sábado, 28 de novembro de 2015

Alimentação para hipertensos



Um dos principais fatores ambientais modificáveis para o controle e prevenção da hipertensão arterial é a alimentação. O consumo excessivo de sal e o baixo consumo de vegetais, associado ao sedentarismo, obesidade e consumo exagerado de álcool, são os principais responsáveis pela doença. A dieta moderada mostra benefícios significativos para o controle da pressão arterial, inclusive em pacientes fazendo uso de medicamentos anti-hipertensivos.

De maneira geral, devemos aumentar o consumo de frutas, verduras, alimentos integrais, leite e seus derivados, garantindo uma ingestão adequada de fibras, potássio, cálcio e magnésio, reduzir a quantidade de gordura saturada, trans e colesterol, além de evitar o consumo de bebidas alcoólicas.
A redução no consumo de sal mostra benefícios ainda mais evidentes, sendo, portanto, fortemente recomendada para hipertensos. Algumas dicas importantes:
  • Reduzir a quantidade de sal na elaboração de alimentos para não mais que 2g;
  • Retirar o saleiro da mesa;
  • Restringir o consumo de alimentos industrializados como: molhos prontos, sopas em pó, embutidos, conservas, enlatados, congelados, defumados e salgados de pacote tipo snacks;
  • Dar preferência aos temperos naturais como: limão, ervas, alho, cebola, salsa, cebolinha, em substituição aos similares industrializados.
Outros cuidados importantes que devem ser considerados:
  • Reduzir os alimentos de alta densidade calórica, substituindo doces e derivados do açúcar por frutas, além de diminuir o consumo de bebidas açucaradas;
  • Incluir diariamente frutas, verduras e legumes à alimentação;
  • Diminuir a ingestão de colesterol, presente em alimentos de origem animal, especialmente as vísceras, embutidos, frios, pele de aves, frutos do mar, leite integral e seus derivados;
  • Manter uma ingestão adequada de cálcio por meio do consumo de leite e derivados, de preferência, desnatados.
É recomendado atenção aos rótulos dos alimentos para evitar os produtos que contenham alto teor de sal ou sódio. Dentre eles:
  • Alimentos industrializados em geral;
  • Enlatados: sardinha, palmito, ervilha, milho verde, molho de tomate;
  • Conservas: picles, azeitonas, cebolinha, cogumelo;
  • Embutidos: salsicha, linguiça, mortadela, salame, presunto;
  • Queijos com sal: prato, provolone, parmesão e outros;
  • Molhos industrializados: maionese, molho de soja (shoyu), catchup, mostarda;
  • Carnes salgadas: bacalhau, carne seca ou defumada;
  • Temperos industrializados (alho e sal), glutamato monossódico, pasta de soja-missô;
  • Sopas prontas e caldos concentrados (carne, frango, legumes);
  • Frituras, produtos de pastelaria, salgadinhos e petiscos que contém sal.
O uso de ervas aromáticas e especiarias realça o sabor e o aroma das preparações, sendo importantes substitutos do sal de cozinha.




Fonte:http://www.einstein.br/einstein-saude/nutricao/Paginas/alimentacao-para-hipertensos.aspx
Postado por: Melissa Mei.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Efeito sanfona: saiba as causas



As pessoas estão sempre buscando perder peso a qualquer custo. Muitos praticam hábitos exorbitantes e acreditam que um esforço a curto prazo fará a diferença. Infelizmente o que mais tem acontecido é a recuperação do peso perdido.
Atualmente a informação em internet, televisão e até mesmo rádio está bastante avançada no quesito emagrecimento, pele saudável, dicas para diminuir o colesterol e outros. Esta informação constante pode trazer sérias consequências para quem as recebe. Não é comentado na maioria dos canais de transmissão que é importante o acompanhamento e que as orientação não pode ser generalizada. Desta forma muitos recebem a informação e começam a praticar sem saber os riscos que estão correndo. Esta atitude é uma das causas da recuperação do peso perdido.
É importante relatar que para cada quilo perdido é necessário que você mantenha firme a reeducação alimentar em 1 mês. Isso porque o seu corpo vai tentar de todas as maneiras recuperar o peso perdido.  Outra informação é que cada ser é único e responde diferente aos tratamentos, dietas e até mesmo medicamentos.

