sexta-feira, 29 de novembro de 2019


MICRONUTRIENTES


Nutrientes:  componentes dos alimentares que têm funções específicas e são fundamentais para o bom funcionamento do organismo e manutenção da saúde.

Micronutrientes: São vitaminas e minerais, essenciais,  que o organismo precisa em menores quantidades se comparado aos Macronutrientes,  mas devem estar diariamente presentes na alimentação.

Vitaminas e Minerais


Não geram energia e são compostos que ocorrem em quantidades pequenas nos alimentos. Porém são de extrema importância para o organismo, pois têm funções específicas e vitais nas células e nos tecidos do corpo humano. Ajudam a regular enzimas e hormônios, contração muscular, ritmo cardíaco e funcionamento do cérebro.
Alguns exemplos: vitamina A, vitamina C, cálcio, ferro e iodo.


Alimentos Fonte:

1. Frutas, hortaliças e legumes;

 2. Leite e derivados, carnes, castanhas e nozes;

 3. Cereais integrais (ex.: milho, aveia, alimentos com farinha integral).






Referências utilizadas: Manual de Nutrição pessoa com diabetes. Departamento de Nutrição e Metabologia da SBD. Disponível em: < https://www.diabetes.org.br/publico/pdf/manual-nutricao-publico.pdf>

Estagiária Tatiane Pierri Barbosa


MACRONUTRIENTES.

VOCÊ SABE O QUE SÃO?

fonte*



Nutrientes são os componentes dos alimentos que têm funções específicas e são fundamentais para o bom funcionamento do organismo e manutenção da saúde.

Macronutrientes são nutrientes que o nosso corpo necessita em maiores quantidades e são eles:

Carboidratos:


Os carboidratos fornecem a maior parte da energia necessária para a pessoa realizar sus tarefas diárias. Quando essa energia não é utilizada, ela acaba sendo armazenada no organismo em forma de gordura.
 
A ingestão recomendada de carboidratos é de 50% a 60% do valor calórico total consumido diariamente pela pessoa. Os carboidratos, quando trabalhados no organismo, são convertidos em glicose e é esta glicose a fonte principal de energia para as diferentes células que compõem o nosso corpo. 

Cada grama de carboidrato fornece 4 kcal ao nosso corpo.

Exemplos de fontes: 
  • Açúcar de mesa, mel, garapa, rapadura, balas, muitos chicletes, doces em geral, refrigerantes; Cereais e derivados, como arroz, trigo, centeio, cevada, milho, aveia, farinhas (de trigo, de milho, de mandioca), massas, pães, biscoitos, macarrão, polenta, pipoca,tapioca, cuscuz;
  • Frutas: Maçã, banana, morango, ameixa, mamão, figo, etc;
  • Alimentos integrais: arroz integral, arroz com grãos, macarrão integral, pão integral ou pão com sementes;
  • Vegetais: beterraba, couve, brócolis, couve-flor;
  • Grãos: feijão, lentilha, grão de bico;
  • Tubérculos: batata doce com casca, batata, mandioca, inhame. 

Proteínas:


As proteínas são indispensáveis ao corpo humano, pois, além de contribuírem como fonte calórica, são fornecedoras dos aminoácidos, que servem de material construtor e renovador, isto é, são responsáveis pelo crescimento e pela manutenção do organismo.

  • Suas fontes mais ricas são as carnes de todos os tipos, os ovos, o leite e o queijo, enquanto as leguminosas são as melhores fontes de proteína vegetal. 
Cada grama de proteína fornece 4 Kcal ao nosso corpo. 

Lipídeos:

Fonte: depositphotos*


As gorduras ou lipídios são componentes alimentares que fornecem taxas maiores de energia.

Cada grama de lipídeo fornece 9 kcal ao nosso corpo.

Têm funções fundamentais para a saúde:
  • São importantes condutoras de vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K);
  • Possuem ácido graxos essenciais para a produção de substâncias com hormônios e outros, e, como o nosso organismo não os produz, devemos ingeri-los moderadamente, preferencialmente obtidos dos alimentos vegetais (exemplos: óleos).

