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sábado, 24 de outubro de 2020

Consulta com Nutricionista em Plena Quarentena

 A nutrição é algo que envolve vários setores de nosso convívio diário, e nossas 24hs do dia. Nos alimentamos para mantermos vivos, a importância de fornecer energia e propriedades para o bom desenvolvimento do organismo como um todo, assim como um jardim, a terra, a adequação do local para sobrevivência de uma planta. Cada um de nós nascemos em circunstancias diversas, e temos heranças diversas, apesar de sermos todo seres Humanos, que na fisiologia humana se sabe as necessidades fisiológicas são as mesmas, no entendo nesses últimos anos vem se crescendo teorias, genéticas, e o individualismo de cada um, no qual isso deixa mais complexo a alimentação e a interpretação para tudo isso, até para nós os profissionais da saúde. 

Somos classificados como seres carnívoros na cadeia alimentar que aprendemos em biologia mostra 


Nossos hábitos alimentares, advém de algo cultural, econômico, religioso, entre outros. A cadeia alimentar é o nome dado a uma rota de processo da energia e matéria dos alimentos são transferida de um nível para outro, e cada ser vivo é fundamental para essa transição, e o que preocupa é o desequilíbrio dessa sequencia onde levaria um desequilíbrio ambiental. As teias são uma melhor forma de compreender o funcionamento de um ecossistema, uma vez um organismo, na maioria dos casos, não apresenta apenas um tipo de presa. 
Eu acredito, que nossas raízes e hábitos dos nossos antepassados moldaram o ser humano de hoje, e os novos hábitos vão modular o ser humano do futuro. Hoje se vive por mais tempo, conhece mais as doenças crônicas e agressivas, e novas doenças estão surgindo, ainda mais hoje que vivemos um período de Pandemia. Em tempos ja se sabia das doenças respiratórias, e a gravidade de alergias que isso poderia ocasionar e quanto foi trabalhado para evitar esse surto de alergias que acontecem no mundo. Na nutrição cansei de estudar sobre crises alérgicas, crianças alérgicas, adultos alérgicos, antigamente pouco se falava ou dava importância sobre isso, a nutrição funcional atacava tirando alimentos possivelmente inflamatórios nos quais podem aumentar esses processos alérgicos como a lactose e o glúten, onde foram tratados como dieta da moda até agora, ainda muito questionado sobre a industrialização o excesso de plásticos e aditivos químicos. Na nutrição é caso de discórdias e controversas sem conclusões especificas até o atual momento. 
Pelos meus olhos e toda a experiência que adquiri nesses anos de atendimentos e convivências, sim vejo muita diferença em pacientes que não amamentaram no peito quando bebes terem mais fragilidade a doenças inflamatórias e alergias. Nosso corpo é todo feito de bactérias e essas bactérias fazem o trabalho de proteção ou não do nosso organismo e quando o bebe é alimentado pela mãe ela transfere bactérias super resistentes nos quais aumentam a força de defesa do bebe, além dessas bactérias ajudarem o corpo a produzir vitaminas vitais ao organismo. E na fase adulta o uso constante de medicamentos podem destruir parte dessas bactérias importante para nosso organismo. Um parto Cesária já atrapalha a troca de bactérias da mãe para o bebe. Isso equivale a dizer que somos feitos 99% de genes microbianos e apenas 1% genes humanos. Mas esses microrganismos não estão em todas as partes do nosso corpo. Habitam somente órgãos que tenham contato com o ambiente externo, como pele, olhos, boca, tratos respiratório, gastrointestinal e geniturinário. A maioria dos micróbios mora no trato gastrointestinal (70%), o mais estudado até hoje.