Veja aqui os principais erros cometidos e causadores do efeito sanfona:

1 - Dietas de Revista: a maioria delas é por redução de calorias, uso de alimentos diet e light e restrições rígidas na alimentação. Essas dietas não tem efeito de reeducação alimentar e isso não é benéfico ao corpo porque o mesmo perde muito peso em um determinado tempo sem estar preparado para isto. Além disso tudo é generalizado e não há a prevenção de doenças com dietas de revista. Outro fator é que elas são pobres em vitaminas, minerais, fitoquímicos para acelerar o metabolismo e não contém realmente o que você precisa para emagrecer saudável. O uso de dietas deste tipo faz com que haja um maior desânimo em se reeducar porque são complicadas de fazer e não tratam a causa do ganho de peso, assim, quando terminar você vai estar com as mesmas alterações;

2 – Uso indiscriminado de diet, light e adoçantes: estas substâncias são maléficas a saúde. De forma a melhorar o sabor destes alimentos a indústria aumentou o conteúdo de sal neles ou gorduras hidrogenadas. A alta quantidade de adoçantes também está presente. 

3 – Uso de medicamentos: é um dos maiores erros cometidos pelas pessoas. Salvo aquelas que necessitam por forças maiores. O uso de medicamentos diminui a velocidade do seu metabolismo, altera hormônios e prejudica o seu corpo. Quando se utiliza há uma rápida perda de peso porque o medicamento atua na inibição da fome. Mas quando você cessa o uso o seu corpo volta a secretar os hormônios que aumentam a fome e você passa a comer e até mesmo mais. Resultado: ganho de peso. E muitos ainda relatam o ganho em dobro do peso perdido;

- Ficar sem comer por muitas horas: muitas pessoas acreditam que quanto mais restrições, mais fome, mais perda de peso. A princípio há a perda de peso mas o corpo além de não ficar com o metabolismo sempre acelerado, sente a necessidade de recuperar o peso perdido e para isso aumenta os hormônios que fazem com que você coma mais. O pior é que são alimentos gordurosos, fast food, besteiras e lanches que queremos. Quanto mais tempo você ficar sem comer, mais irá comer depois;

5 – Retirar algum macronutriente da alimentação como carboidratos ou proteínas ou gorduras. Nosso corpo precisa de todos estes nutrientes, então não pode retirá-los da alimentação porque a necessidade por eles fará com que você coma mais;

6 – Praticar exercício físico sem se alimentar: com esta prática há a perda de massa muscular e não de gordura! Sem contar que o seu metabolismo fica ainda mais lento porque são os músculos também que oxidam a gordura;

7 – Liberar no final de semana: muitos ficam em “dieta” a semana toda e no final de semana comem de tudo. Então há várias alterações hormonais e isto leva ao ganho de peso e recuperação. Esta prática é uma das mais perigosas.
Eu sempre digo a todos que me perguntam o que fazer para emagrecer: Procure uma nutricionista! Não faça escolhas por internet, informações passadas por pessoas que não são preparadas, dietas prontas. O profissional vai te ajudar, tratar a causa do ganho de peso e o seu sucesso será garantido. É muito melhor do que você perder peso e depois recuperar tudo!


Fonte:http://www.anutricionista.com/efeito-sanfona-saiba-as-causas.html
Postado por: Melissa Mei.

Conheça os vegetais brássicos


Alimentos funcionais são todos os alimentos ou bebidas que, consumidos na alimentação cotidiana, podem trazer benefícios fisiológicos específicos, graças à presença de ingredientes fisiologicamente saudáveis.