A qualidade da gordura consumida é fundamental.

Gorduras saturadas, encontradas principalmente em alimentos de origem animal, devem ser consumidas com moderação, pois podem causar elevação dos níveis de glicemia, colesterol e triglicérides. 

Já as gorduras monoinsaturadas, encontradas no azeite de oliva, óleos de canola, girassol ou amendoim, e as gorduras poliinsaturadas, encontradas em peixes, semente de linhaça e óleo de soja, são importantes componentes alimentares que podem auxiliar na manutenção de um bom perfil das gorduras sanguíneas (colesterol e triglicerídeos).


Referencial utilizado:
Manual de nutrição pessoa com diabetes. Departamento de Nutrição e Metabologia da SBD. Disponivel em: https://www.diabetes.org.br/publico/pdf/manual-nutricao-publico.pdf

Postado por estagiária Ivinis Audry Missiato Costa. 

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

HIPOTIREOIDISMO E HIPERTIREOIDISMO.

São disfunções na glândula tireoide que causam diversas alterações no organismo.

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A tireoide é uma glândula endócrina localizada na porção anterior do pescoço, logo abaixo do conhecido "gogó". 

Estimulada pelo TSH, hormônio produzido no cérebro, ela produz outros dois hormônios, o T4 (tiroxina) e o T3 (triiodotironina) que estimulam o organismo, garantindo um conjunto de reações necessárias para processos bioquímicos

HIPOTIREOIDISMO 

É um estado clinico caracterizado por quantidade insuficiente ou ausência dos hormônios T4 e T3 circulantes para cumprir funções orgânicas normais. Desacelera o metabolismo.  
Pode ser provocado  pelo funcionamento inadequado na tireoide ou estimulo inadequado de TSH vindo do cérebro. 

Sintomas: 
  • Aumento de peso constante associada com falta de apetite;
  • Cansaço;
  • Depressão;
  • Pele seca e fria;
  • Prisão de ventre;
  • Diminuição da frequência cardíaca;
  • Decréscimo da atividade cerebral;
  • Voz mais grossa como a de um disco em baixa rotação;
  • Sonolência;
  • Reflexos mais vagarosos;
  • Intolerância ao frio;
  • Alterações menstruais e na potência e libido dos homens.


HIPERTIREOIDISMO

É um estado hipermetabólico causado pelo aumento na função da glândula tireoide e, consequentemente, aumento dos níveis circulantes dos hormônios T3 e T4 livres.
As causas mais comuns são hiperplasia difusa da tireoide associada à doença de Graves, bócio multinodular hiperfuncionante e adenoma hiperfuncionante da tireoide (BARROSO et al., 2012)

Sintomas:

  • Hiperativação do metabolismo;
  • Nervosismo e irritação;
  • Insônia;
  • Aumento da frequência cardíaca;
  • Intolerância ao calor;
  • Sudorese abundante;
  • Taquicardia;
  • Perda de peso resultante da queima de músculos e proteínas;
  • Tremores;
  • Olhos saltados;
  • Bócio;
  • Comprometimento da capacidade de tomar decisões equilibradas.
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Diagnóstico:

O diagnóstico é feito pela dosagem do hormônio TSH produzido pela hipófise e dos hormônios T3 e T4 produzidos pela tireoide.
  • Níveis elevados de TSH e baixos dos hormônios da tireoide caracterizam o hipotireoidismo.
  • Níveis baixos de TSH e alta dosagem de hormônios da tireoide caracterizam o hipertireoidismo

Dieta
A dieta deve ser individualizada e dependente de cada caso. A recomendação é que procure um nutricionista para acompanhamento nutricional adequado. 



