terça-feira, 9 de novembro de 2010

Natação para crianças

As atividades aquáticas para bebês têm sido uma das práticas que mais cresceu na atualidade. Uma vez que apresenta inúmeros benefícios a saúde dessa população, como: melhora a coordenação motora, proporcionando noções de espaço e tempo, prepara a criança psicológica e neurologicamente para o auto-salvamento, aumenta o condicionamento cardiorrespiratório, estimula o apetite e tranqüilizar o sono, além de proporcionar a potencialização do desenvolvimento motor dos bebês. Dessa forma, o presente estudo, feito através de uma revisão de literatura, teve como objetivo observar as melhorias dessa prática, levando em consideração o início dessa atividade, a faixa etária, as técnicas de pegas, a presença dos pais, as correntes pedagógicas e análise psicomotora da criança. Foi possível constatar, uma influência positiva das atividades aquáticas, sobre o desenvolvimento psicomotor do bebê e do fortalecimento emocional dessa criança quando em contato com outras crianças e do estreitamento dos vínculos emocionais com seus pais.

Unitermos: Atividades aquáticas. Desenvolvimento motor. Efeitos educativos.
Originalmente a natação foi propagada com o objetivo de atender as necessidades de sobrevivência do homem, onde o mesmo teve seu interesse aguçado em virtude de satisfazer suas necessidades básicas, que iam desde fugir dos inimigos através de rios e lagos, como alimentar-se (LIMA, 2003). Na época da Grécia antiga, os romanos utilizavam a natação como de treinamento de seus soldados (PERINAZZO, 2000), já os índios no Brasil utilizavam como meio de transporte, lazer e assepsia (ARAÚJO JR, 1993).

Exercícios executados na água proporcionam um relaxamento, fortalecimento da musculatura além de contribuir para o desenvolvimento e conhecimento da criança, o tornando mais independente e ativo ao explorar o meio (SALES, 2006). Por isso, a atividade aquática deve está associada de forma paralela ao seu crescimento e estar presente de forma continuada (GARCIA et al, 1999).

O objetivo desse estudo é mostrar para a sociedade a importância da prática da natação para bebês, averiguando a definição dos objetivos subjacentes ao processo de adaptação ao meio aquático, levando-se encontra os fatores de desenvolvimento da criança, integrados no domínio psicomotor e sócio afetivo, além de sua relação com o meio aquático.

A natação

Segundo Carvalho (1994) saber nadar é fundamentalmente ser capaz de flutuar e deslocar-se na água sem recursos a apoios fixos ou a meios auxiliares de sustentação. O aluno, ao iniciar sua adaptação ao meio líquido, passa por um conjunto de alterações, como: alterações de equilíbrio, visão, audição, respiração, sistema termo-regulador e alterações proprioceptivas.

A natação pode ser praticada por qualquer pessoa, desde que nasce até a velhice, com pouquíssimas restrições (MOURA JR, 2000). È, portanto uma das atividades físicas mais abrangentes e tradicionais do ser humano, sendo vinculada para fins: competitivos, terapêuticos, segurança, recreativo, condicionamento ou simplesmente de relaxamento. (LIMA, 2003).

Flutuação

Para que a flutuação do bebê ocorra é necessário que se mantenha o seu corpo em posição horizontal, com os membros superiores submersos e bem relaxados, porém alguns bebês sentem-se desconfortáveis nessa posição, onde a partir dos oito meses essa rejeição é maior (LIMA, 2003). De acordo com Damasceno (1994), a flutuação e a respiração estão intimamente ligadas ao tônus muscular e, que por tanto, à efetividade e, em conseqüência, controlará melhor o seu equilíbrio levando a flutuação (LIMA, 2003).

A natação para bebês

Com o surgimento de várias academias e centros especializados no ensino da natação, começou-se a surgir classes específicas da natação para bebês (LIMA, 2003).

Postado por: Daniela de Barba

http://www.efdeportes.com/efd150/a-importancia-da-natacao-para-bebes.htm





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