A partir disso, podemos conhecer melhor a família Brassicaceae (Cruciferae) que apresenta várias espécies economicamente importantes para o uso como hortaliças, forragens, óleo, bem como plantas ornamentais e medicinais. É composta por várias espécies, com destaque para o repolho (Brassica oleracea var. italica), a couve-flor (Brassica oleracea var. botrytis) , o brócolis (Brassica oleracea var. capitata) e a couve ( Brassica oleracea var. acephala).

O consumo de vegetais crucíferos, particularmente o brócolis, tem sido associado com a redução do risco de câncer de mama em mulheres na pré-menopausa, devendo ser consumidos diariamente e pesquisas recentes reforçam a tese de que o consumo de brássicas pode ajudar na prevenção e tratamento de doenças degenerativas. Um estudo com 48 mil homens mostrou que o câncer de bexiga era menor no grupo que consumia mais brócolis, couve-flor e repolho. O consumo de três porções diárias de vegetais como brócolis e repolho pode reduzir, até pela metade, o risco de câncer de próstata, revelou um estudo do Centro de Pesquisas do Câncer Fred Hutchinson, em Seattle, nos Estados Unidos.

Estas hortaliças possuem alto valor nutricional, sendo boa fonte de vitaminas B, C e K, fibras e ricas em sais minerais (cálcio e fósforo), encontrados nas inflorescências e folhas dessas hortaliças, essenciais para a formação dos ossos e dentes. Diante da importância nutricional atribuída à família das brássicas, o consumo dessas hortaliças poderia ser realizado de forma a fazer parte da dieta como alimento comum, produzindo benefícios à saúde, reduzindo assim o risco de diversas doenças e promovendo a manutenção do bem-estar físico e mental.

A couve-flor é uma hortaliça com características nutracêuticas e contém elevados teores de vitamina A, beta-caroteno, cálcio, fósforo, proteínas e vitamina C, compreendendo 93% de água, sais minerais e vitaminas importantes para o organismo humano. Essa hortaliça é considerada boa fonte de potássio e possui poucas calorias e muita fibra, o que atende aos anseios de uma parcela significativa da população preocupada com a saúde.

O brócolis é uma hortaliça de importante valor econômico, bem como fonte de vitamina C importante para o sistema imunológico e absorção do ferro; vitamina A, essencial para visão e reprodução; fibras, necessárias para o bom funcionamento do intestino; cálcio, que participa da mineralização de ossos e dentes, além da regulação da pressão sanguínea; e ácido fólico, importante para a replicação celular e bom funcionamento do sistema nervoso e imunológico. Os carotenóides presentes em grandes quantidades no brócolis são o betacaroteno, luteína e zeaxantine. Estes são poderosos antioxidantes que podem ajudar a prevenir certas doenças relacionadas com o envelhecimento. Estes antioxidantes neutralizam os radicais livres, que causam danos às células saudáveis. Adicionalmente, algumas pesquisas já evidenciaram que o consumo desta hortaliça pode combater vários tipos de câncer, além de minimizar os riscos de catarata, reduzir o colesterol sérico e prevenir doenças cardiovasculares. Por apresentar os compostos bioativos já descritos anteriormente, os nutrientes contidos no brócolis pode evitar a formação ou ainda frear o desenvolvimento de vários tipos de câncer, pois é rico em substâncias com propriedades anticarcinogênicas como o glicosinolato e isotiocianatos que estimulam a produção de enzimas que combatem a sua formação.

A couve é uma planta que apresenta grande diversidade, tendo descrito que o tipo manteiga é um dos 22 tipos encontrados no Brasil. O aporte calórico reduzido da couve, seu baixo teor de glucídios e seu bom efeito de saciedade lhes dão um lugar especial nos regimes de emagrecimento e na alimentação do diabético. O boro, além de ser nutriente dessas plantas, é essencial para o homem e atua no metabolismo de nutrientes e de substratos energéticos, no funcionamento do cérebro e na performance psicomotora e cognitiva.


