quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Reeducação Alimentar e Atividade Física: Obesidade Infanto-Juvenil


A obesidade consiste no resultado de um desequilíbrio entre a ingestão calórica e os gastos energéticos, utilizados para a manutenção das diversas atividades orgânicas e outras atividades adicionais.

Atualmente estima-se que um milhão e meio de jovens são obesos com maior predominância no sexo feminino. Os casos de obesidade infanto-juvenil estão aumentando não só nos países de alto nível sócio-econômico, como também nos países em desenvolvimento como o Brasil. Os avanços tecnológicos e a revolução industrial somados com hábitos alimentares irregulares, sedentarismo e distúrbios emocionais no âmbito familiar contribuíram acentuadamente para o alarde do problema em questão.

O excesso de peso predispõe o adolescente às diversas complicações fisiológicas e psicossociais e por isso a profilaxia desse problema deve ser realizada ainda na adolescência, por meio da reeducação alimentar e prática de atividade física.

A reeducação alimentar refere-se à aprendizagem de conceitos básicos de nutrição como a quantidade e qualidade dos alimentos ideais para cada refeição. A atividade física em conjunto com a nutrição pode propiciar benefícios na qualidade de vida do adolescente, como a redução da gordura corporal sem interferência no metabolismo basal.

As escolas oferecem um ambiente que faz parte do cotidiano dos adolescentes e possui as estruturas necessárias para a prática de atividade física. Assim, acredita-se que reeducação alimentar e a prática de atividade física no âmbito escolar sejam de vital importância, pois poderá contribuir para a prevenção da obesidade infanto-juvenil. Além disso, poderá evitar que complicações de ordem fisiológicas e psicossociais provocadas pela obesidade interfiram na qualidade de vida do indivíduo, reduzindo as possibilidades desses indivíduos tornarem-se os adultos obesos.

Postado por: Karen Tavares e Luciana Pacheco

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