segunda-feira, 19 de agosto de 2019


         A DIFERENÇA ENTRE DIET, LIGHT E ZERO

 





Diet: Tem isenção de açúcar e/ou proteína e/ou gorduras. Normalmente é indicado para portadores de doenças metabólicas como diabetes. Alimentos diet podem ter valor calórico maior que aqueles que contêm açúcar e nem sempre são úteis para perda de peso.
Light: Possui redução de calorias ou açúcares ou gorduras ou sódio ou outro nutriente em relação ao produto original. É indicado para pessoas que desejam reduzir o teor de açúcares, gorduras ou sal na alimentação. Nem todo alimento light é próprio para perda de peso. A redução calórica em certos alimentos é muito pequena.
Zero: Promete isenção de açúcar com redução de calorias ou isenção de nutrientes em relação ao produto original. De modo geral as indicações são semelhantes aos dos alimentos light. Quando o alimento é zero por isenção de açúcares também pode ser consumido por diabéticos.
Cuidado com as embalagens
Os consumidores devem estar muito atentos para não tomarem como referência o número de calorias exibido nas embalagens de alimentos. Segundo especialistas, as informações contidas nos rótulos podem estar até 25% acima do total de energia realmente fornecida pelo produto.

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

                    Força muscular e o papel da creatina. 




Força muscular pode ser definida como a quantidade de tensão que um músculo ou agrupamento muscular pode gerar dentro de um padrão de movimento especifico e com determinada velocidade de movimento.
A capacidade de realizar atividades físicas diárias é determinada,em grande parte pela capacidade de desenvolver força muscular. De acordo com vários autores a força muscular máxima é alcançada por volta dos 30 anos,mantém-se mais ou menos estável até os 50.
Na prática esportiva,manter as forças musculares equilibradas é fundamental para se alcançar a melhora do rendimento,minimizando o risco de lesões. Portanto,independente da modalidade praticada como corrida,ciclismo,futebol,tênis,basquete,os exercícios de fortalecimento deverão estar presentes na rotina.
O aumento da força,diferente da  hipertrofia muscular,acontece em cada sessão de treino,após um estimulo de adaptação ocorrem micro lesões causadas pela tensão gerada. Depois disso ocorre um processo de recuperação (descanso),no qual temos a síntese proteica,quando a fibra muscular é restaurada se adaptando ao estímulo dado.
Um estudo extremamente recente,publicado na revista do colégio Americano de medicina esportiva,mostra que se o objetivo for ganhar força muscular,não há necessidade de treinos longos.
O objetivo do estudo foi comparar os efeitos de diferentes volumes de treinamentos sobre as respostas musculares de força,resistência e hipertrofia. Para isso,34 indivíduos foram divididos em três grupos: baixo volume (uma série de cada exercício por treino) volume moderado (três séries) e alto volume ( cinco séries). Os três grupos treinaram três vezes por semana,durante oito semanas.
De acordo com os autores,todos os indivíduos apresentaram um aumento significativo de força e resistência,sem apresentar diferenças entre os grupos. Ao mesmo tempo,apesar do tamanho (hipertrofia) muscular ter aumentado em todos os grupos,quanto maior o volume de treinamento,mais expressivo foi o aumento.
Sessões rápidas de treinamento de força,com duração de aproximadamente 13 minutos,três vezes por semana são capazes de proporcionar um aumento consistente na força e na resistência muscular. Por outro lado,se seu objetivo primário for a hipertrofia,vale a pena investir em melhores volumes de treinos para garantir resultados mais satisfatórios.
É muito importante para quem vai começar um trabalho de musculação,entender que os ganhos iniciais de força,e o aumento de massa muscular,não ocorrem imediatamente. O tempo  médio fica por volta de 6 semanas a 2 meses, levanto em conta aspectos como a sua frequência nas aulas,intervalos de recuperação,volume,intensidade e alimentação,entre outros. Determinar a progressão das cargas com treino com cargas progressivas para o aumento de ganho de força e determinante para alcançar seus objetivos,sendo eles estéticos,qualidade de vida ou de melhorias para determinado esporte que você pratique.

O papel da creatina: 