A procura por uma alimentação mais saudável e nutritiva tem levado a incrementos no consumo de hortaliças no país, estimulando o setor produtivo e aumentando a exigência quanto à qualidade dos produtos e processos empregados na condução dos campos de produção. No caso das brássicas, como repolho, brócolis e couve, isso não é diferente, notadamente em razão de sua importância como alimentos funcionais.

Fonte: http://bromatopesquisas-ufrj.blogspot.com.br/2011/12/vegetais-cruciferos-alem-de-um-rico.html#more
Por: Laís R.R. Oliveira

Receita: Quiche Fit


Massa:
- 1/2 couve flor cozida
- 2 claras
- 3 colheres de sopa farinha de soja (pode usar a farinha de sua preferência)
- 2 colheres de sopa farelo de aveia
- temperos a gosto (como, sal, ervas e alho)
- 1 colher chá de fermento em pó

Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes, exceto o fermento, no microprocessador até formar uma massa homogênea. Acrescente o fermento em pó e misture bem.  

Recheio:
- 2 ovos + 2 claras (já cozidos)
- 3 colheres de sopa de queijo tipo cottage
- 1 maço de espinafre cozido
- 1/2 brócolis cozido
- temperos a gosto (como, sal, ervas e alho)

Modo de preparo:
Misture bem os ingredientes e tempere a gosto.

Montagem:
Coloque uma camada de massa no fundo e na lateral da forma de silicone ou outra untada. Depois coloque o recheio em cima e leve ao forno 180º por aproximadamente 30 min.

Dica:
Você pode fazer outro recheio de sua preferência, basta usar a imaginação!



Postado por: Ana Karinne de Lima e Priscila de Araujo Lucio.


Fonte: rodolfoperes.com.br/detalhe-blog/2618/quiche-fit

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Labirintite: Alimentos e Recomendações






AÇÚCAR: Um dos principais inimigos, escondido não só em guloseimas como chocolate, sorvete e bolachas recheadas como também em pães, tortas, bolos e massas feitos com farinha refinada. Quando o indivíduo tem alterações na maneira de processar os carboidratos, ingerir muito açúcar pode interferir nas estruturas do labirinto, fazendo com que ele mande mensagens erradas ao cérebro.

Para saborear uma sobremesa sem riscos, o jeito é apostar no consumo de frutas como banana, abacaxi, maçã e pera. No momento de se entregar às massas, o ideal é optar pelas integrais, já que suas fibras promovem uma absorção mais lenta da glicose.

SAL: Não fica atrás quando se fala nos perturbadores do labirinto, já que está relacionado ao aumento da pressão nos vasos. Isso dificulta a irrigação e a chegada de nutrientes à parte interna da orelha, o ideal é trocar o condimento por temperos naturais, como alecrim, cebolinha, sálvia e salsinha. Depois, é preciso aprender a dizer não aos alimentos ricos no ingrediente, entre os quais estão os salgadinhos, empanados, sopas prontas e lanches de fast food, e dar preferência a opções mais saudáveis, como biscoitos com pouco sal e sanduíches cheios de vegetais.

CAFEÍNA: É fundamental evitar o consumo de alimentos que estimulem demais o labirinto, como a cafeína presente no café e nos refrigerantes, especialmente naqueles à base de cola.

BEBIDAS ALCOÓLICAS: Estão entre os excitantes labirínticos. Elas podem causar uma intoxicação aguda e, assim, favorecer o aumento na densidade dos líquidos labirínticos. O resultado disso são vertigens agudas e intensas, vômitos e problemas na coordenação motora e nos reflexos.

FRACIONAR REFEIÇÕES: Comer a cada três horas, pois o labirinto precisa de um aporte constante de glicose e oxigênio para exercer suas funções. Ficar de jejum, portanto, não é uma boa ideia.

HIDRATAÇÃO: Outra indicação é hidratar-se com aproximadamente 2 litros de água por dia, pois ela é essencial para todas as reações biológicas que ocorrem no corpo.

FUMAR: Procure ficar longe do tabaco. Por causa da nicotina e de uma série de outras substâncias, o cigarro mostra-se tóxico para o labirinto.