Referencial utilizado:
Hipotiroidismo e Hipertireoidismo. Disponível em: http://www.cidmed.com.br/pdf/endocrino02.pdf

Hipotireoidismo ou Hipertireoidismo? Veja sintomas, tratamentos e como prevenir. Disponivel em: https://www.unimedfortaleza.com.br/blog/cuidar-de-voce/hipotireoidismo-ou-hipertireoidismo


Postado por estagiária Ivinis Audry Missiato Costa. 


terça-feira, 26 de novembro de 2019


Hipertrofia



A hipertrofia é o aumento do tamanho das células dos músculos, que ficam maiores, diante de uma maior exigência de trabalho, e uma expansão da matriz extracelular para suportar esse crescimento.
Um estímulo suficiente que potencie este acontecimento é principalmente ingestão proteica associada ao exercício físico de resistência/força.

Como ocorre:
O tecido muscular esquelético exibe uma plasticidade e capacidade de adaptação.  As proteínas do músculo esquelético estão em contínuo processo de remodelação, através dos processos simultâneos de síntese de proteína muscular e degradação de proteína muscular. Esta remodelação é um pré-requisito para o aumento de Massa Muscular Esquelética, e este aumento acontece quando a Síntese de Proteína Muscular excede a Degradação de Proteína Muscular.

O músculo-esquelético é essencial para uma boa condição metabólica e uma boa performance esportiva. Além do seu impacto positivo na performance e força, tem-se observado que preservar ou aumentar a massa magra diminui o risco de aparecimento de vários tipos de patologias, como: obesidade, doença cardiovascular, resistência à insulina, diabetes e osteoporose.

Ingestão Proteica
Em adultos saudáveis é possível apresentar estratégias nutricionais que beneficiem a hipertrofia de massa muscular esquelética.
Nestes casos, o que se pretende é uma ingestão proteica que maximize a Síntese de Proteína Muscular, e promova o estado anabólico, associada a exercício de resistência/força. Para uma otimização do estado anabólico e estimulação de hipertrofia, existem algumas recomendações.
Uma ingestão proteica que permita otimizar a síntese de proteína muscular ronda as 1,6g/Kg peso/dia, mas o polifracionamento (espaçadas 3-4horas) com doses de 20g para adultos mais jovens (ou uma quantidade maior - 40g – no final de um pós-treino de resistência que envolva ativação de músculos de todo o corpo) e 35-40g para idosos, revelou-se o fator mais importante.
Além deste aumento da ingestão proteica, é necessário um aumento da ingestão energética total, (300-500 kcal).

Obs: Quantidades determinadas a partir de estudos realizados em adultos saudáveis. Para melhores resultados consulte um Nutricionista.



Referências utilizadas: ESTRATÉGIAS NUTRICIONAIS PARA HIPERTROFIA MUSCULAR


Estagiária Tatiane Pierri Barbosa


GASTRITE

É uma inflamação na mucosa interna do estomago.

fonte *

Pode ser aguda, quando aparece de repente e dura pouco, ou crônica, quando se instala aos poucos e leva muito tempo para ser controlada.

A gastrite pode acometer toda a mucosa estomacal ou apenas parte dela. Pode provocar inflamação leve ou intensa e ainda, pode, vir acompanhada de lesões na parede do órgão, o que é denominado, gastrite erosiva, podendo causar sangramentos e progredir para úlcera. 

Causas:  destacam-se 

  • Uso prolongado do ácido acetilsalicílico e de anti-inflamatórios;
  • Consumo frequente de bebidas alcoólicas;
  • Tabagismo 
  • Gastrite autoimune: a doença ocorre quando o sistema imune produz anticorpos que agridem e destroem as células gástricas do próprio organismo;

  • Infecção pela bactéria Helicobacter pylori. (não foi comprovado ainda se é causa ou se apenas encontra no meio, ambiente ideal para seu desenvolvimento)

  •  Nervosismo, estresse ou ansiedade (não causam gastrite, mas deixam pacientes mais sensíveis e propícios para desenvolvimento da doença). 