A creatina é um nutriente natural,de origem animal,encontrada em carnes e peixes. É sintetizada de maneira endógena no fígado,pâncreas e rins a partir de alguns aminoácidos. 
Sua síntese no organismo ocorre com a participação de três aminoácidos,podendo ser encontrado na forma livre ou fosforilada. Exercícios intensos e breves dependem muito deste sistema de energia. Estudos tem avaliado a eficacia da suplementação de creatina como recurso ergogênico e parâmetros na força e na composição corporal.
Kilduff e colaboradores (2003) estudaram os efeitos da suplementação de creatina na força muscular em conjunto com treinamento de força em homens destreinados. 19 homens destreinado foram submetidos a 4 semanas de treinamento de força sendo realizados 3 vezes na semana. O grupo suplementado com creatina recebeu 20 g por dia de creatina + 140 g de glicose por sete dias no período de carga seguido por 5 g de creatina +140 g de glicose durante 21 dias no período de manutenção. Já o grupo placebo foi suplementado com 160 g de glicose no período de carga seguido por 40 g na fase de manutenção. O grupo suplementado com creatina demostrou uma correlação positiva por apresentar um aumento significativo da força aliada com 4 semanas de treinamento de força. Estes autores sugerem que este aumento pode ser resultado do estimulo da suplementação de creatina no aumento da síntese proteica ocasionando uma hipertrofia e consequentemente o aumento da força. Outros estudos foram realizados comprovando as evidencias de que a suplementação com creatina influencia no aumento da força por elevar a quantidade de creatinafosfato no músculo esquelético. Além disso, o aumento na síntese proteica muscular,favorecendo,assim,a hipertrofia e o aumento de força. 


Referencias: 
Peralta, J.; Amanciom O.M.S. A creatina como suplemento ergogênico para atletas. Revista de Nutriçao. Campinas. v.15. n.1 Campinas jan.2002.p 83-93

Torres-Leal, F.L.; Marreiro, D.N. Considerações sobre a participação da creatina no desempenho físico. Revista Brasileira de Cineantropometria & Desempenho Humano. 10(3). 2008.294-300 

Estagiaria: Beatriz Rosa




Cinco dicas para montar uma lancheira saudável


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Para resistir às tentações e inserir hábitos mais saudáveis no seu dia, anote essas dicas e se prepare para aplicá-las em lancheiras práticas:

1) Organize sua rotina para cozinhar

Dedique um horário especialmente para planejar suas refeições. Você precisa pensar no que vai comer, de quais ingredientes precisa para preparar sua alimentação e quando terá tempo de cozinhar. Por exemplo: pense na sexta no cardápio, faça compras no sábado e cozinhe no domingo. Você pode congelar refeições para a semana toda e, em poucas horas, a questão está resolvida.

2) Preste atenção à combinação de alimentos

Quando você prepara uma refeição, deve prestar atenção aos tipos de alimentos que vai combinar. A dica é misturar três grupos alimentares:
·         Construtores: são proteínas, como queijos, iogurtes, leite e carnes, como o atum e o frango dos patês, por exemplo
·         Reguladores: aqui entram frutas, legumes e verduras
·         Energéticos: são os carboidratos, como pães, biscoitos e bolos

 

3) Tenha uma lancheira adequada

Uma bolsa térmica pode ser importante para você que passa muitas horas longe de casa e de uma geladeira. Assim, você conserva mais. frescos os alimentos que vai consumir

 4) Fale com um nutricionista

Nutricionistas são profissionais preparados para te ajudar no processo de uma reeducação alimentar. Eles observam como está sua saúde, como é sua rotina e indicam o melhor caminho a seguir, de acordo com a sua necessidade e objetivo. Adotar medidas simples para uma alimentação mais saudável todos podem e devem fazer. Mas criar dietas rigorosas por conta própria pode ser perigoso!

5) Anote sugestões de lanches práticos e saudáveis e use a criatividade

 O consumo de frutas do brasileiro está abaixo do recomendado pela Organização Mundial da Saúde, que são pelo menos 400 gramas diariamente”, afirma. Para ajudar nessa conta, os sucos de frutas são uma opção prática. Uma coisa não substitui a outra. Mas existem opções saudáveis em embalagens cartonadas que podem contribuir para a absorção diária de nutrientes importantes, como vitaminas e minerais.

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

                  

                          Hidratação durante o exercício 









Este texto começa com uma pergunta: A reposição de líquidos de acordo com a sede é suficiente para hidratar o individuo?

O estado de hidratação é um fator determinante para a pratica de atividades físicas. Desta forma,o conhecimento do estado de hidratação do individuo antes,durante e após o exercício físico torna-se importante para sua pratica constante. Além disso,avaliar o estado de hidratação é fundamental para evitar problemas de saúde devido a desidratação.

Métodos de avaliação: 

A osmolalidade plasmática é o principal método de avaliação do estado de desidratação em situações laboratoriais,em que maior precisão na medida é exigida. A avaliação do peso corporal também pode ser utilizada para avaliação do estado de desidratação. A partir da diferença do peso corporal antes e após o exercício é possível calcular o percentual de perda de peso para classificar o estado de hidratação. Outro método pratico é a analise da coloração da urina. Utilizando-se a escala proposta por Armstrong. A escala apresenta uma boa correlação com a densidade e a osmolalidade urinarias e plasmáticas. 

A perda hídrica pela sudorese induzida pelo exercício,especialmente realizados em ambientes quentes,pode levar a desidratação,alterar o equilíbrio hidreletrolítico,dificultar a termorregulação,e assim apresentar um risco para a saúde,podendo provocar uma diminuição no desempenho esportivo.

