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O Hemp Protein tem causado polêmica no meio da nutrição esportiva, ultimamente. Ainda não há muitos estudos a respeito e seus benefícios, mas sabe-se que o óleo da maconha contém cerca de 80% de ácidos graxos essenciais (EFAs), como o linoléico, alfa-linoléico, ômega-6, ômega-3. Além disso, a semente inteira da maconha contém cerca de 25% de uma proteína altamente digestível (edestin e albumina). Seu perfil de aminoácidos está perto de "completo" quando comparado com fontes mais comuns de proteínas, como carne, leite, ovos e soja. As proporções de ácido linoléico e ácido alfa-linolênico em uma colher de sopa (15 ml) por dia de óleo de maconha fornecem facilmente a necessidades diárias de EFAs. Ao contrário do óleo de linhaça, o óleo de maconha pode ser usado continuamente sem desenvolver uma deficiência ou desequilíbrio de outras EFAs.
A maconha é fonte de cálcio e ferro. E seus grãos inteiros são fontes de fósforo, magnésio, zinco, cobre e manganês.
O óleo da maconha é altamente insaturado, por isso, não é adequado para fritar. Ele é usado, principalmente, como um óleo alimentar e suplemento dietético, e pode aliviar os sintomas do eczema, além de possuir propriedades antiinflamatórias.
Tudo que traz benefícios, também pode trazer malefícios se usado de forma incorreta. Consulte um profissional capacitado para maiores orientações.
Assinado por: Amanda Manzini e Anna Carolina Horta
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