos realizados por cientistas nutricionais, a fadiga muscular acontece quando há um acúmulo de ácido no interior da célula muscular. Assim, a capacidade muscular total é limitada pelo aumento progressivo da acidez dentro dos músculos. Isto inibe a transferência de energia e a capacidade dos músculos em se contrair.
A defesa do organismo contra isso, então, são os tampões de bicarbonato, que ajudam a neutralizar o ácido produzido pelo exercício intenso.
Uma vez que o bicarbonato de sódio é um agente alcalinizante, ou seja, que reduz a acidez do sangue, ele pode ajudar no processo de recuperação dos seus músculos. Esta ação pode ser capaz de extrair mais do ácido que está dentro das células musculares para a corrente sanguínea e, assim, reduzir o nível de acidez dentro das células musculares. Isto, por sua vez, pode retardar o aparecimento de fadiga.
Isso beneficiaria os atletas cujas intensidades variam entre 80 e 125% do consumo máximo de oxigênio.


    As pessoas dentro desta categoria, que abrange exercícios de alta performance, devem reabastecem regularmente seu sistema de glicólise anaeróbia, que produz uma grande quantidade de acidez.

    Fonte:https://hypescience.com

    sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

    Suplementação de magnésio

    Suplementação de magnésio




    ​Uma pesquisa inédita, feita com 1.007 pessoas e divulgada no final de 2015, mostrou que 54% dos brasileiros fazem uso de algum tipo de suplemento alimentar. Segundo esse estudo encomendado por organizações que atuam no setor alimentício, entre elas a Associação Brasileira das Empresas de Produtos Nutricionais (Abenutri), a maioria daqueles que fazem suplementação alimentar busca melhorar a saúde ou a performance em atividades físicas.
    O magnésio (Mg) é o segundo cátion intracelular mais abundante. Ele é co-fator de aproximadamente 300 reações enzimáticas, principalmente das que utilizam ligação fosfato de alta energia. Dessa forma, o Mg participa de inúmeros processos metabólicos, inclusive daqueles ligados ao metabolismo de carboidratos envolvidos na regulação da secreção e ação da insulina .

    Alimentos ricos em magnésio
    • 28 g de amêndoas = 80 mg de magnésio
    • Meio copo de espinafre cozido = 78 mg de magnésio
    • 28 g de castanha-de-caju = 74 mg de magnésio
    • Meio copo de feijão cozido = 60 mg de magnésio
    • 2 fatias de pão integral = 46 mg de magnésio
    • Meio copo de arroz integral = 42 mg de magnésio
    • 1 banana de tamanho médio = 32 mg de magnésio
    • 100 g de peito de frango = 22 mg de magnésio
    • Meio copo de brócolis cozidos = 12 mg de magnésio
    • 1 maçã de tamanho médio = 9 mg de magnésio


    Fonte: National Institutes of Health (NIH) — Agência de saúde do governo dos Estados Unidos
    www.hospitalsiriolibanes.org.br