A desidratação pode comprometer o desempenho durante o exercício e aumentar os riscos associados ao esforço e ao calor. Além disso,segundo a National Athletic Trainer's Association,os indivíduos não ingerem voluntariamente água suficiente para prevenir a desidratação durante uma atividade física. Por outro lado,o excesso de ingestão de líquidos deve ser evitado,uma vez que também pode comprometer o desempenho e a saúde do individuo. Tem sido propostas em consensos internacionais recomendações sobre a hidratação com o intuito de minimizar os efeitos da perda hídrica sobre as respostas fisiológicas ao exercício. 


Em função disso,têm sido propostas recomendações internacionais sobre a hidratação.
Conhecendo os possíveis efeitos da desidratação,surgem perguntas do tipo: ingerir quanto,quando e como? Água pura ou hidreletrolíticas 
Após um período em que a recomendação de ''não beber'' durante o exercício predominou ate 1970,surgiram protocolos de hidratação que têm como objetivo ensinar ao indivíduos como se hidratarem para atingir ao equilíbrio hidreletrolítico. Esses protocolos determinam quanto e o quê e de quanto em quanto tempo os líquidos devem ser repostos durante o exercício físico. Segundo o American College Of Sports Medicine (ACMS) deve-se ingerir aproximadamente 500 ml de líquidos nas duas horas antecedentes ao exercício,durante o exercício,os atletas devem começar a beber desde o inicio e em intervalos regulares,em volume suficiente para repor as perdas pela sudorese o máximo tolerado.  A National Athletic Trainer's (NATA),faz as seguintes recomendações: ingerir 500 a 600 ml de água ou outra bebida esportiva duas a três horas antes do exercício e 200 a 300 ml,10 a 20 minutos antes do exercício,durante o exercício,a reposição deve aproximar as perdas pelo suor e pela urina e pelo menos manter a hidratação,com perdas máximas correspondentes a 2% de perda de pesoapos o exercício,a hidratação deve ter como objetivo corrigir qualquer perdas líquidas acumuladas. Além disso,o ACMS e o NATA fazem referencias sobre a temperatura e palatabilidade do liquido,adição de carboidratos e eletrolitos de acordo com a intensidade e duração do exercício e estrategias de hidratação para facilitar a acessibilidade do atleta ao líquido



A desidratação pode comprometer o desempenho durante o exercício e aumentar os riscos associados ao esforço e ao calor. Além disso,segundo a National Athletic Trainer's Association,os indivíduos não ingerem voluntariamente água suficiente para prevenir a desidratação durante uma atividade física. Por outro lado,o excesso de ingestão de líquidos deve ser evitado,uma vez que também pode comprometer o desempenho e a saúde do individuo. Tem sido propostas em consensos internacionais recomendações sobre a hidratação com o intuito de minimizar os efeitos da perda hídrica sobre as respostas fisiológicas ao exercício. 

 Voltemos a discussão: A sede é suficiente

A partir das observações de que a sede não seria eficiente em humanos e que a desidratação seria o maior risco para praticantes de atividade física no calor,a necessidade de reposição ao máximo das perdas hídricas tornou-se estabelecida e difundida nos consensos internacionais. Desta forma a regra seria: Quanto maior a ingestão de líquidos (água e bebidas esportivas),se aproximar da sudorese,menores serão os efeitos da desidratação sobre as funções fisiológicas e desempenho esportivo.Após um período em que a recomendação de ''não beber'' durante o exercício predominou ate 1970,surgiram protocolos de hidratação que têm como objetivo ensinar ao indivíduos como se hidratarem para atingir ao equilíbrio hidreletrolítico. Esses protocolos determinam quanto e o quê e de quanto em quanto tempo os líquidos devem ser repostos durante o exercício físico 

A desidratação pode comprometer o desempenho durante o exercício e aumentar os riscos associados ao esforço e ao calor. Além disso,segundo a National Athletic Trainer's Association,os indivíduos não ingerem voluntariamente água suficiente para prevenir a desidratação durante uma atividade física. Por outro lado,o excesso de ingestão de líquidos deve ser evitado,uma vez que também pode comprometer o desempenho e a saúde do individuo. Tem sido propostas em consensos internacionais recomendações sobre a hidratação com o intuito de minimizar os efeitos da perda hídrica sobre as respostas fisiológicas ao exercícios

Referencias: http://www.scielo.br/pdf/%0D/rbme/v12n6/a20v12n6.pdf

Estagiaria: Beatriz Rosa



Torta sem glúten de Liquidificador


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INGREDIENTES:

Recheio
1 cenoura pequena ralada
1 chuchu pequeno ralado e espremido nas mãos, para retirar o excesso de água
1 xícaras de chá de folhas picadas (pode usar as de beterraba, escarola, cenoura)
1 tomates sem sementes picado em cubinhos (escorrer o caldo antes)
8 azeitonas picadas
Cheiro verde picado a gosto
Palmito (opcional)
Azeite e sal.