Sintomas:

  • Dor de estômago (na "boca do estomago")
  •  Azia e queimação 
  •  Indigestão
  • Perda de apetite
  • Náusea e vômito
  • Fezes escuras 
  • Presença de sangue nas fezes ou vômito. 

fonte *

Diagnóstico:

  • Histórico clínico e endoscopia alta com realização de biópsia para comprovação da presença de H pylori.

 © Nucleus Medical Media, Inc.

Tratamento:

  • Medicamentos, como: antiácidos, bomba inibidora de prótons e, antibióticos para tratar infecção por H pylori.

Prevenção:

  • O uso de ácido acetilsalícilico, anti-inflamatórios, cafeina e álcool devem ser evitados, uma vez que são fatores de risco para a doença.
  • Não fumar 
  • Respeite os horários das refeições, evite ficar de estomago vazio. Ao invés de jejum, prefira realizar várias refeições e em pequenos volumes durante ao dia.
  • Mastigue bem os alimentos e coma com calma. 



Referencial utilizado:Hospital infantil Sabará. Gastrite. Disponível em: <https://www.hospitalinfantilsabara.org.br/sintomas-doencas-tratamentos/gastrite/>
Hospital Sírio Libanês. Gastrite: aprenda a tratar com alimentação e modificação do estilo de vida. 



Postado por estagiária Ivinis Audry Missiato Costa. 

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

RETOCOLITE ULCERATIVA 

Pertencente ao grupo das doenças inflamatórias intestinais (DII)


fonte img*
Retocolite ulcerativa é caracterizada por uma inflamação que acomete o intestino grosso, a camada mucosa dos cólons. 

Ninguém sabe exatamente a causa da retocolite ulcerativa e ninguém pode predizer como a doença, depois de diagnosticada, afetará uma pessoa em particular. Algumas pessoas podem passar anos sem ter qualquer tipo de sintoma, enquanto outras têm crises mais frequentes.  Entretanto, uma coisa é certa: a retocolite ulcerativa é uma doença crônica e por isso, não há cura, apenas tratamento para diminuir os efeitos e sintomas da doença. 
fonte*
Os principais sintomas são sangramento, cólicas e diarréia com sangue, muco e, eventualmente, com pus (infecção).
As crises de diarreia são persistentes e  após as refeições, o reflexo para evacuar pode ser intenso. 


 O sangramento é causado pela  ulceração da parede do intestino, resultando no aparecimento de sangue nas fezes. Eventualmente essa perda de sangue pode causar a diminuição de células vermelhas, ocasionando uma  anemia.

A função do cólon é absorver o excesso de água e sais do resíduo (o que sobra depois que a comida foi digerida). Também armazena o resíduo sólido, transformando-o em fezes e excretando-as pelo ânus. A inflamação na retocolite ulcerativa usualmente começa no reto e na parte inferior do cólon, mas também pode envolver todo o cólon.
Quando ocorre a inflamação, as funções primárias são afetadas, incluindo a absorção de água.


Tipos:
a classificação vai depender da magnitude da inflamação e do lugar onde se localiza. 

  • Proctite ulcerativa (retite): a inflamação intestinal limitada ao reto. Devido a sua extensão (em geral, menos de 15 centímetros do reto), a proctite ulcerativa tende a ser o tipo mais leve de retocolite ulcerativa. Os sintomas incluem sangramento retal (retossigmoidite), urgência em defecar, e dor retal.


  • Proctossigmoidite: colite que afeta o reto e o cólon sigmoide (segmento inferior do cólon, localizado imediatamente acima do reto). Os sintomas incluem diarreia com sangue, cólicas e tenesmo (esforço para defecar). Talvez a dor na parte esquerda do abdome seja moderada enquanto a doença estiver ativa.
     
  • Colite distal (ou esquerda): inflamação contínua que começa no reto e se estende até o ângulo esplênico (uma curva do cólon, perto do baço, na parte superior esquerda do abdome). Os sintomas incluem a perda de apetite, perda de peso e diarreia com sangue, além de dor abdominal intensa na parte esquerda.


