Cafeína e performance durante o exercício físico
Christiano Bertoldo Urtado
Joice Conti
Revista Suplementação
Com o objetivo estimular o sistema nervoso central, a cafeína é uma das substâncias mais conhecidas e consumidas há muito tempo e está presente em diversos alimentos e bebidas, sendo alguns deles o chocolate, o café, alguns tipos de chás, entre outros.
A cafeína não apresenta valores nutricionais e é classificada como um alcalóide. Suas ações vêm sido estudadas desde a década de 70 como recurso ergogênico, ou seja, melhora do rendimento, na melhora de performance de atletas de endurance pela diminuição da fadiga e aumento da contração muscular e na lipólise, que é a quebra da célula de gordura.
O consumo moderado de cafeína, ou seja, uma ingestão de 2,0 mg/kg causa alívio da fadiga, aumento do estado de vigília gerando consequentemente a diminuição do sono, aumento da respiração, aumento da freqüência cardíaca, aumento do metabolismo e da diurese. Caso ocorra uma ingestão igual ou maior a 15 mg/kg os sintomas são desidratação, insônia e tremores. A absorção da cafeína é rápida e eficaz.
A cafeína relacionada à redução de peso corporal apresenta estudos ineficazes, sendo necessárias concentrações extremamente altas de cafeína para obter um resultado anorexígeno e redução da gordura corporal, sendo então aconselhável adquirir outros meios associados à cafeína para a redução do peso corporal.
Estudos mostram que para a melhora de performance de atletas de endurance, recomenda-se uma ingestão média de 3 a 6 mg/kg de cafeína, essa dosagem apresenta resultados benéficos na performance. O consumo em altas doses causa efeitos citados anteriormente.
Carina Ferreira de Melo
Marília Cremonezi

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