Massa
3 ovos orgânicos
½  xícara de chá de água (ou leite de aveia caseiro ou leite de soja uso culinário)
1 xícara de chá de farinha de arroz
½  xícara de chá de fécula (ou amido de milho)
½ de óleo
1 colher de sopa de queijo ralado (opcional)
1 colher de chá de orégano
1 colher de chá de sal
1 colher de sobremesa de fermento em pó

Preparo:
Pré- aquecer o forno.
Misturar todos os ingredientes do recheio e temperar com 1 fio de azeite.
Bater todos os ingredientes da massa no liquidificador. Colocar metade da massa em forma retangular já untada com manteiga e enfarinhada, colocar o recheio e cobrir com o restante da massa.
Colocar no forno previamente aquecido por 180 graus, até a massa ficar assada (cerca de 40 minutos).

Pronto!

terça-feira, 13 de agosto de 2019

                        Glutamina como suplemento em atletas 

A glutamina é o aminoácido livre mais abundante no plasma e no tecido muscular. Nutricionalmente é classificado como aminoácido não essencial,uma vez que pode ser sintetizada pelo organismo a partir de outros aminoácidos. A glutamina está envolvida em diferentes funções,tais como a proliferação e desenvolvimento de células,balanço acidobásico,transporte de amônia entre os tecidos,a doação de esqueletos de carbono para a gliconeogênese,participação no sistema antioxidante e outras. Por meio das técnicas da biologia molecular,estudos demostram que a glutamina também pode influenciar diversas vias de sinalização molecular,em especial a proteção de proteínas de choque térmicos (HSPs). As HSPs contribuem para a homeostasia da célula na presença de agentes estressores,tais como as especies reativas do oxigênio. Em situações de elevado catabolismo muscular,como após o exercício físico intensos e prologados,a concentração de glutamina pode se reduzir, A menor disponibilidade desse aminoácido pode diminuir a resistência de células a 
lesões,levando a processos de apoptose celular

Benefícios:  
A suplementação de glutamina durante longos exercícios cardiovasculares demostrou diminuição da amônia e com isso o aumento da performance foi notado
O consumo de 2g de glutamina diários mostrou um aumento de bicarbonato no plasma ( Diminuição na queimação muscular durante o treino,assim melhorando a performance)
A suplementação de glutamina é importante principalmente para o sistema imunológico,pois ela é utilizada em altas taxas pelas células imunes e elas não possuem enzima necessária para produzir a glutamina. Consequentemente,o sistema imunológico é dependente da glutamina sintetizada e  liberada pelo músculo esquelético.
A intensidade dos exercícios pode diminuir as taxas de glutamina liberadas pelo músculo e aumentar as taxas de captação da mesma por outros órgãos (Fígados e Rins) e tecidos,assim,diminuindo a disponibilidade da glutamina para o sistema imunológico. 
Em exercícios de alta intensidade e curta duração,estudos tem demonstrado aumento ou nenhuma alteração na glutamina circulante,portanto não há necessidade de glutamina.
No entanto,em exercícios de media e alta intensidade feitos por um tempo maior,há pesquisas mostrando a diminuição substancial da glutamina circulante no exercício, inclusive,ela continua caindo por um tempo apos o termino da atividade física. A concentração da glutamina no plasma pode ser reduzida em ate 23% após os exercícios. Essa redução da glutamina pode levar a uma insuficiência do sistema imune,o que ocasiona o aparecimento mais frequente de infecções do trato respiratório superior. A suplementação de glutamina nesse tipo de exercício,em 81% dos casos,foi efetiva na redução do aparecimento de infecções no trato respiratório superior.
Diante da capacidade da promoção do aumento da concentração plasmática da glutamina,a partir da suplementação desse aminoácido,vários estudam o possível papel da suplementação com glutamina em relação a imunocompetência,força,rendimento e sintetize do glicogênio em atletas. Um estudo observou que uma dose de 5g de glutamina,em 330ml de água,oferecido para corredores de média distancia,maratonistas,ultramaratonistas e remadores,ministrada imediatamente e após 2 horas de competição ou treinamento intenso,foi suficiente para diminuir infecções nos sete dias depois do exercício. Dentre os atletas que receberam o suplemento,apenas 19% registraram alguma infecção,enquanto que 51% dos atletas que receberam placebo mencionaram ter algum tipo de infecção durante o período estudado.
Por fim,atualmente diversos estudos sobre a suplementação da glutamina em atletas,submetidos a exercícios intensos e prolongados,têm sido realizados,visando observas os possíveis benefícios desse aminoácido no sistema imune,na performance e na resistência do glicogênio. Ainda assim existem questionamentos sobre a efetividade dessa suplementação,sendo necessária a realização de novas pesquisas para que esse tema seja mais concreto. 