ESTRESSE: Também pode levar a tonturas, pois é uma alteração do estado normal do organismo, com mudanças na liberação de hormônios, das funções cardiovasculares e digestivas, do sistema nervoso e psicológicas que podem afetar secundariamente o labirinto. O estresse influencia no desencadeamento da sensação de tontura, o que, muitas vezes, acaba confundindo o diagnóstico da labirintite.

Mas ainda não se sabe com certeza se o estresse poderia causar a labirintite. No entanto, sabe-se que ele pode desencadear uma crise, assim como agravar seus sintomas.

RECOMENDAÇÕES: Mudanças no estilo de vida são fundamentais para prevenir as crises de labirintite, como:

  1. Evitar ingerir álcool. Se beber, faça-o com muita moderação
  2.  Não fumar
  3.  Controlar os níveis de colesterol, triglicérides e a glicemia
  4.  Optar por uma dieta saudável que ajude a manter o peso adequado e equilibrado
  5.  Não deixar grandes intervalos entre uma refeição e outra
  6. Praticar atividade física
  7. Ingerir bastante líquido
  8. Recusar as bebidas gaseificadas que contêm quinino, como a água tônica
  9. Procurar administrar, da melhor forma possível, as crises de ansiedade e o estresse


IMPORTANTE: não dirigir durante as crises ou sob o efeito de remédios para tratamento da labirintite.



Fontes:http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2013/09/20/alimentacao-incorreta-e-estresse-podem-deflagrar-crises-de-labirintite.htm
            http://drauziovarella.com.br/letras/l/labirintite/
            http://mdemulher.abril.com.br/saude/saude/alimentos-interferem-nas-crises-de-labirintite

Por: Melissa Mei

Labirintite: questões importantes


O que é a labirintite? É um termo impróprio, mas comumente usado, para designar uma afecção que pode comprometer tanto o equilíbrio quanto a audição, porque afeta o labirinto, estrutura do ouvido interno constituída pela cóclea (responsável pela audição) e pelo vestíbulo (responsável pelo equilíbrio).

O que provoca? Processos inflamatórios, infecciosos e tumorais, doenças neurológicas, compressões mecânicas e alterações genéticas podem provocar crises de labirintopatias e vestibulopatias, entre elas a labirintite.

Quais são os fatores de risco? Hipoglicemia, diabetes, hipertensão, otites, uso de álcool, fumo, café e de certos medicamentos, entre eles, alguns antibióticos, anti-inflamatórios, estresse e ansiedade.

Como é feito o diagnóstico? Avaliação clínica e o exame otoneurológico completo são muito importantes para estabelecer o diagnóstico da labirintite. A tomografia computadorizada e a ressonância magnética, assim como os testes labirínticos, podem ser úteis para fins diagnósticos.

Quais são as manifestações? Além da vertigem, a labirintite pode apresentar manifestações neurovegetativas. Ou seja, na fase aguda, a labirintite pode ser acompanhada por náuseas, vômitos, sudorese e até por alterações gastrintestinais. Ela pode também estar associada a manifestações auditivas, como perda de audição, sensação de plenitude auditiva (sensação de ouvido cheio ou tapado), zumbido. Trata-se de manifestações audiovestibulares que podem acompanhar a crise de vertigem, embora nem isso nem o inverso sempre aconteçam.

O álcool  pode desencadear manifestações? O álcool quando ingerido em doses um pouco maiores, deixa o indivíduo tonto, com alterações vestibulares. São reflexos da ação do álcool sobre o labirinto por causa da hipotensão que ele acarreta dentro das estruturas do vestíbulo.

Qual a relação entre crises de labirintite e idade? A labirintite incide mais na idade adulta, a partir dos 40 ou 50 anos, decorrente de alterações metabólicas e vasculares. Níveis aumentados de colesterol, triglicérides e ácido úrico podem acarretar alterações dentro das artérias, alterações essas que diminuem a quantidade de sangue nas áreas do cérebro e do labirinto.