  • Pancolite (colite universal): afeta todo o cólon. Os sintomas incluem perda de apetite, diarreia com sangue, dor abdominal intensa e perda de peso.

O diagnostico é feito por exames de imagem como endoscopia ou colonoscopia e exames de sangue podem ser utilizados para detectar distúrbios associados. 

Dieta e nutrição



Não há uma dieta ou plano alimentar unico para RCU. As recomendações dietéticas serão especificas dependendo de cada caso, dos sintomas e da fase que se encontra.   Poderá ser recomendado algumas dietas para diferentes momentos, incluindo, por exemplo:

  •  Dieta baixa em sódio: usada durante terapia com corticosteroides para reduzir a retenção de líquido.


  • Dieta baixa em fibra: usada para evitar o estímulo ao movimento intestinal na retocolite ulcerativa.


  • Dieta baixa em gorduras: tipicamente recomendada durante uma crise quando a absorção pode ser um problema.


  • Dieta isenta de produtos lácteos: para quem tem intolerância a lactose.


  • Dieta alta em calorias: para os que sofrem de perda de peso ou um atraso no crescimento


Referencial utilizado: 
ABCD Associação brasileira de colite ulcerativa e doença de crohn- Folheto Viver com a Retocolite Ulcerativa. Disponível em:https://abcd.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Folheto-Viver-com-Retocolite-Ulcerativa.pdf

Protocolo clinico e diretrizes terapêuticas Retocolite Ulcerativa. Disponivel em:http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_clinico_diretrizes_terapeuticas_retocolite_ulcerativa.pdf 


Postado por estagiária Ivinis Audry Missiato Costa.

sexta-feira, 22 de novembro de 2019


Benefícios da batata doce




Que a batata-doce é uma das queridinhas dos praticantes de atividades físicas, isso todo mundo já sabe. Mas você já se perguntou, por quê? 

A batata-doce é uma raiz tuberosa, com um valor energético considerável, cerca (120 kcal/100 g). Possui como principal macronutriente os hidratos de carbono (28 g/100 g), dos quais cerca de 30% são açúcares e o resto é amido. Ela é praticamente isenta de gorduras (0,1 g totais), não contém gorduras saturadas, polinsaturadas e monoinsaturadas, e também não contém colesterol. 👍

Apesar de ser pobre em proteínas cerca de (1-3 g/100 g), ela é riquíssima em fibra alimentar (2,7 g/100 g) e minerais. O potássio destaca-se por ser encontrado em maior proporção, cerca de (350 mg/100 g). Mas outros minerais também são encontrados em quantidades relevantes, como o fósforo (32 mg), cálcio (24 mg), sódio (21 mg), magnésio (14 mg), ferro (0,4 mg) e zinco (0,3 mg). 😉

E não para por ai, em relação às vitaminas, devemos destacar a riqueza da batata-doce em vitamina A (650 μg equivalentes de retinol), seguida de vitamina C (25 mg). E também às vitaminas do complexo B, especialmente as B1, B2 e B6 (0,09 mg), vitamina E (4,6 mg de α-tocoferol) e por fim o ácido fólico (17 μg). É importante ressaltar que a batata-doce possui um índice glicêmico muito baixo e isso significa que os hidratos de carbono presentes em sua composição serão absorvidos mais lentamente pelo organismo e durante mais tempo, o que significa um menor impacto no aumento da glicêmia de quem a consome. E é esta propriedade, somada ao elevado teor de fibras, que faz da batata-doce um alimento saudável, altamente recomendado para desportistas e pessoas que praticam atividade física intensa. 💪

E por ultimo, mas não menos importante, vem à questão da coloração da polpa da batata-doce, que pode ser branco-amarelada, amarela ou laranja essa coloração se da devido aos diferentes conteúdos em carotenoides, já nas variedades roxas, a cor resulta principalmente do elevado teor em antocianinas. A concentração destes compostos bioativos varia entre variedades e está diretamente relacionada com a capacidade antioxidante deste alimento. 😄