Estagiaria: Beatriz Rosa

Referencia: 


                    SOPA DE ABÓBORA COM GENGIBRE 





 Ingredientes:

 1/2 kg de abóbora cabotiá sem casca
2 colheres de sopa de gengibre ralado
1 cebola pequena
1 dente de alho grande
Sal a gosto
Azeite de oliva a gosto


Modo de preparo:
- Corte a cebola e o alho e doure.
- Acrescente a abobora e o gengibre em 1 litro de água
- Bata tudo no liquidificador e passe numa peneira grossa para tirar os fiapos do gengibre
- Volte á panela,coloque azeite de oliva á gosto e mexa por uns 5 minutos em fogo baixo


Benefícios do gengibre:
Termogênico,anti-inflamatório.

Benefícios da abóbora:
 Grande presença de vitaminas A,C,E e do complexo B.
Minerais como cálcio,ferro,potássio,fósforo e zinco.


Estagiaria: Beatriz Rosa







Carboidratos na atividade física 



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Os carboidratos são os principais nutrientes envolvidos no fornecimento de energia ao organismo. Além de fornecer energia, os carboidratos desempenham outras funções no nosso corpo, como preservar a massa muscular através do fornecimento de energia aos músculos, facilitar o metabolismo das gorduras e garantir o bom funcionamento do sistema nervoso central. 

Inicialmente, os carboidratos ingeridos são transportados pela corrente sangüínea até o fígado na forma de glicose, onde podem ser transformados em gordura, armazenados sob a forma de glicogênio, ou liberados na corrente sangüínea para que sejam levados a outros tecidos, como o muscular. O glicogênio - cadeia de moléculas de glicose - é a forma de armazenamento de glicose no fígado e no músculo. 

O glicogênio armazenado no fígado pode ser reconvertido em glicose e liberado no sangue para atender às necessidades energéticas de todo o organismo. O glicogênio armazenado em uma determinada fibra muscular atende direta e exclusivamente àquela fibra. 

A dieta de um praticante de atividade física, assim como a de um não praticante deve conter em maior quantidade alimentos fonte de carboidratos (pães, cereais, macarrão, batata, torradas, biscoitos, leguminosas, vegetais e frutas) devendo compor cerca de 60% do total de calorias fornecidas pela alimentação. 

Isto porque os carboidratos servem de matéria-prima para a produção do glicogênio muscular, que é a primeira e a principal fonte de energia utilizada durante o exercício, sendo a redução dos estoques deste nutriente o fator determinante da fadiga muscular. Também são essenciais após a atividade física, para repor os estoques de glicogênio depletados no exercício, beneficiando assim a recuperação muscular e preparando o músculo para atividades subseqüentes. 

O consumo do carboidrato correto, em quantidades adequadas, no horário apropriado, garante um melhor resultado na prática da atividade. 

O gasto diário de energia durante os treinos dependerá, obviamente, da intensidade e da duração dos exercícios, mas varia entre 35 - 50 kcal / kg / dia, sendo estas distribuídas corretamente e equilibradamente durante todo dia. 

Antes do Exercício 

A alimentação antes do treino ou competição deve acontecer entre 3 a 4 horas antes do início da atividade, com quantidades reduzidas de gorduras e fibras - para facilitar a digestão e não causar desconfortos durante a atividade - moderadas em proteínas e repleta de carboidratos para fornecer energia suficiente para seu treino ou competição. 

Durante o Exercício 

Nos primeiros estágios do exercício, a maior parte da energia obtida dos carboidratos deriva do glicogênio muscular. À medida que o exercício prossegue, a utilização do glicogênio muscular diminui, contribuindo menos para as necessidades de carboidratos durante o exercício. A redução da dependência do glicogênio muscular é compensada por uma maior dependência da glicemia para obtenção de energia proveniente dos carboidratos. 

Os exercícios prolongados sem ingestão de carboidratos podem resultar em fadiga, uma vez que não há glicemia suficiente para compensar a depleção de reservas de glicogênio muscular. Embora os atletas possam ficar hipoglicêmicos, ou seja, apresentar um quadro de baixa glicemia, menos de 25% sofrem de sintomas, como tonturas e náuseas. A maioria dos atletas costuma apresentar, em primeiro lugar, fadiga muscular local. 

Dependendo da intensidade e duração do exercício, indica-se utilizar o carboidrato durante o exercício na proporção de aproximadamente 30 - 60g / hora, com o intuito de poupar o glicogênio, adiando a fadiga muscular. 

Depois do Exercício 

Após a atividade física, os objetivos da alimentação são fornecer adequado aporte de energia e carboidratos para repor o glicogênio muscular e assegurar rápida recuperação.