Como agem os medicamentos usados para tratar labirintite? Há vários tipos de medicamentos que são usados para tratar a labirintite. Há os vasodilatadores que facilitam a circulação sanguínea, porque melhoram o calibre dos vasos muitas vezes reduzido pelas placas de ateromas. Existem os labirintossupressores, drogas que suprimem a tontura através de sua ação no sistema nervoso. Existem, ainda, aqueles que atuam sobre outros sintomas, suprimindo a náusea, o vômito e o mal-estar.

Além do estresse, quais outros fatores interferem nas crises? A parte psíquica e emocional é muito importante, assim como certos fatores alimentares. Geralmente, em indivíduos pré-diabéticos, o excesso de açúcar está relacionado com crises subentrantes por causa da hipoglicemia. Bebidas gasosas que contenham quinino também podem desencadear zumbido no ouvido, por exemplo.

As crises podem ter alguma relação com a prática de exercícios físicos?  Exercício físico provoca um desgaste, pois queima muitas calorias. Se a pessoa fizer exercício sem um preparo prévio adequado, por exemplo, sem ingerir alimentos que mantenham a taxa de glicose no sangue em bom nível, em decorrência da hipoglicemia pode ter queda de pressão, alterações no sistema vestibular, tontura, mal-estar e desequilíbrio.

Quais são as recomendações para a alimentação? Uma dieta extremamente leve constituída por alimentos fáceis de digerir e líquidos à vontade. E também medicamentos para controlar náuseas e vômitos, a fim de que o indivíduo consiga alimentar-se.


Identificado o elemento causador da labirintite, o tratamento cura as pessoas? Identificada a causa e estabelecido o tratamento adequado, a doença desaparece. Quando a causa não é evidente, é preciso ficar atento, fazer alguns exames e não deixar de fazer o diagnóstico, pois existem doenças no sistema nervoso central que podem provocar manifestações no labirinto. Entre elas destacam-se esclerose em placas, tumores no nervo auditivo, no cerebelo e nas áreas do tronco cerebral, além de doenças imunológicas.


Fonte: http://drauziovarella.com.br/letras/l/labirintite/
            http://drauziovarella.com.br/letras/l/labirintite-2/
Por: Laís R.R. Oliveira

Aproveite as festas com equilíbrio



No fim do ano os excessos com a alimentação são comuns. A mesa farta das confraternizações se repete praticamente o mês todo. Nas ceias, os pratos saborosos, a reunião de família e amigos são convites irrecusáveis a comer mais.
Apesar da tentação, é possível aproveitar ao máximo os prazeres das comemorações ao fazer escolhas inteligentes. O que funciona é o bom senso. O início do ano é o melhor momento para incrementar o cardápio com frutas, verduras, legumes, carnes magras e muito líquido.
No período de festas muitas pessoas deixam de comer, pulam refeições ou tomam apenas líquidos para compensar os excessos cometidos nos jantares ou ceias. Essas não são atitudes adequadas. Por isso, manter um plano alimentar equilibrado é o caminho.
Para manter o equilíbrio é preciso ter cuidado na escolha e na combinação dos alimentos. Dessa forma é possível garantir uma refeição completa. É recomendado que se faça uma refeição a cada três ou quatro horas para não concentrar todo o consumo de alimentos no almoço e jantar.

Mais energia

Saiba que alimentos não podem faltar nas refeições, principalmente para quem ganhou uns quilinhos depois das festas.

- Menos calorias
Vegetais;

Carnes magras;
Cereais e grãos integrais;
Leite desnatado e derivados.

- Mais hidratação
Água mineral e água de coco;
Chás;
Sucos de frutas diluídos em água.

- Para repor energias
Cereais: arroz, milho, farinha, macarrão e pães integrais;
Feculentos: batata, mandioca e inhame.

- Para aumentar o ânimo
Frutas: limão, laranja, goiaba, mexerica, caju e manga;
Verduras: agrião, alface, repolho, couve, escarola e espinafre;
Legumes: pimentão, pepino, chuchu, berinjela e cenoura;
Cereais integrais: arroz integral, pão de trigo e aveia.