Se aprende muito cada dia, e o que eu sinto é um monte de conceitos teóricos importantes e mais dependência de suplementos e vitaminas. Será que a convivência humana no ritmo que nosso mundo vem evoluindo caminhando, esses novos hábitos, e facilidades vão pesar quanto sobre nosso estilo de vida? Lembrando que alimentação é algo cultural, religioso, econômico, questionamentos éticos, gêneros e etnias, interação social, divisão social, riscos socioambientais, problemas de saúde, controvérsias cientificas, etc. Muito se sabe, mas na pratica seguimos as tendências econômicas de sobrevivência. Compra-se o que cabe no orçamento da família e conforto de comidas deliciosa para aqueles que tem condições de comprar mais alimentos, lidamos com as extremidades do pouco e do muito e na media poucos sabem se manter. Comprar legumes estraga, perde-se dinheiro, fazer legumes e higienizar da trabalho e a pessoa ja trabalha 12hs por dia, comprar produtos prontos é a solução e o plástico? e o bi fenol-a como desrruptor endócrino será que vale a facilidade? Será que a nova profissão de cozinheiro do lar é uma tendência para a qualidade de vida dessa nova sociedade? Será que comprar sem desperdiçar esta so nas casas das pessoas ou vem lá do produtor, o carregamento, a distribuição, a venda, quanto não se desperdiça de alimento neste processo? Será que existe uma conta sobre isso, vou tentar pesquisar com calma, pois tenho certeza que o desperdício é muito grande, e isso impacta no valor do produto, muito temos que fazer pela nutrição de nossa Sociedade do nosso corpo humano e nossa evolução humana, o que fazemos hoje vai resumir onde vamos morar amanhã, construa paredes firmes e bem resistentes.  



quarta-feira, 24 de julho de 2019

RECUPERAÇÃO PÓS EXERCÍCIO


É um aspecto bastante importante dentro de todo programa de condicionamento físico, tanto para
praticantes e atletas, como para técnicos e diversos profissionais ligados à área da saúde (BARNETT,
2006).
Etapa do treinamento físico consiste em restaurar a homeostase dos sistemas orgânicos que foram
quebrados no treino.
Visando acelerar o processo de recuperação, muitos métodos têm sido utilizados, tais como:
1 CRITOTERAPIA é a aplicação de frio para fins terapêuticos. Trata-se de uma aplicação superficial de
gelo que resulta em alterações na temperatura da pele (subcutânea), intramuscular e articular.
2 CONTRASTE técnica de contraste consiste na alternância de exposição ao frio e ao calor, e tem o
intuito de aumentar o metabolismo e, no esporte, tem sido utilizada nos processos de recuperação,
visando, também, a maior remoção do lactato sanguíneo.
3 MASSAGEM é definida como a manipulação mecânica dos tecidos do corpo com movimentos rítmicos
e cadenciados visando ao aumento do fluxo sanguíneo e consequente redução de edema e dor, aumento
da remoção de lactato sanguíneo e alívio das dores musculares tardias.
4 Alongamento dos músculos tem como função primária aumentar a amplitude de movimento sobre as
articulações efeito no pós-exercício para aliviar espasmos musculares e auxiliar na redução de edemas.
5 DROGAS ANTI-INFLAMATÓRIAS NÃO ESTEROIDAIS esse tipo de droga é amplamente utilizado,
principalmente, pelos seus efeitos de alívio da dor e efeito anti-inflamatório. Elas agem inibindo as
enzimas envolvidas na síntese de prostaglandinas, potentes moduladores inflamatórios.
6 RECUPERAÇÃO ATIVA realização de exercícios contínuos aeróbios de baixa intensidade para
remoção da fadiga muscular.
7 ELETROESTIMULAÇÃO atendem a sua necessidade pré-aquecimento, durante treino de força, pós
treino recuperação muscular.
8 Suplementação é uma das mais importantes para ingestão de produtos antes, durante e/ou após os
exercícios, visando auxiliar no consumo energético e/ou do aporte vitamínico e mineral (BURKE; READ,
1993). Os principais suplementos utilizados durante os exercícios ou como forma de auxiliar na
recuperação são: carboidrato, proteína, aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA’s) e antioxidantes.
A suplementação com proteína apenas, ou combinada ao carboidrato auxilia a proteção contra as lesões
musculares induzidas pelo exercício, o que favorece, ainda mais, a ressíntese de glicogênio, uma vez que
esse processo está prejudicado quando há uma lesão e/ou um processo inflamatório instalado. Consulte
sempre um Nutricionista para melhor controle dos processos gerados após treinamento intenso!

Referência:
MÉTODOS DE RECUPERAÇÃO PÓS-EXERCÍCIO
Rev. Educ. Fis/UEM, v. 24, n. 3, p. 489-508, 3. trim. 2013
Estágiario Leandro Evangelista

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Pular o café da manhã aumenta o risco de diabetes tipo 2?