As bebidas esportivas são excelentes opções para o consumo antes, durante e depois da atividade física, pois além de conterem os carboidratos necessários ao organismo em todas as fases, hidratam de maneira completa o corpo, diminuindo ainda mais o risco de fadiga, prolongando o tempo da atividade física. 


http://www.cdof.com.br/consult47.htm
Estagiária Cristiane Da Silva Camargo Osório 

segunda-feira, 12 de agosto de 2019



                                                EXCESSOS DE PROTEÍNAS
 

                               

Dietas hiperprotéicas podem aumentar os riscos de problemas renais, como pedra nos rins, aumento de peso e problemas no fígado; antes de iniciar uma dieta ou consumir qualquer suplemento alimentar, é preciso fazer um check-up para descartar a presença de doença renal pré-existente
A dietas hiperproteicas vem ganhando cada vez mais adeptos por acelerar a perda de peso e o ganho de massa muscular. As proteínas são ricos nutrientes com importante função na formação de células, renovação de músculos e tecidos, mas esse processo deixa um produto final, a ureia. Ou seja, a “fórmula mágica” pode sobrecarregar os rins já doentes, aumentar a sua taxa de filtração e acelerar a progressão da doença renal. Se não houver uma hidratação adequada, o excesso de excreção de ureia abre portas para a formação de cristais de ácido úrico, cálculos renais e até mesmo crise de gota.
“Antes de iniciar uma dieta ou consumir qualquer suplemento alimentar, é preciso fazer um check-up. No caso específico de dietas com alto consumo de proteínas, é necessário descartar a presença de doença renal pré-existente que é, muitas vezes, desconhecida por ser silenciosa e sem sintomas
Entre as principais consequências do excesso de proteínas, destacam-se o aumento do risco de doenças cardiovasculares, pedra nos rins, aumento de peso e problemas no fígado. Para evitar complicações, é fundamental ter moderação e conhecer a quantidade ideal de proteínas que se deve comer. “A recomendação deve ser individualizada, levando em consideração a idade, doenças de base, atividade e objetivos da pessoa”.
HCOR  associação beneficiente Síria
Estagiária Cristiane Da Silva Camargo Osório

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

                       O perigo de seguir dietas da moda






É comum ver várias dietas que oferecem resultados milagrosos de perda de peso e até mesmo resultados imediatos.
Essas dietas são insustentáveis,não conseguem ser adotadas por muito tempo,em função da alta restrição de alimentos e não levam em consideração:idade,pratica de atividade física,rotina alimentar,exames laboratoriais,histórico familiar. Essa falta de nutrientes ou mesmo a ingestão inadequada de determinados alimentos levam a alguns problemas,como: fraqueza,perda muscular,desidratação,cansaço,risco de desenvolver doenças cardiovasculares,dores de cabeça e tontura,anemia,aumento do colesterol,arritmia cardíaca,hipotensão,sobrecarga das funções hepáticas e renais,pele seca,unhas fracas e queda de cabelo. 
Há um risco sério de prejudicar a saúde mental também. Estas restrições calóricas aumentam o risco de transtornos alimentares,comer deixa de ser um prazer e passa a ser um castigo. 
A velha e boa alimentação balanceada,respeitando o individualismo de cada corpo e organismo é a forma mais correta de se alimentar. O principal é ter um cardápio que seja exclusivamente pensado pra você. Seja para perder ou ganhar peso,só vai funcionar se der prioridade para os alimentos certos,que possam fornecer os nutrientes,fibras,vitaminas e minerais que você precisa para alcançar os objetivos.
Quando o organismo é respeitado,a dieta cumpre o seu papel e promove resultados consistentes,que se mantêm a médio e longo prazo.
Procure sempre ajuda de profissionais da saúde. 




Por que a vitamina D é essencial ?

Cuidar da alimentação é fundamental para a saúde e a falta de vitamina pode ser muito prejudicial. Uma das mais importantes para o organismo é a vitamina D, que melhora a absorção de cálcio e fósforo. Além disso, na vida de pessoas que praticam esportes, ela é essencial tanto para a performance quanto para a recuperação muscular.
A carência de vitamina D, por exemplo, pode provocar cansaço ou fadiga crônica. A sua ausência também pode enfraquecer o sistema imunológico e, por isso, favorecer o aparecimento de infecções ou, até mesmo, o enfraquecimento ósseo - causando a osteoporose. Quedas e fraturas também podem ser agravadas por causa do baixo índice desse nutriente.

A principal fonte de produção da vitamina se dá por meio da exposição solar, pois os raios ultravioletas do tipo B (UVB) são capazes de ativar a síntese desta substância. Alguns alimentos, especialmente peixes gordos, são fontes de vitamina D, mas é o sol o responsável por 80 a 90% da vitamina que o corpo recebe.
Com o tomar o sol os raios UV conseguem fazer a conversão da vitamina que é pré-formada por causa do consumo dos alimentos em forma ativa do nutriente, ou seja, o que será aproveitado pelo organismo.
Por isso, para evitar a carência da substância é importante tomar de 15 a 20 minutos de sol ao dia. Braços e pernas devem estar expostos,
Outra forma importante de se obter vitamina D é por meio de uma alimentação equilibrada e saudável. Esse nutriente está presente em alimentos de origem animal, sobretudo os frutos do mar.