Postado por: Ana Karinne de Lima e Priscila de Araujo Lucio.




Fonte: www.einstein.br/einstein-saude/nutricao/Paginas/equilibrio-depois-das-festas.aspx



quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Intolerância à lactose: cuidados com a alimentação

Após consumir leite ou seus derivados, algumas pessoas podem sentir dor abdominal, náuseas, desconforto, diarréia e gases. Em geral, tais sintomas são percebidos como um simples mal-estar, típico de estômago sensível. Mas atenção: se o incomodo aparecer num período entre meia hora e duas horas após o consumo de laticínio, deve-se procurar auxílio médico, pois pode significar intolerância à lactose – uma rejeição do organismo ao leite e seus derivados.



Essa intolerância é resultado da falta da enzima lactase, produzida no intestino delgado, que tem a finalidade de decompor o açúcar do leite em carboidratos, para a sua melhor absorção.
Com a deficiência ou ausência dessa enzima, a digestão da lactose torna-se difícil e chega ao intestino grosso inalterada, sendo fermentada por bactérias, produzindo assim acido láctico e gases. Além disso, a presença de lactose no intestino grosso aumenta a retenção de água, podendo causar diarreia e cólicas.
É necessário estar alerta à diferença entre intolerância à lactose e alergia ao leite. A alergia é uma resposta do sistema imunológico a algum componente do alimento. A intolerância trata-se de uma reação adversa que envolve a digestão ou o metabolismo, mas não o sistema imunológico.

Como diagnosticar:

Existem três tipos de intolerância à lactose.
  • Deficiência congênita da enzima: é um defeito genético raro, no qual alguns recém-nascidos, principalmente prematuros, nascem sem a capacidade de produzir lactose. Nesse caso a intolerância à lactose é permanente.
  • Diminuição enzimática secundária a doenças intestinais: bastante comum no primeiro ano de vida. Nesse caso, a criança tem uma deficiência temporária da enzima, devido à morte das células da mucosa intestinal, produtoras da lactase, principalmente quando há diarreia persistente. Assim, o indivíduo fica com deficiência temporária até que essas células sejam repostas. Não existe um tempo exato para que isso ocorra, pois depende da resposta do organismo de cada pessoa.
  • Deficiência primária ou ontogenética: a mais comum na população. Com o decorrer da vida, existe a tendência natural à diminuição da produção da lactase a que qualquer adulto, sem idade exata, está sujeito.
O diagnóstico pode ser feito de três maneiras: ao perceber os sintomas (dor abdominal, náusea, gases, diarreia e cólicas) após ingerir laticínios, a pessoa deve procurar um gastroenterologista. Apesar dessa intolerância não causar riscos de vida, a sensação é de muito desconforto.
  • Teste de intolerância à lactose: o paciente recebe uma dose de lactose em jejum e, depois de algumas horas, são colhidas amostras de sangue que indicam os níveis de glicose.
  • Teste de hidrogênio na respiração: o paciente ingere uma bebida com alta quantidade de lactose e o médico analisa o hálito da pessoa em intervalos que variam de 15 a 30 minutos por meio da expiração. Se o nível de hidrogênio aumentar significa um processamento incorreto da lactose no organismo.
  • Teste de acidez nas fezes: o exame de fezes é realizado normalmente, pois se a pessoa ingeriu alimentos com lactose, teve os sintomas e procurou auxilio médico, é porque a lactose não foi bem digerida produzindo ácidos que podem ser detectados nas fezes.