Referências utilizadas Batata-doce branca, roxa ou alaranjada? Avaliação qualitativa e nutricional Disponível em: < https://projects.iniav.pt/BDMIRA/images/Batata-doce%20branca%20roxa%20ou%20alaranjada.pdf>


Estagiária Tatiane Pierri Barbosa


DOENÇA DE CROHN 


A doença de Crohn é uma doença inflamatória que acomete o trato gastrointestinal. Ela afeta predominantemente a parte inferior do intestino delgado (íleo) e intestino grosso (cólon), mas pode afetar qualquer parte do trato gastrointestinal.

fonte

A causa ainda é desconhecida mas há indícios que possa ter relação com o sistema imune, fatores genéticos, ambientais, dietéticos ou até infecciosos.


Tem como principal sintoma dor abdominal associada à diarreia, febre, perda de peso e enfraquecimento por causa da dificuldade para absorver os nutrientes. Complicações mais graves são, obstrução intestinal e a presença de fissuras e fístulas (perfurações no intestino). 



O diagnóstico é feito, basicamente, por meio de exames de imagem (raio X, endoscopias, colonoscopia) e exames de sangue. 



A doença é classificada segundo sua fase em leve, moderada ou grave e o tratamento se volta para conter o processo inflamatório, aliviar os sintomas, prevenir as reincidências e corrigir as deficiências nutricionais. Ainda não existe cura. 



Alimentação na doença de Crohn:

É importante que o paciente observe e se atente aos alimentos que causam algum tipo de irritabilidade ou que desencadeie algum sintoma.

É comum pacientes com esse quadro desenvolver algum tipo de intolerância alimentar.

Na fase ativa da doença existem alguns alimentos que devem ser evitados, como por exemplo, embutidos, leite integral e seus derivados, queijos amarelos, cheddar, margarina, manteiga, açúcar em grandes quantidades, verduras folhosas, temperos e condimentos picantes.

É aconselhável em qualquer fase da doença que reduza o consumo de gordura, assim como dar preferencia por carnes magras.


Referencial utilizado:
ABCD - Associação Brasileira de Colite ulcerativa e Doença de Crohn. Doença de Crohn. Disponível em: https://abcd.org.br/sobre-a-doenca-de-crohn/
Alemdii - Associação do Leste Mineiro de Doenças Inflamatórias Intestinais. Doença de Crohn. Disponível em: http://alemdii.org.br/doenca-de-crohn/

Biblioteca virtual em saúde. Doença de Crohn. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/179_doenca_crohn.html



Postado por estagiária Ivinis Audry Missiato Costa. 



terça-feira, 19 de novembro de 2019

DOENÇA CELÍACA 

 Enteropatia sensível ao glúten


A doença celíaca é uma doença autoimune, que causa um processo inflamatório na mucosa intestinal. 
Essa  inflamação é provocada pelo glúten, proteína presente no trigo, cevada, malte  e centeio. Esse processo inflamatório, que ocorre na parede interna do intestino delgado, leva à atrofia da mucosa intestinal, ou seja, das vilosidades intestinais, gerando um prejuízo na absorção de macronutrientes (carboidratos, gorduras e proteínas) e micronutrientes (vitaminas e minerais)



Alimentos que contem Glúten:
  • Pão, torrada, bolacha, biscoito, massas, bolos; 
  • Cerveja, pizza, salgadinhos, cachorro quente, hambúrguer;
  • Gérmen de trigo, sêmola de trigo;
  • Queijos, ketchup, maionese, shoyo;
  • Salsicha, temperos industrializados;
  • Cereais, barrinha de cereais, xaropes e alguns remédios;
  • Hóstia;
  • Entre outros 

fonte

O diagnóstico é feito geralmente na infância, meses após a introdução do glúten na dieta.  O reconhecimento é realizado por meio da avaliação do quadro clínico e posteriores exames laboratoriais. O exame que conclui o resultado é a biópsia da segunda porção do duodeno ou do intestino delgado, que demonstra a perda ou não dos sulcos da região. Como a doença celíaca pode se manifestar de diversas formas, é preciso ter atenção redobrada para seu diagnóstico.