Estagiária Cristiane Da Silva Camargo Osório

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

                                         Peptopro

       Caseína hidrolisada de rápida absorção para nutrição esportiva.

Proteína hidrolisada que contém todos os 20 aminoácidos. Ele oferece aminoácidos nas formas Di- e tripeptídios,moléculas tão pequenas que não precisam de digestão no corpo e podem ser entregues diretamente aos músculos. Essa entrega eficiente é especialmente importante durante a atividade física intensa,quando a capacidade digestiva do corpo é fortemente comprometida. 
Essa integra imediata de aminoácidos protegem os músculos durante o exercício e da inicio ao processo de recuperação após o exercício.
A entrega eficiente de aminoácidos é importante após o exercício porque há um período limitado chamado "janela de oportunidade'', antes da capacidade das células musculares para absorção ficar mais lenta. No período pós exercício a recuperação proteica trabalha em sinergia com o carboidrato e repor as reservas de nitrogênio. 
É facilmente dissolvido em água.
Peptopro vem sido cada vez mais consumido por atletas. 

Nutrição esportiva

Se você acha que um corpo de um atleta é saudável, sarado e esbelto, só por causa dos exercícios físicos de altas intensidades, está muito enganado. Além das atividades regulares, a qualidade da alimentação dos esportistas é parte fundamental para manter o organismo forte diante as sobrecargas dos treinamentos. Por isso, a nutrição esportiva evolui todos os dias para preparar dietas e cardápios adequados para cada tipo de modalidade.
Sim, assim como nós, "seres normais", os "super atletas" também precisam de uma alimentação funcional direcionada às suas necessidades. Um corredor, por exemplo, precisa de determinados nutrientes que potencializem a sua velocidade, enquanto, um lutador de boxe carece de substância,que aumente sua força.

O importante, é identificar essas prioridades de acordo com a intensidade das atividades, para que o desempenho seja melhor, principalmente com mais ânimo, disposição e energia: "Os benefícios de uma alimentação correta para a prática de exercícios físicos são a melhoria de rendimento, bem-estar e qualidade de vida".

 

Malhar, nadar, correr, lutar... Qual é a dieta alimentar indicada para cada esporte?

1 - Crossfit: Por ser uma atividade de alto impacto, o crossfit precisa de alimentos que garantam energia, mas que não sobrecarregue o organismo. Para os praticantes de crossfit os alimentos indispensáveis são o carboidrato e proteína. Por ter muitos movimentos de explosão (levantamento de muito peso em curto tempo).

2 - Natação: Por estarmos submersos, na maioria das vezes, o ideal é optar por comidas leves, mas que mantenham o corpo ativo, sem demandar muitas funções para o organismo. A energia durante a natação sempre precisa ser constante, por isso, as melhores fontes alimentares são os carboidratos.

3 - Lutas: Jiu Jitsu, boxe ou karatê, seja qual for o esporte, por ser um exercício de explosão e concentração, o praticante também precisa de uma alimentação mais equilibrada: Sempre utilizar um carboidrato de baixo Índice Glicêmico (que libera açúcar os poucos na corrente sanguínea) para sua energia ser sempre constante durante a luta. 

4 - Corrida: Embora nessa atividade valha levar em consideração o tempo, a velocidade e a distância percorrida, os alimentos que dão mais disposição devem sempre estar presente, pois garante a melhor reação metabólica, o gasto de energia e a força muscular para arrancadas e explosões dos músculos das pernas.

Esporte e hidratação: beber muita água é fundamental para o melhor desempenho físico

De alto ou baixo impacto, com ou sem explosão, o corpo deve sempre estar hidratado. Afinal, nosso corpo é composto por cerca de 60% de água e é ela a responsável por ajudar na eliminação das toxinas do organismo. Por isso, carregue sempre consigo uma garrafinha de água ou isotônicos naturais que ajudem a repor os sais minerais perdidos durante a prática das atividades.


TAEQ
Estagiária Cristiane Da Silva Camargo Osório

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Vitaminas do complexo B e performance do atleta







Não só de macronutrientes vive o atleta e o praticante de atividade física. Vitaminas e minerais são fundamentais por participarem do metabolismo energético e por estarem envolvidos em alguns processos celulares,como: resposta imune,função antioxidante e contração muscular.
As vitaminas do complexo B atuam no metabolismo energético,e sua restrição na dieta,por um curto período de tempo,pode não alterar a performance,porém sua baixa ingestão está relacionada a sintomas como: cansaço,fraqueza,fadigas e dores musculares.