Prevenção e tratamento:

Uma vez diagnosticada a intolerância, pode-se prevenir novos sintomas excluindo leite e derivados, além de produtos ou alimentos preparados com leite. Outra forma de evitar os sintomas é experimentar os suplementos da enzima lactase, disponíveis no mercado em comprimidos ou tabletes mastigáveis. O medicamento deve ser ingerido junto com os laticínios.
Além disso, é possível adicionar gotas de enzima lactase no leite comum para pré-digerir a lactose antes de beber. Vale lembrar que as gotas devem ser colocadas 24 horas antes do consumo, tempo necessário para digerir a lactose.
A nutricionista alerta, porém, que o não consumo de leite e derivados pode gerar falta de cálcio. E quem optar por eliminar os laticínios precisará de uma dieta especial. Para suprir a necessidade do mineral, a pessoa deve consumir principalmente vegetais de cor verde-escura como brócolis, couve, agrião, mostarda, além de repolho, nabo e peixes de ossos moles como o salmão e sardinha, mariscos e camarão.



Fonte:http://www.einstein.br/einstein-saude/nutricao/Paginas/intolerancia-a-lactose.aspx
Postado por: Melissa Mei. 

Alimentos para o coração


Um coração em forma depende de uma alimentação saudável. Estudos comprovam que o órgão é beneficiado por alimentos ricos em fibras e gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas – que auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL), um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares.
Os alimentos ricos em gorduras saturadas e trans são altamente prejudiciais porque aumentam as chances do desenvolvimento da aterosclerose: acúmulo de placas de gordura nas artérias do coração e do cérebro, podendo levar a infarto e derrame.

Alimentos que devem ser consumidos com moderação

- Sanduíches de fast-food;
- Frituras preparadas com gordura hidrogenada;
- Azeite de dendê;
- Manteiga e margarina;
- Embutidos;
- Bolos industrializados;
- Biscoitos industrializados;
- Salgadinhos e petiscos industrializados;
- Carnes gordas.

Alimentos que favorecem o coração

- Soja, feijão, lentilha, grão de bico: são ricos em fibras, proteínas, vitaminas, minerais e
antioxidantes. As proteínas auxiliam na redução do colesterol e na menor absorção de açúcar.
- Tomate: rico em licopeno – substância que dá a cor avermelhada –, é um grande aliado por sua ação antioxidante. É preferível o tomate em molhos, pois a concentração de licopeno é maior.
- Peixes: os de águas salgadas profundas, como sardinha, salmão, atum, anchova, truta, arenque e cavala, são ricos em ômega-3, uma gordura saudável que auxilia a reduzir o colesterol ruim (LDL).
- Azeite: possui gordura monoinsaturada, a mais saudável de todas. É fonte de vitamina E, entre outras, e apresentam minerais e compostos antioxidantes como os polifenois. O azeite é capaz de diminuir o colesterol ruim e aumentar o bom.
- Alho: algumas pesquisas indicam que ele pode auxiliar na prevenção das doenças cardiovasculares, pois pode reduzir o colesterol ruim e a pressão arterial.
- Aveia: fonte de fibras solúveis, além de deixar por mais tempo a sensação de saciedade, ajuda a reduzir os níveis de colesterol.
- Banana: outra fonte de fibras solúveis e também rica em potássio, um mineral importante para o bom funcionamento da função muscular cardíaca.
- Castanhas: castanha-do-brasil, amêndoas, avelãs, nozes, amendoim e macadâmias são ricos em gorduras poliinsaturadas. Apresentam grandes quantidades de proteínas, fibras, selênio, cálcio, ferro, potássio, zinco, vitamina E, ácido fólico e magnésio.
- Uva: o resveratrol, substância com efeito antioxidante presente em maior concentração nas uvas vermelho-escuras, se destaca pela capacidade de reduzir os riscos de doenças cardiovasculares.
- Chocolate: prefira os escuros, em especial o tipo amargo, rico em flavonoides e ácido gálico, antioxidantes que ajudam a proteger os vasos sanguíneos e promovem a saúde do coração. O consumo deve ser moderado, porque o chocolate é calórico e também tem gorduras.




Postado por: Ana Karinne de Lima e Priscila de Araujo Lucio.



Fonte: www.einstein.br/einstein-saude/nutricao/Paginas/alimentos-para-o-coracao-como-servir-saude-a-mesa.aspx