Prevalência do diabetes tipo 2 tem aumentado dramaticamente em todo o mundo e é uma preocupação
importante para a saúde. Muitos fatores de estilo de vida bem conhecidos estão associados ao aumento
do risco de diabetes tipo 2; Agora, um estudo recente publicado na edição de janeiro de 2019 do The
Journal of Nutritionsugere que pular o café da manhã deve ser adicionado à lista. Embora estudos
anteriores tenham demonstrado uma associação entre o café da manhã pulando e o diabetes tipo 2, essa
escolha de estilo de vida foi tratada como uma variável dicotômica.
Meta-análise de 6 estudos de coorte prospectivos sobre o salto do café da manhã e risco de
diabetes tipo 2 em adultos. O salto do café da manhã foi analisado como uma variável
contínua, a fim de determinar se o risco aumentava a freqüência de pular o café da manhã
(isto é, uma dose-resposta). A influência do índice de massa corporal na associação entre o
consumo de café da manhã e o risco de diabetes tipo 2 também foi considerada na análise
final.
A metanálise dose-resposta não-linear indicou que o risco de diabetes tipo 2 aumentava a cada
dia adicional pulando o café da manhã, atingindo um patamar em 4‒5 dias por semana. Nenhum
aumento adicional no risco de diabetes tipo 2 foi observado após 5 dias de café de manhã
pulando por semana. Essa associação foi parcialmente mediada pela obesidade, mas uma
associação positiva persistiu após o ajuste para obesidade, sugerindo que outros fatores também
podem influenciar essa associação. Os pesquisadores concluíram que “estudos futuros também
devem se concentrar na qualidade do café da manhã”. Em outras palavras, consumir um café da
manhã saudável seria melhor do que simplesmente ignorar o café da manhã?
O café da manhã de referência é associado ao aumento do risco de diabetes tipo 2 entre
adultos: uma revisão sistemática e uma meta-análise de estudos prospectivos de corte. Ballon
A, Neuenschwander M, Schlesinger S. Journal of Nutrition . 2019; Na imprensa. Café da
manhã pulando e Diabetes tipo 2: onde estamos? Mekary RA. Jornal de Nutrição 2019.
Lembre-se de sempre Consultar um Nutricionista para melhor controle!
Estagiário Leandro Evangelista

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Nutrição no futebol

O futebol é um exercício intermitente que envolve principalmente as vias aeróbias como para fornecer energia, e em menor escala as vias anaeróbias, o que pode variar em função do posicionamento do jogador. O treinamento de força dá um suporte na manutenção de uma boa estrutura física, o que também é fundamental para a modalidade já que constitui-se um esporte de contato.

Durante um jogo de futebol, os jogadores podem percorrer aproximadamente 11km. O gasto energético de um jogador de futebol por jogo é cerca de 1360 kcal. O glicogênio muscular constitui-se de uma importante reserva de energia na forma de carboidratos na região intramuscular, e quando estas reservas estão limitadas o desempenho do atleta pode ficar comprometido, resultando em fadiga muscular. Desta forma, quanto maior a reserva de glicogênio muscular de um atleta melhor o seu desempenho. Em jogadores de elite o consumo das reservas de glicogênio muscular, durante o jogo, varia de 20% a 90%, dependendo de fatores como: condicionamento físico, intensidade do esforço, temperatura ambiente e composição dietética pré-competição. Os carboidratos são os nutrientes responsáveis para constituição da reserva de glicogênio muscular.

A demanda energética dos treinamentos e competições requer que os jogadores consumam uma dieta balanceada, particularmente rica em carboidratos para garantir uma boa reserva de glicogênio muscular. O jogador deve ter uma atenção especial ao consumo de carboidratos nas 4 horas anteriores ao jogo, e devem realizar uma correta reposição de carboidratos no intervalo do jogo. Para o caso específico dos futebolistas, os maiores desbalanceamentos parecem ocorrer pelo elevado consumo de proteínas, gorduras e álcool e baixa ingestão de carboidratos.

A hidratação também é uma medida fundamental para garantir uma ótima performance na partida. Assim, o atleta deve iniciar o jogo bem hidratado, e realizar reposição hidroeletrolítica no intervalos assim como para os carboidratos.

Além disso, o período de recuperação pós-jogo deve conter carboidratos e proteínas, e esta reposição deve ser feita o quanto antes. Uma boa recuperação garante melhor desempenho na próxima partida e evita baixa imunidade.