Tiamina: Participa da reação de descarboxilação dos aminoácidos de cadeia ramificada e atua como coenzima para a formação de Acetilcoenzima A.
Riboflavina: Age na formação de células vermelhas,produção de células de defesa,respiração celular e crescimento
Niacina: Importante função enzimática.
Fontes: Fígados,carnes,peixes
Piridoxina: Está associada ao metabolismo dos aminoácidos 
Vitamina B12: Essencial para eritropoese,mantendo o funcionamento de troca e transporte de oxigênio,fundamental para um bom rendimento físico. 


Fontes:
PASCHOAL,V. Tratado de nutrição esportiva funcional. São Paulo: Roca 2015.

Estagiaria: Beatriz Rosa

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Bombom de chocolate proteico. 

 



 Ingredientes: 

1 Iogurte natural
2 scoop de whey de baunilha
200g de chocolate 80% cacau

Preparo: 
 Misture o iogurte com o whey. 
Derreta o chocolate e junte com a mistura do iogurte,até dar o ponto de modelar.
Coloque em forminhas e deixe na geladeira por 1 hora.
Se quiser,acrescente castanhas,morango ou pasta de amendoim,antes de colocar nas formas.

Estagiaria: Beatriz Rosa

Prebióticos e Probióticos





Os alimentos prebióticos são alguns tipos de fibras alimentares, ou seja, carboidratos não digeríveis pelo nosso corpo. Isto é, possuem uma configuração molecular que os torna resistentes à ação de enzimas. Esse tipo de fibra possui as seguintes funções:
- Ajuda na manutenção da flora intestinal;
- Estimula a motilidade intestinal (trânsito intestinal);
- Contribui com a consistência normal das fezes, prevenindo assim a diarréia e a constipação intestinal por alterarem a microflora colônica por uma microflora saudável;
- Colabora para que somente seja absorvido pelo intestino as substâncias necessárias eliminando assim o excesso de glicose (açúcar) e colesterol, favorecendo, então a diminuição do colesterol e triglicérides totais no sangue;
- Possui efeito bifidogênico, isto é, estimulam o crescimento das bifidobactérias. Essas bactérias suprimem a atividade de outras bactérias que são putrefativas, que podem formar substâncias tóxicas.

Exemplos de prebióticos são: frutoologosacarídeos (FOS) e a inulina. Os FOS são obtidos a partir da hidrólise da inulina. Os frutooligosacarídeos estão presentes em alimentos de origem vegetal, como cebola, alho, tomate, banana, cevada, aveia, trigo, mel e cerveja. A inulina é um polímero de glicose extraído principalmente da raiz da chicória.

O segredo da vida saudável está na alimentação. Cuidado
com ela!
Ela se encontra também em alho, cebola, aspargos e alcachofra. A inulina extraída da chicória é produzida comercialmente e pode ser consumida por diabéticos como substituto do açúcar por conter de 1 a 2 kcal/g.

Os probióticos são outro tipo de alimentos considerados funcionais. São microorganismos que, quando ingeridos, exercem efeitos benéficos para a saúde. Esses organismos são adicionados aos alimentos, como os leites fermentados, por exemplo.
As mais conhecidas bactérias que exercem essa função são as Bifidobacterium e Lactobacillus, em especial Lactobacillus acidophillus. Elas agem produzindo compostos como as citoquinas e o ácido butírico que são antimicrobianos e antibacterianos, ou seja, favorecem a presença de bactérias benéficas ao organismo e diminuem a concentração de bactérias e microorganismos indesejáveis. Outra maneira de proteger a mucosa intestinal é metabolizar as fibras presentes e transformá-las em ácidos.

Dessa forma, no meio ácido há uma diminuição na concentração de bactérias patogênicas e putrefativas, que provocam doenças e gases.

Outras funções:

- Os probióticos aumentam de maneira significativa o valor nutritivo e terapêutico dos alimentos porque há um aumento dos níveis de vitaminas do complexo B e aminoácidos. Absorção acrescida de cálcio e ferro;
- Fortalecimento do sistema imunológico, através de uma maior produção de células protetoras e,
- Particular importância para os indivíduos com intolerância à lactose, devido ao aumento de uma enzima que facilita a digestão da lactose.

A manutenção do equilíbrio da flora intestinal é muito importante para o nosso organismo. Dessa maneira, a alimentação assume papel influente através da ingestão de alimentos que proporcionem o desenvolvimento no intestino de bactérias saudáveis.

Os prebióticos e probióticos têm esta função e o consumo destes alimentos deve ser estimulado. No entanto, é importante saber que uma vida saudável está relacionada não somente com os alimentos que são ingeridos, mas também com o estilo de vida, a hereditariedade, influência do meio ambiente e atividade física. Assim, é fundamental perceber que uma boa saúde não depende somente de alimentos funcionais e sim de vários fatores que juntos proporcionam uma vida saudável.
Fonte(s):http://cyberdiet.terra.com.br/cyberdiet/...

Estagiária Cristiane Da Silva Camargo Osório