Sinais e sintomas: 
  • Diarreia
  • Desconforto abdominal 
  • Flatulência 
  • Diminuição do apetite 
  • Sensação de barriga estufada  
  • Vômito 
  • Perda de peso 
  • Anemia 

Tratamento:
Não existem medicamentos ou procedimentos específicos para tratar a doença celíaca. O que se pode fazer é eliminar todos os produtos que contem glúten da dieta, diminuindo assim os desconfortos e recuperando as vilosidades intestinais. 


Referencial utilizado: 
Hospital Israelita Albert Einstein. Disponível em: https://www.einstein.br/guia-doencas-sintomas/info/#141
Site Federação Brasileira de Celíacos. Disponível em: http://www.fenacelbra.com.br/fenacelbra/



Postado por estagiária Ivinis Audry Missiato Costa.  

quarta-feira, 13 de novembro de 2019


Brócolis


O Brócolis é uma ótima fonte de nutrientes, o consumo regular ajuda a prevenir alguns tipos de câncer, doenças cardíacas e purifica o sangue. Mesmo com todos os nutrientes que oferece, é um alimento pobre em calorias, sendo indicado em dietas de perda de peso. Além disso, é uma hortaliça rica em Boro, que atua no metabolismo de substratos energéticos, no funcionamento do cérebro e na atividade psicomotora e cognitiva.

Seguem algumas sugestões de Receitas.


Omelete de brócolis
Ingredientes:
4 ovos;
1 xícara de chá de brócolis cozidos e picados;
cebolinha verde picada a gosto;
1 fio de azeite;
1 cebola pequena ralada;
sal a gosto;
pimenta do reino a gosto.

Modo de preparo:
Bata os ovos em uma tigela com um garfo até ficar espumoso, então adicione os outros ingredientes um a um, os temperos, exceto o azeite e misture delicadamente até que incorporem. Despeje um fio de azeite em uma frigideira de tamanho médio antiaderente, aqueça e despeje os ovos batidos. Deixe cozinhar em fogo baixo até ganhar consistência, então vire e doure do outro lado. Quando estiver levemente tostado, desligue o fogo e sirva.


Suflê de brócolis
Ingredientes:
2 brócolis americano pequenos;
2 colheres de sopa de requeijão light;
2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado.

Modo de preparo:
Higienize os brócolis e leve ao vapor para cozinhar. Retire a metade do brócolis quando estiver al dente e deixe o restante cozinhar até ficar bem macio. Bater o brócolis macio no liquidificador com requeijão e o queijo e um pouco de água quente até virar uma pasta cremosa. Em um pirex para suflê adicione o creme de brócolis misturado com os pedaços de brócolis al dente, salpique parmesão e leve ao forno médio por 30 minutos ou até dourar. Sirva a seguir.
Farofa com brócolis
Ingredientes:
1 maço de brócolis;
100g de linguiça calabresa;
1/2 xícara de pimentão verde;
1/2 xícara de pimentão vermelho;
1 xícara de farinha de milho;
1 cebola;
sal a gosto.

Modo de preparo:
Higienize e pique o brócolis, os pimentões e a linguiça em cubos. Leve a linguiça para dourar com a cebola em um pouco de azeite. Depois que estiverem refogados adicione a farinha de milho, acrescente o brócolis e pimentões. Deixe por mais alguns minutos e desligue. Reserve. Sirva acompanhado de carnes.

Referências utilizadas: TAMANHO ÓTIMO DE PARCELA PARA AVALIAÇÃO DA MASSA E DIÂMETRO DE CABEÇAS DE BRÓCOLIS. Disponível em: < http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-84782016000300447


Estagiária Tatiane Pierri Barbosa